Eu tou mais crescida...mas escusam de pensar que melhorei, porque a lua é o meu destino. Um degrau, de cada vez, sempre. Porque baralho sempre e não tenho emenda... é escusado. Nem com choques eléctricos... Também só mesmo assim posso saborear, aprendendo a ser sábia com a ajuda doce das fadas e duendes que me conhecem e amparam. Grata a quem me quer bem. Mil beijos e abraços(º_º)
sei bem que deveria ser ... ' sobre mim' que se lixe... não estou aqui para ser avaliada. Isso será noutro local e sei bem também que irei ser bem lixada, mas Deus é grande e eu não vou lutar pelo lugar ao sol. Não gosto de lutas por subidas ou progressão na carreira. Acho que não precisamos de correr. Fazemos o que fazemos por amor, com gosto e os frutos falam por si. Quem quiser ser honesto e ver , vê... se não virem, que se lixe, terão em troca o dobro do mal que me fizerem. Esta sou eu com dois copos de alvarinho fresquinho. Vou ser honesta e dizer que o resto foi usado para temperar o assado porque se o bebesse, tava KO. Que tristeza. Eu e o alcool temos uma relação fantástica. Dá-me liberdade à língua e aos dedos ( desengane-se quem pensa que falo de sexo) tagarelo mais, se é que isso é possível, entaramelo-me e rio que nem uma perdida, para nºao falar no corado da pele... É para a a desgraça. Não fumava há mais de uma semana e... acabei de fumar um cigarrito que me soube pela vida. Esperemos que tenha sido apenas um devaneio, uma fraqueza temporária. Na verdade, apesar de uma manhã deprimente no 'serbiço', ainda houve tempo para uma ida à praia. E se estava fantástica. Deu para rir, nadar e descansar. Não fosse o jantar e tudo estaria equilibrado. eheheheh. O chão foge-me, o riso espande-se e pronto... Registe-se que a nina, ao fim de uma semana de idas fugazes ao mar já nada e é um prazerrrrrrr enorme vê-la sentir-se capaz de enfrentar a água sem medo. Agora passou a ser meu o temor, e a atenção redobrada, porque se acha um pato feliz... e não percebe que o risco está presente. Lançámos o papagaio e tudo... No final da tarde ainda vi golfinhos aos saltos atrás de um barco a motor ( lancha).
Qué no se debe hacerlo por nadié... ay siempre una razón... tiene que haberla Por lo tanto qué lo hagas siempre bien :))))))))))))))))))))))))))))))))))))
Óptima segunda com carinho, céu azul e risos muitos risos...
Como não consigo estar quietinha, calada e coisa e tal, cá vai. desta vez trouxe do anterozóide umas prendinhas... de cortar a respiração. Não sei como o quelega consegue, mas que é uma benção para a bista olhar estas obras, é. E como tem poucas palavras, pode ser que a malta preguiçosa ou destaenta comece a perceber o que de facto se passa neste corner at seaside planted ehehehehe the so called pórt iu gól
passei a tardinha a trabalhar... projecto fixe... espero bem ... a manhã foi passada na serra, com cães, nina, pinhas e turfa... viemos felizes e com gosto a aventura... para a próxima, a ver se ganhamos coragem e fazemos o mesmo de bicla. acho que vale a pena, mesmo que os joelhos saiam esmurrados. Reparem bem:
Muito tenho lido nas incursões a blogs, e em In My Way, Eu e Ela, e AmizadeVerdadeira, entre outros, mas nestes especialmente, senti e aprendi um pouco mais de mim no que revi. Falo do amor, do casamento do divórcio e do que se afirma e se sente sobre estados de alma e coração, e de muitos porquês que ficam a bailar ou a pairar tristes no ar, quando o laço que união, fica incolor, se parte ou rasga, sempre numa altura péssima, porque o desfazer de um castelo ou de uma vida é sempre péssimo... doloroso... mas também pode ser alívio, renascer, reencontro de si mesmo consigo próprio. Admiro as pessoas cheias de certezas, seguras de si, com os objectivos delineados ao milímetro... Não sou propriamente leviana, nem entro em devaneios de forma absurdamente insensata. Mas acredito nas pessoas e gosto de sonhar. Por isso me ferro com frequência... como o comum dos mortais também, de resto, aprendi há pouco, muito pouco, que a selva de que me falavam constantemente existe. A selva humana, e choro por perceber que é incontornável e inevitável viver nela. Não gosto da luta pelo pedaço de sol, feita de forma desleal. O sol, sempre ouvi dizer, quando nasce é para todos... se não tiro o teu pedaço de sol, por que razão insistes em tirar o meu? É absurdo o egoísmo. Um dia destes cheguei perto de uma amiga e abracei-a com carinho. Chamei-lhe miúda gira e ela encantou-se. Disse: - Que bom! Este abraço foi tão bom. Já não recebia um abraço assim há tanto tempo...
Foi tão fácil colorir o dia dela... bastou carinho...
Quanto ao que falava no início, de facto, um relacionamento pressupõe, para que dê certo obviamente, confiança, verdade, doçura e compreensão.. Riso, brincadeira, seriedade nos momentos que a isso obrigam, diálogo e respeito. Amar é olhar com sinceridade. É entender o que se diz e questionar quando há dúvidas. Mas é sobretudo não mentir nem ocultar. " Quando me mentes uma vez, mentes para sempre!" porque a confiança se quebra...
Vive momentos cruéis... não houve quebra de confiança, houve pior... Houve cobrança, incompreensão e manipulação psicológica pura e dura, desprezo, ódio, rancor, violência psicológica, tortura ( há palavras e actos que magoam mais que uma bofetada)... caí num poço escuro e cheguei a não ter vontade de viver... nem sequer para o tesourinho... por milésimos de segundo, apenas... porque no momento a seguir a razão pegava em mim e fazía-me ver que não era o correcto. Amigas, fadas e duendes, amigos que levarei sempre no meu coração, e foram muitos(as) deram-me a mão, e fizeram-me acreditar que eu era uma pessoa... era alguém... valia o que valia e que o meu caminho ainda que cheio de pedras e abismos era meu e a obrigação de o percorrer e de melhorar a cada dia era a meta em cada acordar.
Estou aqui. Amo a vida, as amigas e amigos , a família. Não arrasei o meu castelo (vida), reconstruo-o a cada dia que passa, dando de mim o máximo. Por vezes arrasto-me, tropeço e caio, mas logo a seguir, ergo o olhar ao céu, busco um amor muito mais sublime que me ampara nesta caminhada.
Ninguém tem o direito de destruir e ninguém tem o direito de desistir. Nunca saberá o que vem depois daquela curva.
Talvez pareça piegas o que partilho hoje, mas olho muitas mulheres, e vejo-as submissas, em situações penosas, a ouvir do homem com quem partilham a VIDA assombrosas frases desrespeitosas e continuamente tratam do bem -estar dos patriarcas da família.
- É a minha cruz. - Ouvi eu da boca de uma mulher que guardo no coração. Cheguei a pensar que comigo deveria ser igual... uma cruz a carregar... o fado ou o destino... Nada disso!!!!!!!!!! Não é a cruz. Cada Ser Humano nasceu para ser feliz. Para lutar pela felicidade, para construir algo... porque só assim faz sentido vir à Terra ou ao Mundo. E ninguém tem o direito de nos destruir... muito menos quando amamos...
Muita gente casa e descasa como quem bebe um copo de água, é certo... mas nem todos os divórcios têm como causa um capricho. Acaba o amor... porque ele também pode ter caducidade. Não é surpreendente. Se não mantivermos a chama, a dois. Dificilmente uma parte conseguirá que a outra esteja atenta, se a a segunda não o quiser. E a monotonia em que se pode cair no dia-a-dia é muitas vezes o início de afastamentos... Há quem se esforce, quem até pinte as coisas com outras cores, pensando que não interpretou bem e que a culpa é apenas sua... A culpa .... palavra triste....
Para quem se sente só, triste ou se penaliza por não ter conseguido salvar um sonho, eu deixo um beijo, um abraço apertadinho, um carinho e segredo ao ouvido:
- Miúda(o) gira(o), olha o Céu e para o Mar. Abre o coração e deixa-o voar alto como aquele pássaro que agora passa por cima de ti... É de certeza um anjo que vem ajudar-te. Acredita em ti, nas tuas forças e capacidades. Tu és capaz e a vida é muito bela... por isso estás aqui.
Esta é para todos os senhores e senhoras que hoje estiveram em Tugaland This is to be heard by every ladies and gentlemen that were in Portugal today Ça s'adresse a tous les messiers et dames qui sont venus aujourd'hui au Portugal Para que pensem no que andam verdadeiramente a fazer pelas gentes que lideram so that they think about what they've been doing for the people they are supposed to rule pour ils pensent a ce qu'ils sont en train de faire vraiment pour le peuple qu'ils gouvernent
Acima de tudo é para quem começa as guerras, Above all, is dressed to all those that keep starting fights and wars Surtout cette chanson c'est pour ceux qui toujours commencent la guerre
Pois. Eu sabia que, depois de um dia formidável passado com a minha coisa mailinda, ali para os lados da ribeira da capital, que não tem nada a ver ca ribeira do meu Puarto, não deveria assistir ao jogo Tugaland- Poland. Mas pronto... sabia mas vi.... Durante a primeira parte, pudemos ver como se joga baixo, ou mais precisamente futebol ao estilo 'amaricano', 'atapetado' à Europa. A Polónia jogou muitas vezes com 12 jogadores, um deles com roupita de outras cores, mas pronto... tem que se estar preparado para tudo... Maniche ... o meu Maniche kido, home mailindo do meu Puartu, esteve, as usual, no seu melhor e provou-o a certa altura, quando se andava a comer relva e mainada... Quando os tugas marcaram o sigundo, mesmo contra ventos e marés,e eu a ver as bisarmas ambulantes a cascarem nos tuguuinhas e a libertar o meu nortenho aos berros, ( foi mais forte que eu)... eu dizia à nina: - Que marquem o terceiro e se deixem de frescura. Ainda levam um abanão não tarda... e tungas.... Viu-se. Eu juro que não foi assim a modos que uma desmancha-prazeres, nem profetisa da desgraça, mas estava-se mesmo a ver o que ia acontecer... e eu nem sou grande expert nestas coisas de esférico rolando sobre a relva...
Que venha o próximo e a ver se trabalham todos para o mesmo lado. Ricardito, filho, merecias um par de tabefes no segundo franganóide que lebaste.
Para a Polónia, fica o meu agradecimento: um jogador lindoooooooooooooooooooo do qual nem fixei o nome e baptizei de Matusalém ou Mausoléu, conforme se ia comportando com os tuguinhas. Entrou mais prós finalmente da segunda parte. Era uma estampa!!!! Mas era Polaco... ahahahahah ninguém é perfeito... embora parecesse quase, quase, quase....
( Depois de escrito ou desabafado - Não se zanguem os adeptos ferrenhos ou aficcionados da bolinha dos códradinhos. Isto é só um desabafo).
Das poucas individualidades a quem, plenamente consciente do dom que tinha, quis a doçura deixar que partilhasse a arte com o povo. Simples no falar, cândido e bondoso, Luciano Pavarotti demonstrou pela vida fora tenacidade, espírito empreendor e muita criatividade...No blog do DragãoAzul estão momentos com Pavarotti, mais uma estrela no céu...
Aqui páro o olhar desassossegado em ti repouso, respiro fundo olho-te com ternura
Saúdo-te e rio face a face e em ti me estendo, confiante certa do amor da compreensão de algo maior que os homens maior que o mundo que todo o Universo
Salvé Rainha dos Mares azul ternura doçura amena que me abraça gentilmente
Pronto... quem me conhece sabe que é muito difícil calar-me... e se me enfurecemmmm ,...enfim... fevilho e cá vai disto que amanhã não há... não ando à bulha ( tá descansado rafeiritoque inda num é desta que vou para a arena em fato de banho! ), não ando mas apetece... Vou desbroncar-me mas que se lixe... então é assim, há já algum tempo que Fort Worth não vinha no mapa aqui do meu cantito, hoje aparece para ler posts onde se fala do governo. É interessante como se vem meter o nariz controladeiro em coisas que não matam nem põem a vida de ninguém em risco. Porém, não se aperceberam de certeza, de uma interessante essa sim nojenta e perigosa entrada no blog, com pesquisa no Google, cujas palavras eram semelhantes a isto: niñas pré adolescentes desnudas. Isto sim é de bradar aos céus. O que faço? a quem me queixo destas duas invasões? Porque é que não vão espiolhar os maus da fita verdadeiros cum caraças... para o raio que os parta?... Rafeiro, se me arranjares uma arena seja com lama ou com pedras e me lá puseres com estes energúmenos, garanto-te que, pelo menos pelo cansaço eu me acalmava... mas não se livrariam de levar nas ventas durante um bocadito.
Boa quinta e beijocas larocas às fadinhas anjos e gente doce Os malvados considerem-se suspensos, de pernas para o ar, em árvores e picados por abelhas e vespas no sim senhor durante um mês.
Eu nem era para cá vir hoje... ando a sentir já um cansaço e um sono arrasadores e esta maldita dor no joelho não me deixa estar sentada. É castigo... O médico queria injecções e anestésicos, mas enquanto não descobrir de onde vem esta filha da mãe de dor, eu não quero deixar de a sentir, não vá pôr-me a dançar, a pintar mais paredes ou outras tretas e estragar mais ainda este caruncho malvado... Bueno, mas o que me traz cá é outra coisita... Eu andava calminha mas... quis o destino que de volta ao lufa-lufa, me saltassem as coisas de energúmenos à bista, à mão, ao mail...
Desta vez, recebi de uma colega a divulgação de uma petição que está on-line por causa de uma nova macacada. E chamo-lhe macacada porque já me envergonhei ao ler as razões porque vão fechar um curso de língua portuguesa em Cambridge. Quem quiser ser minimamente cívico, poderá aceder ao site da petição... e quem achar que vale a pena lutar por uma identidade que teimam em espezinhar, assine... É aqui: http://www.petitiononline.com/portsACP/petition.html
Ao ver este, pensei de mim pra que mim: tou quase a conseguir rebolar e ladrar à ordem dos meus canitos eheheheheh... já consigo olhar para a comida e ficar só a ensalivar. Nem é mau de todo...
Para variar o corropio começou. Não há tempo para quase nada a não ser apagar 'fogos' ... o dia acabou com a saída do hospital às 23 horas, o que é perfeitamente normal... pelo caminho, houve 'runiões' estranhíssimas, com interlocutores que iniciam dizendo que ser uma conversa e terminam num monólogo eheheheheh, seguido de mini reuniões apressadas mas muito mais produtivas, diga-se... entretanto o ratito roía o estômago e lá se caminhou para a comidinha que ninguém é de ferro... , uma passagem por casa e marcação ou pedinchisse para a nina mostrar a boca, um dente estranhamente encavalitado noutro, mais parecia ter-se rachado a meio. Dentista!!!! Anestesia e uma hora de espera... ( sempre deu para folhear uma revuista e ficar a saber mais umas quantas fofocas que eu desconhecia, agora posso dizer que estou mais informada, o problema é que já nem me lembro do que li). No fim era o definitivo ( dentola mailinda de canino !!!!) a empurrar mais um teimoso dentito de leite ( hello!!! Tou a ficar cota!!!!) corre-corre para a ginástica e lanche pelo caminho com meia hora entre um local e outro para não haver desperdícios de tempo,e por fim eu... um joelho anda armado em estrela de cinema e vá de me moer o juízo... nem conduzir direito já dava... Mais um dia perfeito...Acho que se não fossem assim... não teriam grande piada...
Agora a ver se me estico porque a onda de reuniões está para ficar... e eu já corro coxa :)
Boa quarta e beijocas larocas para todos
P.S. Ah!!! A propósito, sem propósito nenhum porque nem tem a ver com nada mas pronto, cá vai, a terra daqui está em festa... grande romaria. O centro da coisa em causa fica num alto, elevação e parte de serra linda. O que se passa é que para além de ruas íngremes como o caneco e de um percurso labiríntico na zona histórica, em que os sinais de trânsito me baralham de tal maneira que volto ao local do crime umas duas ou três vezes antes de encontrar o caminho das pedras de novo, para além disso tudo, tem muito pouco local de estacionamento. E emdia de festa então eheheheheh deseja-se cilo-autos... Ora hoje, de regresso do médico, pude ver a coisa ao rubro, os carritos eram tantos no sopé da 'montanha' que os tugas resolveram começar a estacionar em cima das raias ou zebrados, nos separadores centrais ... enfim... valeu de tudo... um cadito, tudo nada à minha frente, afanosamente estava o reboque que aposto, para muita pena do dono, só poderia levar um de cada vez... Esta noite hou ve malta que de certezinha gozou a festa de maneira lucrativa e malta que quando chegou ao local do crime ehehehehehehteve surpresa. Se fosse eu, era rapariga para achar que me tinha esquecido do local onde tinha estacionado o bólide, mas há-de haver quem perceba o que aconteceu. Falta é saber se aprendem com a lição ou se ainda se armam em vítimas e vá de armar escandaleira grossa, como de resto é hábito em terras de tuga.
Se não fosse trágico seria para rir... só cá nesta terra, mesmo!
O mistério do quarto 311 do Hospital D. Pedro em Aveiro (facto verídico).
Durante alguns meses acreditou-se que o quarto 311, do hospital Dom Pedro em Aveiro, tinha uma maldição.
Todas as sextas-feiras de manhã, os enfermeiros descobriam um paciente morto neste quarto da unidade de cuidados intensivos.
Claro que os pacientes tinham sido alvo de tratamentos de risco mas, no entanto, já se não encontravam em perigo de morte.
A equipa médica, perplexa, pensou que existisse alguma contaminação bacteriológica no ar do quarto.
Alertadas pelos familiares das vítimas, as autoridades conduziram um inquérito.
Os utentes do 311 continuaram, no entanto, a morrer a um ritmo semanal e sempre à sexta-feira.
Por fim, foi colocada uma câmara no quarto e o mistério resolveu-se: todas as sextas-feiras de manhã, pelas 6 horas, a mulher da limpeza desligava o ventilador do doente para ligar o aspirador!!!
Num concerto de música o maestro apresenta o grupo de músicos da orquestra, a peça acabadinha de toar ( que eu apreciei) e a peça que de seguida apresentarão. Comentário da nina, vergando-se para mim, e coxixando ao ouvido ( nada que não dê nas bistas): - Mãe, eu tenho a sensação que o maestro é gago. - É. E fala a correr para que corramos atrás dele. É cansativo, né?
Um dia destes acordámos (para varia e por culpa do jetlag) opr volta das 13 horas. Às 15 fmos comprar pãozinho caseiro. A nina entra na loja e cumprimenta: - Bom -dia! - sonoramente e próprio de quem está feliz. - Bom-dia ou boa tarde - corrige a senhora pressurosa... - Ah! pois, boa tarde - corrige a messinha a sorrir para dentro e para fora... - Então e já almoçaste? - quis saber a estimada senhora nada cusca.
E a nina estava a contar este diálogo até chegar a esta parte. - E eu respondi - Não. Eu, já a conduzir, com o cheirinho a pão quente a entrar pelo nariz acima, exclamo: - E tu disseste que não tinhas almoçado a esta hora? Que horror!!! Vão pensar que passas fome... - Ó mãe... eu sou uma criança inocente!!!!!
Há uns dias atrás... mais coisa menos coisa, em conversa ca minha vizinha, contou-me ela que uma osga marota lhe tinha entrado na lareira e se abrisse a portita ela entrar-lhe-ia em casa. Ora eu, que detesto osgas, fiz logo aquele esgar número 33333333 e disse algo atroz, pelo que lhe li no olhar, tipo acender lareira, abrir depressa e bater-lhe com vassoura... na verdade nem me lembro bem da sugestão. A vizinha, que tem coração de oito para bicheza disse-me logo que nem pensar, que nuquinha iria fazer mal à bicha.... Passados uns dias, enviou-me marotamente um mail em que explicava a saga da osga: abrira a porta, a bicha fugira para dentro da casa, mas deixaralhe a porta da ria aberta até ela sair.... Ora adivinhem para onde dá a porta da rua.... nem mais... para a minha porta... Eu respondi na hora com uma questão e um grito: - vizinhaaaaaaaaaaa. A osga vai atravessar a rua e vem para aqui... É a porta da frente?????
Resposta marota número dois ( esta minha vizinha tem um humor refinadíssimo, terrível ela): - A porta da frente sim. As osgas normais medem cerca de 10 cm as minhas medem 20. Esta nunca irá para aí porque o restaurante deste lado é muito melhor. Agora o rato que apanhei no comedouro dos pássaros eheheheheheh
EU TENHO HORROR A RATOSSSSSSSSSSSS!!!! É tramada ela... mas gosto assim. Fartamo-nos de rir sempre que se tagarela um cadito.
ora sobre os ratos há que contar esta brilhante história... estava eu placidamente a ouvir o noticiário quando fico suspensa naquela história dos ratos que, aos milhões ( epidemia mesmo) se deslocam deEspanha para Tugaland.... Do norte, Zamora... fixei, para variar... e a notícia dizia que os Espanhóis avisaram a tugalândia e lançaram alertas...
resposta pronta do ministro de tugalând responsável pela agricóltura: - Temos as barreiras naturasi, o rio Douro, não há que dramatizar para já...
Ora eu cá fiquei a pensar, neste cantinho onde nada catastrófico se passa, porque se acontecesse um sismo ou coisa assim a protecção civil nem tinha muito por onde se mexer para ajudar por não ter material que chegue, e há pagamentos ou havia no início de Agosto em atraso, mas há topos de gama à porta ( ups, lá tou eu a falar demais, mas só conto o que me conta quem sabe, ok?) ora dizia eu que... esperem lá ... mas os ratos não nadam? Não são eles quem primeiro abandona um navio que naufraga? Ó sr. ministrooooooooooooooooo, quais são as outras barreiras naturais? poços? balha-nos Deus!!!
Há uns dias atrás eu falei aqui no meu sobrinhote que vem aí e de como foi herói no safari. Desengane-se quem pensou que fui ao Quénia... a srª ministra não deixa, diria eu em tempos... agora digo... a conjuntura económica mundial não mo permite.... é mais bonito, cordial e grrrrrrrrrrr...
Mas voltemos ao que interessa. pois o Safari de que falava teve lugar num sítio bué giro perto de Montemor-o-Novo. Mais propriamente perto de Lavre. Para variar foi uma aventura para lá chegar ( vou confessar baixinho: eu era a cicerone). Tá explicado. Fizemos quilómetros a mais ( também quem me conhece não se espanta porque sabe que eu ando sempre às voltas). Mas valeu a pena e por isso fica o endereço e a sugestão:
Não são só os políticos que fazem a sua rentrée. Nós també. A única diferença, (a slight one, tão levezinha, tão mixuruca, tão ínfima que se torna irrisória e de somenos importância) está no serbicinho que fazemos e naquilo que ganhamos em troca. Ora este ano, teremos colegas nossos com mais alguns anos de serviço que nós, a avaliarem o nosso trabalho, a assistir a aulas, e a contribuir para que possamos fazer parte da percentagem ou cota de excelentes que o governo permite a cada escola. Parei a frase para ganhar fôlego. Tou destreinada.... Sendo que, com a sorte que temos, e dada a medida economicista em causa, ,ilhares de profs não irão progredir nos próximos anos. Ora eu, que tenho andado a fazer uns progressos na nha bidinha, e continuo a tentar aprender a ser sábia, acho que arrumei as botas de vez e me dedicarei à pesca não sei bem do quê não tardará muito. Não que tema que me avaliem... não é isso. Temo os dois pesos e as duas medidas, e sei que, por muito que isto seja levado à risca, muita gente vai ser lixada com um éfe enorme.
Quer queiram quer não, os padrões da flexi segurança estão a ser postos em prática, com nomes diferentes... subrepticiamente.
E escusam de cá vir espreitar os espionetos do costumbre, perdem tempo e são meros lambe-botas de um pinhado de gajos que terão o mesmo fim que eu e todos os comuns mortais: ser pó! Sabendo isto, verdade insufismável, pergunto-me porque é que teimam em tornar a existência dos outros miserável? A mesquinhez humana é atroz...nojenta... enfim... disse
Laumalai esta é para ti, kida... e boa rentrée. Deus nos acuda!!!! Certo?! Proponho que, nos dias menos claros, cantemos descalças esta aqui. Que tal? Tou a falar a sério!
A reboque de um comentário do DragãoAzul aomeu tributo a Lady Diana Spencer, princess of Wales, lá me decidi a prestar homenagem a algumas personalidades que, ao longo da História da Humanidade se foram destacando pela perseverança, humanismo, sabedoria, solidariedade. Hoje começo por Madre Teresa de Calcutá, como sugeriu o Dragão. De facto, uma mulher anjo, uma doce criatura que lutou pela dignidade de um povo.
Considerada a missionária do século XX, concretizou o projeto de apoiar e recuperar os desprotegidos na Índia. Através da sua congregação "Missionárias da Caridade", partiu em direção à conquista de um mundo que acabou rendido ao seu apelo de ajudar o mais pobre dos pobres.
Como em todoas as situações, há quem defenda o trabalho desta personalidade e quem o critique.... como diz a minha filha, há sempre duas versões de uma história...
A conversa é sempre parecida... cervejas... Gosto das pretas, das loiras , como agora lhes chamam, e de preferência finos e imperiais fresquinhas.... Mas como, para variar, ao fim de uma já canto, rendi-me esta semana, por conselho da nha mana mais nova, às cervejas zero, ou coisa assim... O cómico da coisa foi beber uma alegada cerveja sem álcool e ficar ligeiramente toldada... desconfio que a água tem poses... só pode....
Ainda me tentou com aquelas com sabor a frutos, a nha mana, mas... para dizer a verdade... na... prefiro as do costume... agora dizerem que não tem álcool... esperem, li depois, nas letrinhas brancas pequeninas que afinal tem apenas: 0,3% de álcool... a única coisa boa, para mim que há uma semana não fumo, e desatei a comer que nem uma enfardadeira tresloucada sem motorista, é que a seguir diz: " tem metade das calorias de uma cerveja (...) normal" . Acho que já me sinto melhor...
Os ponteiros do relógio continuam a correr e nós na direcção oposta ou coisa assim... Vai ser lindo o início de Setembro, com o jatlag a dar cabo da mona... Não tenho andado com muito tempo porque nesta casa... a cada obra começada, sucede um desarranjo melhor... Acabei os rodapés de um quarto, fundiram-se-me duas lâmpadas... Pintei o tecto da cozinha, dei cabo do tubo do esquentador... ando a ficar desconfiada de que, quanto mais faço, pior fica....
No meanwhile, comprámos duas coleiras com guizo para os bichanos. A ideia foi... cof...cof... minha... pronto , admito, era uma ideia , no começo, genial, assim sabedria sempre onde andavam as melgas... Depois de postas, os gatos ficaram não sío com um look amaricado como se puseram aos pinotes, infelizes com o colar de rubis ( da gata) e de ametistas ( o do gato) eheheheheh ... pior do que vê-los aos pinotes é estar deitada a descansare ouvir guizos pela casa... vou ter que lhes tirar aquela coisa, senão não durmo.... talvez os pinte de verde fluorescente... assim sei onde andam, basta olhar e não me dão cabo do miolo... é caso a pensar.
Era jovem acreditou no amor morreu cedo demais para saber o sabor
Aqui fica um demasiado pequeno tributo à menina-mulher que acreditou no amor e em contos de fadas, no meio de ogres e gélidas criaturas de fachada... talvez tenha, no fim, encontrado o amor e hoje o viva de forma intensa e verdadeira... Onde estiver, Lady Diana, continue a velar como o fez pelo mundo fora, enquanto lhe permitiram.
esta semana foi intensa e doce, com a minha maninha mais nova, que espera um sobrinho meu, (um filho dela, para nós darmos colo e brincarmos como fizemos com a princesa linda e cómica que é a M.). Alex aguentou um safari, com apenas 5 meses, dentro da barriga da mãe... Grande menino lindo... Valente....Os dias correram como água entre os dedos, e eu e a nina levámos o tempo atrás de gatos e cães, que teimam em fugir para a terra e em esfregar o corpinho ... A Lolita chega a ficar castanha, depois de esburacar o chão, ao lado dos troncos de árvores. Mas é especial. Quando a ouço ganir sei que está preocupada com um gatito que foge para sítios inacessíveis (tipo o quintal do vizinho) e lá vamos nós que nem bombeiras, prontas a resgatar a bicheza insana que, por serem bebés arriscam sempre um centímetro mais. Lucy e Miró já sobem à árvore, cresceram e engordaram, graças ao antibiótico e depois de passado o susto de a ver desfalecer. Uma maldita Haemobartonella felis atacou a pequenina... Hoje comem que nem glutões e correm como foguetes. É vê-los a fugir da cadela, apenas para serem perseguidos e mordiscados. Deitam-se de barriga para cima, numa posição que indica o quanto confiam uns nos outros. E à hora de deitar, é vê-los, quase em fila, a aterrar em cima da cama, a escolher o melhor lugar. Eu, a última, lá tenho que serpentear entre cada um e todos, uma perna, um braço, o pescoço ... enfim..., mas respira-se a paz, a dadiva sem a espera de recompensa, porque a recompensa é a própria possibilidade de dar o carinho e a festa, de olhos nos olhos, com confiança. Esta noite foi noite de banhos em fila, para que a cowboiada da subida à cama se possa manter. Pequenos cuidados que ocupam o tempo, mas que permitem a troca de emoções. O Micas fica quieto enquanto é banhado , embora demonstre com o olhar que não é propriamente o melhor do dia, aquele bocado. Lolita tenta fugir até que entende que eu sou maior que ela e mais teimosa... eheheheheheh e no fim, quando estão secos e limpos, lindos e cheirosos, tentam agradecer com lambidelas e pinotes... harmonia em mim... A nina entende-se melhor com os gatros. apesar das arranhadelas... e dança com eles, e deita-se com eles, e brinca e estamos em paz... ( acho que me repito) Mas é fixe ver a Dulcineia no colo a curtir a Kylie Minogue...
Hoje a tarde compensou a noite horrível de trovoada que por aqui resolveu estacionar...
Deixamos excertos de um filme que adoramos:
El Dorado - It's Tough to be a God (Portuguese)
A letra está espectacular!!!! As cores do filme são belas e a bondade daquele povo indígena faz corar de vergonha quem um dia ousou inchar de empáfia por ser colonizador...
El Dorado - The Trail We Blaze (Portuguese)
El Dorado - Without Question (Portuguese)
El Dorado - Friends Never Say Goodbye (Portuguese)
Podia começar por escrever que a praia é um sítio maravilhoso, que tem muita areia, e algumas rochas... que o mar é salgado e tem ondas.... e que as marés mudam de seis em seis horas... poder...podia..
Mas apetece-me dizer que ontem me cruzei com um cro magnon na estrada no caminho da 'peraia'.... aquilo, para aqueles lados é assim para o estreito. Impuseram um só sentido entre as 9 h da manhã e as 18 h da tarde. Ora, para não levar com os UVA, lá fomos mais para o entardecer... hora de ponta que eu esqueci, porque quem vai o dia inteirinho para ficar tostado, marcha para casa a essa hora. Vai daí, como a abestunta criatura queria galgar por cima de tudo quanto era carro, acruzarmos bólides eu disse que ele deveria esperar e que quem vinha naquela direcção estava errado. O bípede acéfalo desata a gritar: - Olha a esperta!!! com sotaque de um lado que não era aquele, fazendo-me sentir uma raiva crescente. Por que razão há sempre uma besta que tenta ser o primeiro em tudo???? In Tugaland ainda há muito a aprender sobre civismo... Viam-se os carros de matrícula estrangeira, com malta efectivamente estrangeira, calmamente a aguardar a vez para passar e a encostar para dar passagem sempre que possível... não interessa chegar depois, interessa chegar... É difícil que entendam????
Volta e meia, na caixa de correio do mail cai uma mensagem estranha... Há uns tempos atrás queriam oferecer-me dinheiro por não terem como o gastar... é interessante a forma como expõem as coisas. Eu admitia que sou burra, ingénua, tola, e que acredito em tudo e todos... mas afinal, dei-me conta que começo a usar o neurónio para me proteger. Vejamos, no Burkina Faso, ou outro país do género havia papel para mim... Bahhh. Hoje recebi esta pérola:
Seu pedido foi confirmado. E será debitado o valor de sua compra em 24 horas em sua conta bancaria. Para acompanhar ou cancelar seu pedido acesse:
Como não pedi nada a ninguém, não encomendei nada a ninguém e não estou à espera de nada de ninguém via Net, fica exposta esta maravilha. Os submarinos, senhores eram para o ministério da administração interna, não para mim. Eu é mais foguetões, se não se importarem. E de preferência com viagem de ida sem retorno. Possa que é demais.
A nina anda numa onda de aprender crochet e tricot. É engraçado o que traz um simples mexericar de sótão. Começou na fada do lar, com a serapilheira e a agulha doida. Na boa acabou um tapetinho para as tais mobílias miniatura. Depois, atacou um casaco iniciado para ela há para aí uns 4 anos. Eu sou assim... ou faço logo ou dura uma eternidade... As costas do casaco ainda lhe servem, mas a manga que estava terminada, quase só dá pelo cotovelo. Mania de crescer depressa esta!!!!
Vai daí a noitada de ontem foi para aprender a manusear agulhas enormes e malhar. Acabei sem a manga do casaco. ahahahahahahahahahah
A culpa nem foi da nina. Deixou o material no sofá e quando demos conta, o gato e a cadela tinham ajudado no trabalhinho.
Hoje foi a vez de cobiçar o crochet... só desejo que não fure dedos, com aquela agulha que me enerva ao fim de algum tempo.
O problema maior reside na dificuldade de reagir a situações de frustração. Não aceita facilmente a imperfeição e vai daí há guinchos e ais, de cada vez que algo corre mal. E é certo e sabido que, num começo destas artes, nunca nada corre lá muito bem... Se vivêssemos na pré-história seria bem mais difícil de a consolar... ahahahahahah
Boa quarta... vou dar aulas de crochet... Socorroooooooooooooooo!
Ir ao blog anterozóide é sinónimo de sorrisos e risos, gargalhadas e boa disposição. Não resisti a copiar uns quantos trabalhos do colega. Bravo Antero!
Ontem um anjo apareceu... a Ela, aposto que a EU estava calminha só vendo e lendo... e já estou a escrever com sotaque do Brasil. Perdoe amiga, mas eu sou mesmo assim, com quem estiver a tagarelar, apanho o sotaque, até gaguejo se for gago o interlocutor. É péssimo mas não sei evitar... :) O meu pai acha que é falta de personalidade, mas isso era sempre a conclusão a que chegava, em qualquer situação...
Bom voltemos ao que interessa 'Eu e Ela', isto é, a minha mais recente amiga, que vive do lado de baixo do Equador ( já estou com vontade de cantar) indicou-me para o prémio The Power of the Schmooze award.
Fico muito grata. Como sou preguiçosa, copiei do blog Ospensamentosdeeueela toda a história e regras deste prémio. Aqui vai, e perdoe minha amiga a minha preguiça:
"(...) criado por Mike do Ordinary Folk e Danielle do Pink Reviews , e, é uma tentativa de reunir blogs e blogueiros que são adeptos aos relacionamentos entre outros blogs e blogueiros, de forma que 'blogar' não seja feito de modo isolado, mas sim compartilhado com os demais. O termo SCHMOOZE, quer dizer, fofocar, jogar conversa fora, trocar idéias, ou seja, bater-papo, e serve para definir o blogueiro, que busca se relacionar com os outros blogs e blogueiros, e que gasta um tempinho visitando e comentando nos blogs dos outros. E, para os schmoozers, esses blogs são conhecidos ou não, assim como, podem ser antigos ou novos. Os schmoozers também incluem outros nas conversações entre os blogs, seja mencionando, linkando, trocando banners, ou através de memes, e participações. Mas, nessa história de Schmooze, existem regras:
SE você receber o "Thinking Blogger Award" ou "The Power of Schmooze Award", terá que escrever um post indicando 5 (cinco) blogs que tem esse perfil "schmoozed" ou que tenha te incluído nesta filosofia;
Adicionar links para o post de quem te indicou, e para o post do Mike, para que as pessoas possam saber a origem do meme;
Opcional: Exiber orgulhosamente o "Thinking Blogger Award" ou o "The Power of Schmooze Award" com um link para este post que você escreveu."
Assim, aproveito e nomeio os seguintes blogs ou responsáveis pelos ditos:
João Aguiar, conhecido escritor português, escreveu há pouco( 2006) uma obra que, sendo diferente da ficção a que nos habituou, me fascinou: LAPEDO Uma Criança No Vale, da Asa. Nele explica a a descoberta do esqueleto de uma criança que data de há cerca de 25 000 anos atrás, perto de Leiria, numa gruta, em 1998. Gosto da obra. A preocupação de João Aguiar em dar a conhecer o que vai sendo descoberto e como são dados os passos , nomeadamente o estudo dos materiais encontrados e a dedicação dos paleontólogos e de outros estudiosos, a vontade de perceber a evolução da espécie, as discussões acesas entre personalidades diversas, umas que defendem miscigenação, outras superioridade de grupos, a forma como é apresentada a comparação temporal usando as iniciais AP para designar Antes do Presente ( tudo isto para mim foi novidade) e o fascínio meticuloso do puzzle que se vai construíndo, foi-me deixando presa à leitura. A criança em causa, teria cerca de 4 anos e terá tido direito a um funeral com rituais que demonstram o carinho de quem estaria com ela. A obra tem para mim valor acrescido pela preocupação do escritor em dar a conhecer ao leitor comum alguns dos momentos, dos achados, das discussões e meandros da arqueologia através de um relato leve e claro.
Como nunca há bela sem senão, (acho que me ando a repetir, srá o primo Al a atacar tra vex?) hoje não houve hipótese de gozar decentemente o domingo. A gata adoeceu e... hospital... e médico... e antibiótico e poooooooooooooooooooooooça... Ao sair do hospital, de gatos, sacolas e saquinhos, à mistura e a tiracolo, tentavamos arrebitar as expectativas quando uma cena gira aconteceu. Só foi gira porque foi rápida, insólita e porque foi... um saco plástico rebolava na estrada a fazer uma caminhada de nenhures para nenhures, empurrado pela brisa e pelos pneus dos carros. Deu-lhe de repente um arzito e o desgraçado sobe, rodopia e agarra-se ao tejadilho ou à antena de um carro, tornando o carro engalanado, prontinho para um casamento. Detesto os tules nos marriages, mas aquele, até fazia um figurão... Notava-se a léguas lol.
Um pouco depois, ouvíamos no carro uma música antiga, de Ana Maria ( bolas não sei o nome para variar) e os queijinhos frescos, acho que se chamavam assim, e a canção tinha por base uma música de ópera. A certa altura, comenta a nina: - Mãe, os operistas, quer dizer... como se chama a quem canta ópera? - Operários! (Eheheheheheh, fartei de rir) - Ah Cantores de ópera! Ahahahahahah Os cantores de ópera não podem estar constipados pois não? E pronto o diálogo seguiu por ali, levantando o ânimo e levando o pensamento para outro sítio que não as doenças, a dor e a morte. Não que não saibamos e não estejamos certas do que nos espera a cada esquina da vida. Como estrada com lombas doidas, a vida tem as suas coisas boas e más. Mas ver sofrer quem não sabe dizer onde lhe dói, arrasa-me... Quando a nina passou a falar e a dizer o que doía e onde respirei fundo e senti menos ansiedade.
Agora e durante os próximos dias, estarei de plantão à Lucy ( diminutivo de Dulcineia, amor eterno de Dom Quixote, cavaleiro da triste figura).
Navego sem vela, nem remo, nem rota no redemoinho da vida A multidão é mar enfurecido que sulca o tempo à força de empurrão, sapatada, e brota em mim a dor a fraqueza a tristeza a mágoa a incerteza o medo e a vontade de fugir
E vejo-me num quarto emparedado empurro as paredes imponentes impotente desesperada e grito porque quero a liberdade a paz a harmonia e nunca a há.
E cerro os dentes e olho o céu e espero o dia de amanhã porque virá seja onde for e com quem for será melhor...
Atracou hoje a barca no teu cais, trouxe a luz que te cobriu e te reveste, trouxe à memória aquela que nasceste, trouxe o amor que carrega o seu arrais
E a barca só pergunta p´ra onde vais Jusante é sol de prata , rio agreste, montante é sempre azul, como o celeste das margens sobem verdes, montes tais.
Batem ondas na barca que balança terna maré, teu rio que te invade ata a corda ao sotão negro da lembrança,
E desce o rio verde da verdade sobe depois num sopro de mudança, e o vento leva a barca e traz saudade.
Publicado nos comentários de Porto à noite, por um amigo - Alcaide 19 Agosto, 2007 02:37
hoje a mecinha da Floribela cantou no Barreiro. O nome da cantora é Luciana. Agora tenho que parar sempreque falo sobre ela, porque, o nome que lhe dou, por sistema e nem sei porquê é Juliana. A nina quis ver e eu gosto de música. Como dizia numa conversa com uma irmã minha, há uns dias atrás, temos um leque muito variado, desde a clássica à Pop Rock, passando por pimba, isto porque queríamos ir à festa de música Pimba ( queríamos que era como quem diz, querer querer não queríamos, távamos a ... digamos que a ... enfim.... tagarelar...) Ora a conclusão da minha irmã foi: Comem tudo eheheheh ! Depreciativo ou não, há momentos para tudo, que se lixe a mania de dizer ai não gosto e não coiso e coiso e tal e depois, vai-se a ver e batem a perninha e o pézito feliz até faz pó nos arraiais.
Ora fomos a caminho do concerto e para variar baralhaei na rota. Quando me cansei, decidi seguir a fila de carros, que mais parecia um casamento e taruz, lá chegámos. Depois , bem... já a pé, ainda tive que perguntar pelo nome da escola, pois quando anunciaram na TV falavam que era junto à escola tal e coiso... e pelas indicações que me deram lá partimos. O etsranho, estranho, etsranho é que, no sentido contrário ao nosso vinha um tal ror de gente que parecia que fugiam de algo, de passo acelerado, em debandada... E eu comentava: - Que estranho... Vês ninguém vai ao concerto... só nós... é mesmo estranho.... finalmente, já no final da rua, rua de feira com bancas de um lado e de outro, a abarrotar de gente qual S. João no porto ao início da noite... vejo um jovem da organização da festa e pronto, lá lhe pedi satisfações... Eu vou escrever baixinho, para não dar bandeira, mas aposto que já perceberam o que estava a acontecer: era eu o soldado que estava mal na formatura... eu e a nina... andávamos precisamente no sentido contrário ao local do concerto que era para onde ia todo aquele maralhal afinal de contas. Bom,, demos meia volta volver e lá caminhámos felizes e contentes, mas sentirmo-nos um cadito ovelhas. Estava à pinha... roda baixinha como sou dificilmente servi para que a nina visse a Luciana. Às cavalitas de quando em vez, lá foi vendo a moça alegre que a meio do repertório teve que interromper por três vezes para informar pais que haviam perdido os seus filhos, porque ali, parecia ser moda perder crianças, de tenra idade, diga-se de passagem e para que conste... embaraçoso. Bailou-se um tudo ou nada e depois de umas seis a oito canções lá zarpou a mecinha para outras partes...
Eu queria mesmo... mesmo, mesmo.... muito, muito, era ir amanhã ver os Xutos e Pontapés, mas sofro de uma coisa qualquer que tem a ver com fobia a multidões desenfreadas que, ao entrar e ao sair dos recintos se tornam cavalgaduras autênticas.... Vou ouvi-los no tubinho, sempre estou mais descansada e não me baralho nas direcções.
Comentário da nina em fim de festa: - Bem este foi o meu primeiro e último concerto...
Mas o que aqui trago agora são pequenas pérolas. Apenas duas.
No Porto, tudo quanto era estátua ( ou quase tudo) estava entaipado e a preparar-se para tomar ' banhoca'. EM AGOSTO?????????????? Quando a malta viaja para ver?????? Que sentido de oportunidade, né?
A outra pérola tem a ver com obras de estrada.
Numa tarde, saltámos a Paços de Ferreira para ver as ruínas da Citânia de Sanfins.
Para lá chegar, tive que ser guiada pela minha afilhada querida, pois sem ela, ainda hoje estaria perdida por lá. Atrás gritavam e riam, cantavam e discutiam mais três...
...e depois de muito jogo de cintura pelas ruas com as tampas de saneamento a lembrarem montículos de terra feitos por toupeiras, que convidavam a uma espécie de corrida ( de caracol) de Kart amador ( muuuuuuuuuuuuuito amador, note-se) e sinais ( placas com a palavra desvio a baralhar qualquer mona ou a par, viradas para quintais, ou viradas uma para a outra), subimos então para as ruínas.
Ainda mal tínhamos começado o percurso e tungas: uma cobra à nossa frente... quatro ninas de chinelos numa terra cheia de erva altinha.
Ao longe o céu punha-se cinzento, cor de chumbo e o ventinho soprava frio. A meio da visita, que já não foi completamente prazenteira por modo da cobrinha, sentimos a chuvinha tola a chegar... Valeu o lanche quentinho e a risota ao ver as placas a desorientar
Uma noite, fui à feira da terra onde há 'gajas boas', Ermesinde, uma vez mais tendo a minha mãecomo Cicerone. Festa de S. Lourenço, ou Simão ou outra coisa, que me perdoe o santo, mas para nomes, só mesmo o dos meus ninos a cada ano que passa. As festas e romarias abundam nesta época, como toda a gente sabe, e não há festa sem carróceis, carrinhos de choque, e.... algodãoooooooooooooooo doceeeeeeeeeeeeeeeeeee. A nina descobriu o petisco há pouco tempo e agora não passa sem uma nuvem rosa ( agora lembrei-me da música do Balão Mágico: "... brincar de esconde-esconde numa nuvem rosa, voltar para casa em nosso lindo balão azul)... xiiii ( e agora lembrei-me que o Fê quê Pê ou Fê Cê Pê ganhou à Académica, não foi? Deve ter sido porque a minha irmá X. fez questão de mandar mensagem a dizer que o porto é o maior!) Bem, mas voltemos à conversa das festas e romarias... perdi uma procissão por ter vindo mais cedo...Ainda há algumas que vale a pena ver, pelo acumular de energia que trazem... se bem que, quando cheguei à igreja, para deixar a minha mãe, antes de iniciar a viagem de regresso ao meu ninho, me tenha baralhado com a cena: o coreto, monado ao lado do largo da Igreja tinha música que "esguichava" dos altifalantes. A porta da Igreja estava aberta ( coisa de pasmar nos dias de hoje) porque se embelezavam ou enfeitavam andores com belas imagens. E A música aos berros era qual? eheheheh O sagrado e o profano in its best - Quim Barreiros com " Ai Mariaaaaaaaaaa, deixa-me ir à tua padariaaaaaaaaaaaaa" , pois ahahahah eu cá, para variar, desatei a rir perdidinha e à espera que a malta de dentro da Igreja aparecesse de flores em riste para acalmar as feras de fora ahahahahah Mas não aconteceu nadica. Voltando às festarolas, perdi umas quantas por desconhecimento, mas estarei mais atenta para o ano. Trancoso ficou-me atravessada na goela, assim como o areiinho no Douro. Há mais marés que marinheiros. por perder o S. João, deveria ter-me vingado com as festas.
Atracou hoje a barca no teu cais,
trouxe a luz que te cobriu e te reveste,
trouxe à memória aquela que nasceste,
trouxe o amor que carrega o seu arrais
E a barca só pergunta p´ra onde vais
Jusante é sol de prata , rio agreste,
montante é sempre azul, como o celeste
das margens sobem verdes, montes tais.
Batem ondas na barca que balança
terna maré, teu rio que te invade
ata a corda ao sotão negro da lembrança,
E desce o rio verde da verdade
sobe depois num sopro de mudança,
e o vento leva a barca e traz saudade.
Publicado nos comentários de Porto à noite, por um amigo - Alcaide 19 Agosto, 2007 02:37