O rio

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sexta-feira, agosto 03, 2007

sete ofícios

A necessidade, sempre ouvi dizer, aguça o engenho. Pois... Descobri gora técnicas fabulosas de construção civil ehehehehe
Andava há dias a olhar para rodapés que comprei. Olhava para eles, riam para mim e eu para eles... Furo-os com berbequim? Pregos com marteladas? Colo-os com o quê? A bem dizer já sabia da existência das pistolas de cola que a derretem e truz... mas com maquinaria pesada eu sou perigosa... E lá estavam os desgraçados a olhar para mim e ... nada. Ora em conversa com gente entendida, soube de uma cola espectacular que depois de afixado o material à parede, só sai de lá com a parede agarrada. E vai daí fiz a bela da incursão a uma superfície comercial de materiais desta cólidade.
Dois rodapés já se podem considerar agarrados para sempre. Nada mau para um começo.
Andar em superfícies comerciais aborrece-me. Tirando sítios com livros, tudo o resto é estonteante. Daí que, quando saímos do empreendimento, a nina, sorridente, me tenha perguntado:
- Qual foi a parte de que mais gostaste?
- Ora... gostei dos leões... mas os tigres também não estiveram mal... mas gostar mesmo, mesmo, foi do engolidor de fogo... para não falar do faquir... (Risota)... O que vale é que, quando andamos assim, as coisas sempre tendem a acabar na risota...
Tirando a parte do:
- Posso ajudar a pintar?
- Humpf!!! ( a prever o que vem por ali), podes.
E daí a pouco:
- Não pinguessssssssss o chãooooooooooo! Escorre o pincelllllllllll!!!!! Não esfregues com tanta força que me espirras toda de tinta!!!! Enfim! É sempre uma aventura isto de querer ser empregadode construção civil nas horas vagas tem muito que se lhe diga.


( Demorei cinco horas a escrever este texto da treta porque já mal siguro os dedinhos para treclar)


Boa sexta

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