O rio

O rio

sábado, maio 05, 2007

Ninguém morre verdadeiramente quando é lembrado

Sei que um dia nos encontraremos.
Sei que não vou precisar de te contar nada.
Saberás sempre tudo o que vai por aqui.
Tenho saudades.

Saudade de rir contigo.
Do teu riso verdadeiro.
Das tuas palavras ponderadas e sábias.
Da verdade que continham.
Do teu espírito guerreiro.
Do teu sentido de equilíbrio e de justiça.

Partilhei momentos especiais.
A caminhada de quatro anos valeu por muitos dos que vieram depois.
A tua modéstia e humildade quase feriam de tão sinceras.
Obrigada pelo que me ensinaste.


Para a Zé,
que donde quer que esteja
será sempre uma miúda bela e especial.




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