O rio

O rio

sexta-feira, agosto 15, 2014

Faith Hill - "Breathe" (Official Video)

FAITH HILL-♪ THERE YOU'LL BE-HQ-Music Video

Hoje... porque o mundo é pequeno demais para nós.

Às amigas que de longe sei estarem em mim, aos amigos que permanecem juntos em alma, quero deixar abraços e sorrisos. O meu silêncio é sossegado. Apesar de não dizer, sinto-vos e estou com cada um junto ao colo. Somos todos luz, brilhamos juntos sem empecilhar caminhos uns dos outros. Por tudo isso eu estou grata a vós. Por me aceitarem no silêncio e no sossego e saberem que estou aqui mesmo quando não digo nada. Sinto e peço, oro e desejo a Luz em cada um, com doçura. Muita doçura.




LeAnn Rimes - Some Say Love

domingo, agosto 10, 2014

From India with Love

Da India, com amor.

Excelente no fabrico e belo na cor, o lenço fabricado para realçar a beleza diária de cada um de nós. Para ver e comprar aqui Luciavogue.com ou no ebay, entre outros sites.


quinta-feira, julho 31, 2014

I am the man who will fight for your Honor!











Ao ouvir esta canção o passado veio num flash e senti a nostalgia e como o tempo passou sem nada de espectacular ter acontecido. A Vida corre depressa demais sem que nos demos conta de como é importante viver.

sexta-feira, julho 04, 2014

A vida é um fio que foge de uma tesoura cega

Quando eu morrer, os sinos tocarão a rebate.
Os sinos tocam sempre, quando alguém parte.
Será a rebate, sem parar, em aflição.
Ela partiu.
E nesse dia, talvez alguns amigos apareçam para se despedir daquela forma desesperada,
esquecendo os momentos em que eu não brilhei e relembrando apenas os bons.
Quando eu morrer, o mundo vai sentir a leveza.
A leveza de mais uma alma que parte.
E poderei, finalmente olhar para trás, ler a história de uma vida de faz de conta, em que as intenções foram sempre bem desenhadas, mas ficaram nesse plano, sem saírem, amarradas por finas e transparentes fitas de medos, de críticas violentas de mim mesma.
Quando eu morrer, serei como a andorinha, mas mais patética, ainda que me tenham permitido estar aqui por muito mais tempo que ela.
A vida é um fio pendurado que uma tesoura cega corta quando ninguém espera.
Nos dias mornos a seguir, haverá ainda quem chore e sinta a dor de forma pontiaguda que nos espeta o peito.
Mas o tempo, esse ser sem corpo, leva as ausências e a saudade fica atordoada.
Entrarão todos no rame-rame da vida e seguirão correndo como eu corri, sem saber bem para onde, porquê nem para quê?
Quando eu morrer quero que riam, que se amem e se abracem e digam:
- Ela está cá sempre, porque é pior que carraça e ama. Gosta de nós ainda que o seu silêncio seja mais forte.
Quero que recordem a mulher que esperou da vida o equilíbrio.
Que se atordoava com  a dor dos outros e se perguntou até ao fim, por que razão o ser humano magoa tanto os semelhantes e mata e maltrata animais, crianças e velhos, os mais indefesos.
Quando eu morrer, despeçam-se com um até já, porque vos esperarei, numa sala imensa, cheia de copos e música,
para rirmos desta realidade aparente que nos leva a crer e a fazer o inconcebível.





quarta-feira, junho 25, 2014

Insustentabilidade de Ser-se na Terra

Há dias em que apetece bater com a porta. Sair sem mala, sem nada. Ir. Apenas para não ter que olhar de frente a mágoa. Quando nos dizem, vezes sem conta, que o mundo é uma selva, não queremos ver. Achei sempre que as pessoas eram boas. À partida somos todos bons... mas afinal, há momentos em que as asas se me páram e acabo por aterrar em locais bem movediços. Tenho cada vez mais cansaço na vida. Há vidas piores. Mas entristece tanto perceber a mesquinhez, a velhacaria, o sórdido daquele que não faz nem metade e se prontifica a sacanear quem se desdobra anos a fio... somos um povo muito medíocre. nunca valorizamos o que é bem feito, sem o fazermos com inveja. E aos que falham por desconhecimento, pisamos (falo de alunos). Nunca damos a mão à palmatória se erramos. Vivemos em constantes desprestígios e a empoar, embandeirar, sorrir e acenar, para o flash... vivemos de faitdivers e num comensalismo humano.

Se de um lado e combate a tortura, do outro estimula-se a competitividade. Se de um lado se combate a guerra, do outro alimentamo-la.... que raio de vontade dá viver aqui?

sábado, junho 14, 2014

Alcione Não Pense em mim







"Miss Marron", Alcione uma mulher única na voz e linda. Adoro!

Amnesty International : Signatures













Torna-te membro da Amnistia Internacional no teu país. Assina as petições e ajuda a libertar pessoas em todo o mundo.  A AI foi criada nos anos sessenta do século vinte por um inglês que tomou conhecimento da ditadura em Portugal com a notícia de dois estudantes presos por terem gritado "Viva a Liberdade!".

A Amnistia Internacional possibilita que enviemos cartas e emails dirigidas a líderes dos países onde alguém está em risco de morte ou a ser maltratado.  Vê aqui: http://www.amnistia-internacional.pt/




Last Week Tonight with John Oliver (HBO): World Cup Excitement

MIDWAY - Efeito dos humanos em uma ilha no Oceano Pacífico.

Exaustão da vida

Este texto é redigido de acordo com a minha vontade e completa rejeição do Acordo Ortográfico em vigor, que nos tira identidade.


Dei por mim a pensar nas mulheres que, fugidas do México, enraizaram nos EUA. Em todas as mulheres que saíram de países onde a vida era mais pesada, e encontraram a estabilidade de uma casa, uma família e o dia-a-dia rotineiro, mas que lhes proporcionou a segurança e a prosperidade que não tinham onde viviam antes. 
Colocar na mesa o pequeno almoço da família, preparar o almoço ao longo da manhã, limpar a casa, (o pó o chão, as janelas), para costurar de tarde, ou bordar ou tricotar paninhos de linha número vinte, com agulha de crochet, que depois farão parte do enxoval de filhas, prendas para o Natal,  ou então para colocar nos móveis. Lembro-me de ver nos braços e costas de sofás e mesmo em cima de TV, uns quantos, em famílias emigradas em países da Europa.... Ah a Europa... mas não vou por aqui...
Preparam o jantar com a saudade diária, dos que saíram pela manhã, e reservam para os mais pequenos e para os maridos a melhor parte do repasto... a abnegação das mulheres...

A capacidade de gratidão de alguns seres humanos é linda. Engrandece, quando vemos que ficam gratas as pessoas que recebem algo e as preenche aquilo que para outras é básico e quase imperceptível. 
São esteio da família e nem se apercebem... quantas vezes intoxicadas pelo desprezo dos que lhes disseram e dizem: "Não sabes, não prestas, não és como as outras..." duvidam de si mesmas com a inocência pueril e assim seguem, crendo que é cruz a carregar. O tal do destino.

Conheci uma senhora com setenta e cinco anos. Enviuvou aos quarenta e ficou com cinco filhos para criar. Tem o jeito de um duende. Baixinha, corada, simples, graciosa. Um livro vivo. Fala com as plantas e nela não há conflitos. A vida é esta e aqui vive. Partilha o que é e o que tem. Aos cinco anos começou a plantar batatas com o pai. Assim se fez o ser belo que é. Sabe o nome de cada planta decor. Quando se deve plantar e como regar. Que pragas evitar e como fazer brotar mais cedo o que se mostrar preguiçoso na terra. As dores, impregnadas até aos ossos, estão lá. Mas o reconhecimento diário de que é feliz fazendo o que gosta e é livre no meio da Natureza dá-lhe o alento. Criou os filhos com tanto amor que se vê e sente o laço que os envolve. 

Esta sabedoria faz-me falta. Correr de lado para lado, com a necessidade de solucionar problemas de outros deixa um grau de exaustão tal que me esqueço na mesma de mim. E a cada dia que passa, olho em volta e vejo o desespero de cada um a transformar-se em instabilidade, em insanidade, em loucura pura. Corremos para um abismo e sabemos disso... de repente apetece-me ser a mulher mexicana que vem para os Estados Unidos. Sem saber que numa ilha do pacífico morrem gaivotas por culpa do ser humano. sem saber que na Colômbia se prende gente por pensar diferente e ser ativista de Direitos Humanos, sem saber que no Quatar morrem emigrantes que ficam reféns dos empregadores sem visto para sair do país.. sem saber que a escravatura existe, velada, legislada por políticos de todo o mundo Que há crianças escravas, abusadas, raptadas... Ainda há muita coisa a melhorar em cada um de nós.... muita coisa...

sábado, junho 07, 2014

Say Something (I'm Giving Up On You)

Ed Sheeran - Give Me Love lyrics (HQ)

Ed Sheeran - I See Fire (Music Video)

Milky Chance - Stolen Dance [OFFICIAL VIDEO] [HD]

Milky Chance - Indigo (live)

Milky Chance - Song ohne Namen

Ortografia dolorosa

Acabei de entrar no blog e fiquei em estado... de choque. E-ma-gre-cer não tem cedilha.... Declaro que o retângulo lateral direito na cor rosa não é da minha autoria... Valha-me santo Agapito (e que me desculpe recorrer a ele e não a outro)... parece que a cada dia que passa, a economia piora e a grafia também. E  acompanha a primeira com uma velocidade supersónica. Não basta o belo do acordo desortográfico... tenho que levar com assassinatos da língua a todo o instante. Tenho vontade de mudar de planeta.

quinta-feira, junho 05, 2014

No fio dos dias...

A vida levada a correr, mal permite que respire, que descanse, que me encontre... à volta vejo loucura. Muita loucura... do nada se atravessa alguém na estrada, ou discutem sem razão... porque a discussão não é razoável...
À medida que o tempo passa, a informação aumenta e as solicitações vêm de tanto lado, que pareço um polvo a rodopiar cheia de papéis para distribuir... parece que sinto o abismo chegar perto... o cérebro transformou-se numa papa grossa, viscosa, e as conversas e as ideias entaramelam-se umas nas outras...
Acho que o caos se instala depressa demais, nos dias de hoje...


Sempre achei que o filme E tudo o Vento Levou seria parecido com a minha história de vida. Mais o contrário... a minha vida seria um repositório de cenas vibrantes.  Amor, muito amor, desorientado, despedidas e brigas que terminavam em beijos e na rendição sublime... depois perguntava-me se aquilo que via não era uma submissão doente... uma fragilidade dependente... e a vida seguiu...
Anteontem revi o filme... não o da minha vida, porque esse é desinteressante q.b. Vi o outro... o da dor e da jovialidade, da intriga e da miséria, do sublime e da arrogância, da bondade e do egoísmo... ri e chorei de novo.

Nunca briguei. O filme não é em  nada parecido... poderia elencar uma interminável lista de diferenças, mas nem merece a pena... não tenho aquele vestido longo, a genica e fúria da Scarlet e se Rhet me aparecesse pela frente, o mais provável era mudar de passeio e evitar o seu olhar e palavras desconcertantes. Admirei a personagem com ar de anjo, que muito superior se relacionava com as situações desagradáveis apenas com palavras de amor e de aceitação:a doce esposa de Ashley, miss Melanie. E Scarlet é obrigada a crescer e conhecer a realidade tão dura dos homens e das armas, da fome e do medo...




Maluco Beleza - Raul Seixas

sábado, maio 31, 2014

Alcione - Não deixe o samba morrer

Os bebés de cá



Essa tal liberdade

Viajante de nenhum lugar

Sou fugaz como a brisa quente de um dia de verão
Passeio suave e leve
a salpicar o ar e as fontes
as flores e as ervas
os montes e as árvores

Viajante de lugar nenhum
sem poiso fixo
sem laços nem apegos


Apenas abraços
muitos
ternos e demorados


E ergo no ar a alma lavada e livre
branca e azul
que voa
em círculos de eterno agradecimento
Sou maior, acrescentei
amei


30-05-2014



Medos

Medos que contraem
medos que sufocam
medos que encerram
o murmúrio das palavras que te queria dizer



Não gosto
Não quero
Prefiro assim
Deixa-me estar


Medo de magoar
medo de entristecer
medo de de ouvir o não


Não posso
não consigo
Prefiro assim
o silêncio, a paz, a busca do equilíbrio... o meu eu e o meu espaço...


Victor & Leo - Fada (Video)

quarta-feira, fevereiro 13, 2013




Há pessoas que apenas acordam tarde demais...




Quando eu era o teu homem...


A cama é a mesma, mas parece um pouco maior agora
a nossa música toca na rádio mas não parece mais a mesma
quando os meus amigos falam de ti
apenas conseguem fazer-me sentir triste
porque o meu coração se parte um pouco quando ouço o teu nome
Tudo parece uuuuuuuhuuuuuuuuuuuuuuu

Novo demais, parvo demais para me aperceber que te deveria ter enviado flores,
e segurado a tua mão
deveria ter-te dado todas as minhas horas, quando tive hipótese
Levar-te a todas as festas
porque o que tu mais querias era dançar
Agora o meu amor dança, mas com outro homem


O meu orgulho, o meu ego, as minhas necessidades e as minhas atitudes egoístas
levaram uma mulher boa e  forte como tu a partir da minha vida

agora nunca apagarei as asneiras que fiz 
e magoa-me cada vez que fecho os meus olhos
Tudo soa a uuuuuuuuuuuuhuuuuuuuu


Novo demais, parvo demais para me aperceber que te deveria ter enviado flores,
e segurado a tua mão
deveria ter-te dado todas as minhas horas, quando tive hipótese
Levar-te a todas as festas
porque o que tu mais querias era dançar
Agora o meu amor dança, mas com outro homem

Apesar de doer, serei o primeiro a dizer 
que eu estava errada
sei que agora é demasiado tarde
para tentar pedir desculpa pelos meus erros
mas apenas quero que saibas


espero que ele te compre flores e segure a tua mão
que te dê todas as suas horas, quando tem hipótese
que te leve a todas festas
porque eu lembro como tu adoravas dançar
que faça todas as coisas que eu deveria ter feito
quando eu era o teu homem

que faça todas as coisas que eu deveria ter feito
quando eu era o teu homem






De volta... ou talvez não...

Depois de tantas medidas drásticas levadas a cabo pelo nosso governo omisso de assertividade para com o povo, acabo por não saber bem o que me apetece fazer. Há dias em que me apetece emigrar, de malas, filha, gatos e cachorrada atrás, sem olhar de volta para o que deixo... Bater com a PORTA e dizer que já chega... 20 anos deitados pela água do rio afora, cheios de coisas boas que dei a um país que agora se arrasta. Depois, lá vem a nesga de sol brincalhona, e acabo por revolver dentro de mim energias ainda existentes... prevalece a vontade de ver vencer um povo, perante semelhante cambada de gente insana. Ainda há muito para fazer cá no pedacito de terra e abandonar navios nunca foi o meu forte. Prefiro fechar os olhos e seguir em frente. Apesar da noção de que isto anda mesmo a tocar o inaceitável há anos e que ninguém tem coragem de colocar um fim com limpeza nesta treta. Hoje amanheceu o dia com a notícia que eu já tinha recebido via email ontem: se não pedes faturas, pagas multa. Se a faturação é obrigatória, não são os clientes quem as devem pedir, em primeiro lugar; Se querem cruzar dados do que ganhamos com o que gastamos e que tipo de vida fazemos, já começa a ser mais que pidesco... primeiro dêem camas nos hospitais, e tratamento decente a todos os que pagam os salários de quem tem estas ideias da treta; Se querem confirmar que aquilo que pagam chega para sobreviver, então assegurem-se de que a educação e a habitação são para todos; O cómico disto é que multam quem já paga e repaga e depois injetam milhões em quem roubou um povo inteiro... São assertivos... ainda não sei onde... Esta coisa faz lembrar o cão que tem um osso entre patas, e na soberba acaba por morder a própria pata... Com um poucochinho de sorte, acabarão entre eles à dentada e poderemos viver sem governo, de forma deliciosamente calma, numa troca direta, mas em paz...

Mãos talentosas Bem Carson

segunda-feira, agosto 20, 2012

Feliz segunda! Que a semana seja brilhante e serena para todos!








Eu sou feita de
Sonhos interrompidos
detalhes despercebidos
amores mal resolvidos

Sou feita de
Choros sem ter razão
pessoas no coração
atos por impulsão

Sinto falta de
Lugares que não conheci
experiências que não vivi
momentos que já esqueci

Eu sou
Amor e carinho constante
distraída até o bastante
não paro por instante


Tive noites mal dormidas
perdi pessoas muito queridas
cumpri coisas não-prometidas

Muitas vezes eu
Desisti sem mesmo tentar
pensei em fugir para não enfrentar
sorri para não chorar

Eu sinto pelas
Coisas que não mudei
amizades que não cultivei
aqueles que eu julguei
coisas que eu falei

Tenho saudade
De pessoas que fui conhecendo
lembranças que fui esquecendo
amigos que acabei perdendo
Mas continuo vivendo e aprendendo.

Martha Medeiros

quarta-feira, agosto 01, 2012

Heart - Alone (Live) Acústica "tradução"

beijocas larocas e férias felizes

Ando meio fora daqui eu sei... Entre pinturas de casa, lutas de gatos travessos com personalidades alteradas por operações (nunca pensei que isto me acontecesse, mas uma precisa de psicanálise e nem sei como fazer), sem subsídio para arejar mais "lejos de aquí", passeatas a pé para poder entrar no bikini, e outras coisas... tipo bater no governo ehehehehe... mais do que legítimo, não me sobra vontade ou tempo para muito mais. Acho que a tiróide tá de novo em ebolição, e a preguiça de fazer análises ainda me vai tramar...

Bem, passei para deixar beijos, abraços e umas coisas mais zen.
Ao recordar Joe Dassin, vêm sorrisos e lágrimas de nostalgia de algo ainda por viver...



Vou voar...
preciso do ar puro e rarefeito pertinho do céu.
De limpar a alma,
libertar pensamentos e crenças esquisitas
que me incrustaram debaixo da pele
e que eu deixei que se me cravassem, ensanguentada na dor
atordoada, tola.

 Quero ficar no limbo, mas abraçada,
sentir a maresia, o vento na pele
trocar olhares
e beijos suaves
ser minha e tua...

Expurgar medos
curar feridas
saltar de rochedo em rochedo
maravilhada com as conchas e búzios
que a vida me traz.


Cada dia que passa
faço achados belos,
momentâneos para os olhos de alguns
perpétuos para mim,
na alma.



Estou aqui,
cada vez mais serena e segura,
pronta a voar
a abraçar cada árvore do caminho,
trocar sorrisos com as gentes,
espalhar o pó de fada do amor incondicional.


Joe Dassin - À toi

Voltei...

Quando o meu dia de exaustão chegar, serei fumo intocável, inatingível, inalterável e inconsolavelmente ficarás só... na memória de um tempo perdido e sofrido, sem retorno, eu escolho subir no ar, perder-me num céu de doçura e paz, luminoso e belo, onde o amor não tem fim, não tem tempo, não tem compassos de espera...  vivo o aqui e agora para sempre!

sexta-feira, julho 13, 2012

Também não resisti...

Anabela Magalhães: Sorry... Não Resisti...: Sorry... Não Resisti... Eheheh... enviada pelo meu afilhado de guerra dos blogues... a quem agradeço a pérola! E este Relvas continua...

segunda-feira, julho 02, 2012

Pudesse eu ver-te, 
talvez para puder dizer que ter-te,
seria bom demais. 
Pudesse eu saber-te, 
por entre brumas e vendavais; 
significaria que te havia dito que ter-te seria bom de mais. 
Pudesse eu ler-te no retoque mais intimo do teu sorrir, 
na curva mais imperfeita do teu rosto, e descobrir, 
nessa imperfeição, uma beleza tão grande e talvez até maior, 
do que a existente em toda a tua face. 
 Pudesse eu tocar-te. 
Somente, tocar-te com um abraço, ou um beijo, 
como culminar de prazer sem desejo
que de desmedido arruinaria a pureza do olhar.
Pudesse eu tocar-te. 
Pudesse eu encontrar, 
nessa imperfeição, 
uma beleza existente em toda a tua face. 
Existe beleza em toda a tua face. 
De olhar meigo e sorriso rasgado, 
de cabelo ao vento, de vestido alegrado; 
tal qual o espirito. 
És. Pudesse eu sentir. 
Somente, sentir-te. 
Sentir em ti e de ti. 
Pudesse o teu cabelo levitar nas minhas mãos. 
Pudesse eu sentir. 
Pudesse eu saber-te, e pudesse eu viver-te. 
Pudesse levar-te e fazer-te voltar, 
ficarmos perdidos no longe do mar no horizonte dos sonhos 
onde te costumo encontrar. 
Nem paraíso és porque pequeno de valor é ele. 
Pudesse dizer-te, ao olhar-te por saber-te quando te li, 
que sentir-te é e a sentir-te sou. 
Pudesse dizer-te que mais nada possuo em mim, 
e feliz estar por isso, porque és hoje e infinito. 
És forma de ser maior. 
És amor. 
Vem dançar ao som do silêncio. 
Vem somente e depois haverá o que houver. 
Vem dançar ao som do silêncio. 

Na verdade, somos uma só alma, tu e eu. Nos mostramos e nos escondemos tu em mim, eu em ti. Eis aqui o sentido profundo de minha relação contigo, Porque não existe, entre tu e eu, nem eu, nem tu. (autor) Rumi

quinta-feira, maio 31, 2012

Quando fecho os olhos pra estar contigo vejo-nos assim como aqui a voar em círculos subindo no céu A história repete-se, tu és Erick e eu Christine tu és francoeur e eu a menina de asas de anjo tu és parte de mim até ao fim Mas não entendes igual e isso não deixa fluir a minha saudade não tem limites a tua é intermitente os planos em que vivemos diferem de tal forma que a tua ausência extenua e a tua presença não chega para acalmar a minha sofreguidão. Amo-te!

segunda-feira, maio 28, 2012

segunda-feira, maio 14, 2012

Pablo Alboran - Te He Echado De Menos... lindaaaaaaaaaaaaaaaaaa




Tenia ganas de pasar junto a tí unos minutos soñando...
juramento de sal y limon
prometimos querernos los dos...

Pablo Alboran - Solamente Tú

Miguel Araújo - Os Maridos Das Outras

Perdóname - Pablo Alborán con Carminho (versão portuguesa/en portugués)

Os Azeitonas - Anda Comigo ver os Aviões (Showcase) - MYWAY

Florence + The Machine - Breath Of Life

One Direction - What Makes You Beautiful

T-Pain - 5 O'Clock ft. Wiz Khalifa, Lily Allen

Lil Wayne - Mirror ft. Bruno Mars

Coldplay - Paradise

Ne-Yo - One In A Million

Simple Plan - Summer Paradise (Australia)

Gym Class Heroes: Ass Back Home ft. Neon Hitch [OFFICIAL VIDEO]

quarta-feira, abril 25, 2012

Viva o dia da Liberdade... o dia em que todos acreditaram ser possível a verdade e a Luz!

Fraternidade e Esperança encheram peitos naquele dia solarengo de Abril Homens e Mulheres de um povo triste sorriram com Verdade acreditando que o Amor e a Liberdade são possíveis. Ratos que aproveitam a bondade de muitos, têm desde então, subido as escadas de um hemiciclo Legislado contra o mesmo povo de formiguinhas. A nível mundial vivem-se estas verdades, estes factos. Mas a ESPERANÇA, O AMOR INCONDICIONAL, A VERDADE E O DIREITO À VIDA ÍNTEGRA, PACÍFICA E FELIZ ASSISTE A TODOS!!!!!!!!!! E até partir o último habitante desta Terra, esta VERDADE manter-se-á no sangue de todas as veias, na Alma de todos os povos. Eu vim de longe... amo os seres humanos e partilho com todos a minha Luz!

quinta-feira, abril 19, 2012

Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio.

Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e nao estamos de maos enlaçadas.
(Enlacemos as maos.)

Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e nao fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.

Desenlacemos as maos, porque nao vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer nao gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassosegos grandes.

Sem amores, nem ódios, nem paixoes que levantam a voz,
Nem invejas que dao movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.

Amemo-nos tranquilamente, pensando que podiamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o.

Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento -
Este momento em que sossegadamente nao cremos em nada,
Pagaos inocentes da decadencia.

Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-as de mim depois
sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as maos, nem nos beijamos
Nem fomos mais do que crianças.

E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim - à beira-rio,
Pagã triste e com flores no regaço.

Ricardo Reis

Pelo poema...






Amar é querer
querer bem
desejar que a Luz da Manhã eternize na pessoa
que nos faz flutuar
corar
e sorrir
nos dias
da passagem por cá

Amar é deixar voar
deixar ir
o que sendo nosso não mora ao lado
apenas em nós

Deixo que escrevas em mim
que graves
como casca de árvore
ao vento e à chuva
no mais profundo de mim
e partas
como mensageiro
de um tempo que não é nosso

Adeus...

quarta-feira, abril 18, 2012






Viver coisas que não são
fazem parte do trajecto...
procuro a clarividência e a Luz
encontrar as pedras
como Tomé...
mas não é fácil.
Já sei,
quem disse que era?
Mas feitas as contas,
o tempo escorreu,
como água entre dedos
maravilhei-me com o nada
e hoje olho as mãos vazias
de coisa nenhuma
e à volta
a plenitude da solidão.
Ainda bem que o céu nunca me deixa desiludida
mesmo da cor de chumbo
não me deixa à espera
não é vão nas promessas
sei que um dia
a viagem de regresso me trará a ternura e doçura que tanto almejo aqui
mas não encontro.


Não me prometam nada, nunca.

terça-feira, abril 10, 2012

sexta-feira, abril 06, 2012

Não queiras Saber de Mim...




Não queiras saber de mim
Esta noite não estou cá
Quando a tristeza bate
Pior do que eu não há
Fico fora de combate
Como se chegasse ao fim
Fico abaixo do tapete
Afundado no serrim
Não queiras saber de mim
Porque eu estou que não me entendo
Dança tu que eu fico assim
Hoje não me recomendo
Mas tu pões esse vestido
E voas até ao topo
E fumas do meu cigarro
E bebes do meu copo
Mas nem isso faz sentido
Só agrava o meu estado
Quanto mais brilha a tua luz
Mais eu fico apagado
Dança tu que eu fico assim
Porque eu estou que não me entendo
Não queiras saber de mim
Hoje não me recomendo
Amanhã eu sei já passa
Mas agora estou assim
Hoje perdi toda a graça
Não queiras saber de mim

Cavaleiro Andante




Porque sou o cavaleiro andante
Que mora no teu livro de aventuras
Podes vir chorar no meu peito
As mágoas e as desventuras

Sempre que o vento te ralhe
E a chuva de maio te molhe
Sempre que o teu barco encalhe
E a vida passe e não te olhe

Porque sou o cavaleiro andante
Que o teu velho medo inventou
Podes vir chorar no meu peito
Pois sabes sempre onde estou

Sempre que a rádio diga
Que a américa roubou a lua
Ou que um louco te persiga
E te chame nomes na rua

Porque sou o que chega e conta
Mentiras que te fazem feliz
E tu vibras com histórias
De viagens que eu nunca fiz

Podes vir chorar no meu peito
Longe de tudo o que é mau
Que eu vou estar sempre ao teu lado
No meu cavalo de pau

sexta-feira, março 30, 2012

quinta-feira, março 29, 2012

Amanhã

Vou viver o insondável
o desgarrado e colorido
sem medo de não fazer sentido
neste lugar em que estou

vou andar, respirar
fazer tudo
rir demais


sobretudo deixar sair de mim
a sensação de que me encontro
sentada, na beira da vida
apenas a vê-la passar

saio de mim e apenas
observo a pequena pessoa
de pernas a bambolear
encarrapitada no muro do tempo
ávida de tudo
de olhar perdido
a viver de sonhos
com sabor de mel
mas que em cada prova
não são mais que fel.

Amanhã
vou viver




A vida é um carrossel em espiral...
os 'déjà vus' relembram que há degraus a subir
para gente esquecida como eu
ou teimosa em reviver
a doçura breve de momentos únicos
esquecendo o sabor amargo
de cada repetida ilusão
seguida de um banco de estação
chamado desilusão
Lembra o colchão mais duro e a almofada
mais carrancuda
onde, de noite, os olhos se tornam serrania pura
deixando as fontes brotar
a água mais cristalina que vem da alma.

É tramado aprender a aceitar
que o momento do aqui e agora
é que é válido
e aceitar o que vem
porque, no final de contas,
é sempre escolha nossa.


Cristina