Eu tou mais crescida...mas escusam de pensar que melhorei, porque a lua é o meu destino. Um degrau, de cada vez, sempre. Porque baralho sempre e não tenho emenda... é escusado. Nem com choques eléctricos... Também só mesmo assim posso saborear, aprendendo a ser sábia com a ajuda doce das fadas e duendes que me conhecem e amparam. Grata a quem me quer bem. Mil beijos e abraços(º_º)
O rio
domingo, novembro 08, 2009
Uma óptima semana com um xi-coração!
Quando a malta quer, a malta... pode.. gostei de ver . Aliás, gosto de ver quando há eventos que fazem com que o povo se junte por causas ou bens ou boas disposições... e faz tanta falta animar.
[Dipdive] Black Eyed Peas Home
Parece-me que today em diante, is gonna be a gooooooood day!!!!
Milhares de beijocas e muitos sorrisos para todos! E saúde, claro!!!!
[Dipdive] Black Eyed Peas Home
Parece-me que today em diante, is gonna be a gooooooood day!!!!
Milhares de beijocas e muitos sorrisos para todos! E saúde, claro!!!!
quinta-feira, outubro 08, 2009
O çuçeçu edukativu...
Em breve virei falar de escolas... como o panorama anda... oerigosamente interessante!
Acordem pais!!!!
Respostas... burras
Acordem pais!!!!
Respostas... burras
Os filhos de uma ... Nã(o)...... São
As coisas andam más... a malta anda sonâmbula e anestesiada, numa vidinha de ramerame e lixando-se para o que está à volta, tipicamente adoptando a postura tuga. Não sei, não vi, a mim não me interessa.
É assim que se refugiam de maleitas e do perigo de enlouquecer perante situações escabrosas.
Hoje liguei ao meu pai, que voltou para o Hospital. Não sabia que tinha sido dopado e que àquela hora, não devia ligar-lhe. Mas benditos telelés, permitiram-me ter a noção diabólica de como se passa a noite num hospital central. Ao meu pai pouco lhe ouvi. Estava tão drogado que não articulava palavras perceptíveis. Pelo contrário, uns gritos de homem bem mais novo, atrozes, fizeram-me ficar arrepiada, em estado de choque e impotente. A quilómetros de distância dali, sem conhecer ninguém, eu achei que haviam metido o meu pai num quarto de loucos. O homem gritava acada minuto, atroando o ar assustadoramente. O pânico tomou conta de mim. Noutro telefone ligava à minha mãe, para tentar socorrer o meu pai dali... em fim de vida, a gente fica quase ao Deus dará, né? Não me atendia. Ela também já acusa cansaço de corridas doidas entre casa e hospital. Liguei a uma irmã, que àquela hora ainda ia gramar uma reunião de trabalho... já não eram oito da noita, veja-se. E continuava de telefone ligado a tremer e a ouvir o homem. Do meu pai já nem sabia nada. Falei com ela. Pedi que tentasse saber quem poderia ajudar... a tendência que se tem é pôr em causa todos os profissionais, certo? Quando se desconhece o que vai no convento... A minha irmã, abatida e farta de correr também, assegurava-me que estava tudo bem, até eu a pôr a ouvir os gritos. Entrou em desespero, tal como eu. Tratou de arranjar forças, não sei onde, e foi tentar saber o que se passava.
Noutro telefone a minha mãe atendeu. Cansada, esgotada, e aos gritos, desesperada lá se foi acalmando. Isto não está fácil.
Então explicou que se tratava de um senhor a quem os médicos mudaram toda a medicação. Durante o dia o homem aprontou com fugidas e actos declaradamente insanos. Mas não tinha gritado. Ficou preocupada com o que relatei.
A minha irmã entretanto, lá tinha mais informações. As enfermeiras estavam a tentar acalmar o senhor. Impotentes, terão que graar com aqueles gritos próprios de loucura a noite inteira... elas e os outros doentes... o meu pai, o outro homem que amanhã será operado, e mais uns quantos que tiveram o infortúnio de não pertencer a uma classe legisladora que se trata em quartos particulares e no estrangeiro.
São homens que seguraram um país durante uns bons 50 anos de trabalho. Apenas filhos de uma Nação que não se compadece com os direitos fundamentais do HOMEM, e que insiste em dourar a pílula quando se tratam de eleições, comunicações sociais e tudo o resto. Estamos pura e simplesmente todos insanos! Continuemos então a olhar para o lado e a assobiar...
Não há quase nenhuma profissão que actualmente esteja a laborar com elementos que não estejam a desempenhar mais funções do que as que deveria.
Não há instalações decentes em quase local nenhum de saúde e educação, que se possa dizer, que funcione a 100%
Mas assobiemos e tratemos de rir... a vida é uma comédia insana... até o drama nos bater à porta!
É assim que se refugiam de maleitas e do perigo de enlouquecer perante situações escabrosas.
Hoje liguei ao meu pai, que voltou para o Hospital. Não sabia que tinha sido dopado e que àquela hora, não devia ligar-lhe. Mas benditos telelés, permitiram-me ter a noção diabólica de como se passa a noite num hospital central. Ao meu pai pouco lhe ouvi. Estava tão drogado que não articulava palavras perceptíveis. Pelo contrário, uns gritos de homem bem mais novo, atrozes, fizeram-me ficar arrepiada, em estado de choque e impotente. A quilómetros de distância dali, sem conhecer ninguém, eu achei que haviam metido o meu pai num quarto de loucos. O homem gritava acada minuto, atroando o ar assustadoramente. O pânico tomou conta de mim. Noutro telefone ligava à minha mãe, para tentar socorrer o meu pai dali... em fim de vida, a gente fica quase ao Deus dará, né? Não me atendia. Ela também já acusa cansaço de corridas doidas entre casa e hospital. Liguei a uma irmã, que àquela hora ainda ia gramar uma reunião de trabalho... já não eram oito da noita, veja-se. E continuava de telefone ligado a tremer e a ouvir o homem. Do meu pai já nem sabia nada. Falei com ela. Pedi que tentasse saber quem poderia ajudar... a tendência que se tem é pôr em causa todos os profissionais, certo? Quando se desconhece o que vai no convento... A minha irmã, abatida e farta de correr também, assegurava-me que estava tudo bem, até eu a pôr a ouvir os gritos. Entrou em desespero, tal como eu. Tratou de arranjar forças, não sei onde, e foi tentar saber o que se passava.
Noutro telefone a minha mãe atendeu. Cansada, esgotada, e aos gritos, desesperada lá se foi acalmando. Isto não está fácil.
Então explicou que se tratava de um senhor a quem os médicos mudaram toda a medicação. Durante o dia o homem aprontou com fugidas e actos declaradamente insanos. Mas não tinha gritado. Ficou preocupada com o que relatei.
A minha irmã entretanto, lá tinha mais informações. As enfermeiras estavam a tentar acalmar o senhor. Impotentes, terão que graar com aqueles gritos próprios de loucura a noite inteira... elas e os outros doentes... o meu pai, o outro homem que amanhã será operado, e mais uns quantos que tiveram o infortúnio de não pertencer a uma classe legisladora que se trata em quartos particulares e no estrangeiro.
São homens que seguraram um país durante uns bons 50 anos de trabalho. Apenas filhos de uma Nação que não se compadece com os direitos fundamentais do HOMEM, e que insiste em dourar a pílula quando se tratam de eleições, comunicações sociais e tudo o resto. Estamos pura e simplesmente todos insanos! Continuemos então a olhar para o lado e a assobiar...
Não há quase nenhuma profissão que actualmente esteja a laborar com elementos que não estejam a desempenhar mais funções do que as que deveria.
Não há instalações decentes em quase local nenhum de saúde e educação, que se possa dizer, que funcione a 100%
Mas assobiemos e tratemos de rir... a vida é uma comédia insana... até o drama nos bater à porta!
domingo, outubro 04, 2009
Implantação da República... um pouco de História
E se... se... se....
Não me seduz a monarquia. A História diz-me que o poder, quando tido como certo, gera monstros soberbos e prepotentes. Nem tem nada a ver com ser-se rei, até porque muitos dos que se vêm governando, são manifestamente audazes para pôr em prática premissas como "quero, posso e mando", ou" para cá deste casarão (palácio) mandam os que cá estão", cenas assim.
A República (res publica - coisa pública"), veio para dar ao povo, que é quem sustenta uma nação, com o trabalhinho duro e puro, voz, poder decisório, capacidade de decisão. Veio, veio... quer dizer, era suposto ter vindo....
vejamos:
Outra face da História. Haja imparcialidade:
Não me seduz a monarquia. A História diz-me que o poder, quando tido como certo, gera monstros soberbos e prepotentes. Nem tem nada a ver com ser-se rei, até porque muitos dos que se vêm governando, são manifestamente audazes para pôr em prática premissas como "quero, posso e mando", ou" para cá deste casarão (palácio) mandam os que cá estão", cenas assim.
A República (res publica - coisa pública"), veio para dar ao povo, que é quem sustenta uma nação, com o trabalhinho duro e puro, voz, poder decisório, capacidade de decisão. Veio, veio... quer dizer, era suposto ter vindo....
vejamos:
Outra face da História. Haja imparcialidade:
Hallelujah .... cof...cof
Isto poderia até ter sido canção no desembarque das tropas, quer-se dizer, das que saltaram, né, porque as dos barquitos, seria mais it's swimming or waving men, sei lá...
Apeteceu-me, pronto... boa segunda, com descansozito, claro! Para quem pode!
Devia celebrar-se a vida assim, diariamente, mundialmente!
Weezer - Island In The Sun: Spike Jonze
Se isto é possível uma vez, por que carga de água não dura para sempre... em equilíbrio? Hein???
Há génios... aqui!
Ando há uns dias a matutar... mas a coisa vai sendo adiada, ou por falta de tempo ou de alembradura. A minha maria papoila tem amigos que agora só vê de vez em quando. Quando se juntam, a genialidade transpira-se-lhes de cada poro e ninguém consegue refrear-lhes o ímpeto de criar cada vez mais. O miúdo tem estilo, é genroso nas ideias e nas palavras. Jove, arguto, decidido e com aquilo que falta aos crescido mas que estes dois, melhor, três, é J! nunca te esqueço! dizia com aquilo que falta aos crescidos, salvo raríssimas excepções, claro: Decência, verticalidade, pureza, limpeza no acto e no raciocínio, honestidade e bondade!
O texto começa assim:" Na Escola dos Meus Sonhos nunca sai água amarela das torneiras.
Na Escola dos Meus Sonhos quem está sentado mais atrás não precisa de um escadote para ver a parte de baixo do quadro.
Na Escola dos Meus Sonhos não há professores vindos do outro lado do mundo que tiveram de abandonar a casa e a família para poder dar aulas.
Na Escola dos Meus Sonhos não temos os ombros doridos por causa das mochilas.
Na Escola dos Meus Sonhos não saímos às 18:15 com toneladas de trabalhos de casa para o dia seguinte às 8:30.
Na Escola dos Meus Sonhos não temos que apanhar Sol para estar ao pé da sala para não chegarmos atrasados. Na Escola dos Meus Sonhos há árvores e sombras.
Na Escola dos Meus sonhos não morremos de frio ou de calor nas aulas. Assim podemos estar atentos sem sofrer.
Se não acreditam, vejam o que escreve ele aqui num domingo, a 24 de Agosto... são teenagers, disse bem: teen-agers de gente... Mantenham-se assim, miúdos... tou orgulhosa!
beijocas
O texto começa assim:" Na Escola dos Meus Sonhos nunca sai água amarela das torneiras.
Na Escola dos Meus Sonhos quem está sentado mais atrás não precisa de um escadote para ver a parte de baixo do quadro.
Na Escola dos Meus Sonhos não há professores vindos do outro lado do mundo que tiveram de abandonar a casa e a família para poder dar aulas.
Na Escola dos Meus Sonhos não temos os ombros doridos por causa das mochilas.
Na Escola dos Meus Sonhos não saímos às 18:15 com toneladas de trabalhos de casa para o dia seguinte às 8:30.
Na Escola dos Meus Sonhos não temos que apanhar Sol para estar ao pé da sala para não chegarmos atrasados. Na Escola dos Meus Sonhos há árvores e sombras.
Na Escola dos Meus sonhos não morremos de frio ou de calor nas aulas. Assim podemos estar atentos sem sofrer.
Se não acreditam, vejam o que escreve ele aqui num domingo, a 24 de Agosto... são teenagers, disse bem: teen-agers de gente... Mantenham-se assim, miúdos... tou orgulhosa!
beijocas
sábado, outubro 03, 2009
Mahatma Gandhi... Gandhiji... a man of love
"God is a supreme good. God to be God must rule the heart... "[...] The safest cause is to believe in the moral government of the world and therefore in the supremacy of the moral law the law of truth and love!"
"Generations to come, it may be, will scarcely believe that such a one as this ever in flesh and blood walked upon this earth." Einstein, about Gandhi
"Generations to come, it may be, will scarcely believe that such a one as this ever in flesh and blood walked upon this earth." Einstein, about Gandhi
Eu violento, tu não violentas, ele pode violentar...
O Dia Internacional da Não-Violência foi celebrado um pouco por todo o Mundo.
Um dia como outro qualquer, em que o mundo inteiro insite em atribuir pontuais alembraduras e segue caminho mantendo as costas voltadas a genocídios, actos prepotentes e atentados reais e aflitivos à vida humana.
A este flagelo chamado violência, não deveria ser atribuído apenas um dia para o olhar de frente. Daí que o desafio diário,que se deveria impor aos nossos filhos: entre os colegas que te proponham atitudes de prepotência e violência será desafio adoptares uma postura superior e pensar que houve homens muito grandes. Grandiosos na sua forma de ver o mundo e lutadores de direitos universais, sempre sem recorrer à violência. Notáveis pessoas que usaram como arma, o amor ao próximo e o respeito pela condição humana de cada um.
É deveras difícil quando acontecem situações neste cantinho que e deixam de boca aberta e nervos à flor da pele. A nina mudou de turma ao findar o sexto. As meninas bem da turma, insistiam em fazer-lhe a vida negra, implicando com a forma como vestia ou por ter pelos nas pernas... se não era por respirar era por tossir. Enfim... barbies feitas a pressão, duma escandalosa malícia e ocas até à quinta geração, roiam-se por dentro pelas notas e autonomia da pequena. E como costumo dizer, os grandes evidenciam-se porque olham à volta e se vêem um grande feito pensam com os seus botões:
- É fixe! Vou experimentar para ver se consigo. Não obstante, os mais pequenos, os medíocres, arranjam maneira de puxar o tapete para que se possam assim ver na mó de cima. Corriqueiros, pobres de espírito, as raça em abundância aqui no burgo.
Mudada de turma, pensamos que o sossego viria. Este ano está com 27 meninos. seis deles conseguem provocar ruído insustentável e no final de meio mês de aulas, ela queixa-se que não consegue ouvir, eles aprontam e os profs desesperam. Um must.
Hoje, dia da não - violência, ao sair da escola, a sua amiga espera que ela saia ao portão, e na minha frente, dá um estalo à minha. E deixa escapar a frase com um sorriso anormal, quase senil, sei lá...
- Pronto, aqui fora já te posso dar um estalo. E ri.
Eu, que já deixei de ser de modas, deixo escapar bem alto, nem sei bem como a olhava:
- E eu posso processar-te por agressão física. Francamente!!!!!
Resposta intrigante:
- Ai é? Ai então desculpe... eu não sabia...
Há com cada cromo... a gratuitidade com que se agride hoje, seja física seja verbalmente cada um é asquerosamente incrível e incólume.
Mas depois vêm exigir dos profs a educação que não consegue, dizem, dar em casa... mas é que se em casa a brincadeira passar por dar estalos, então nada feito... a não ser que o prof. possa recorrer ao mesmo expediente e tenha então uns dois metros de altura... Haja paciência!
Um dia como outro qualquer, em que o mundo inteiro insite em atribuir pontuais alembraduras e segue caminho mantendo as costas voltadas a genocídios, actos prepotentes e atentados reais e aflitivos à vida humana.
A este flagelo chamado violência, não deveria ser atribuído apenas um dia para o olhar de frente. Daí que o desafio diário,que se deveria impor aos nossos filhos: entre os colegas que te proponham atitudes de prepotência e violência será desafio adoptares uma postura superior e pensar que houve homens muito grandes. Grandiosos na sua forma de ver o mundo e lutadores de direitos universais, sempre sem recorrer à violência. Notáveis pessoas que usaram como arma, o amor ao próximo e o respeito pela condição humana de cada um.
É deveras difícil quando acontecem situações neste cantinho que e deixam de boca aberta e nervos à flor da pele. A nina mudou de turma ao findar o sexto. As meninas bem da turma, insistiam em fazer-lhe a vida negra, implicando com a forma como vestia ou por ter pelos nas pernas... se não era por respirar era por tossir. Enfim... barbies feitas a pressão, duma escandalosa malícia e ocas até à quinta geração, roiam-se por dentro pelas notas e autonomia da pequena. E como costumo dizer, os grandes evidenciam-se porque olham à volta e se vêem um grande feito pensam com os seus botões:
- É fixe! Vou experimentar para ver se consigo. Não obstante, os mais pequenos, os medíocres, arranjam maneira de puxar o tapete para que se possam assim ver na mó de cima. Corriqueiros, pobres de espírito, as raça em abundância aqui no burgo.
Mudada de turma, pensamos que o sossego viria. Este ano está com 27 meninos. seis deles conseguem provocar ruído insustentável e no final de meio mês de aulas, ela queixa-se que não consegue ouvir, eles aprontam e os profs desesperam. Um must.
Hoje, dia da não - violência, ao sair da escola, a sua amiga espera que ela saia ao portão, e na minha frente, dá um estalo à minha. E deixa escapar a frase com um sorriso anormal, quase senil, sei lá...
- Pronto, aqui fora já te posso dar um estalo. E ri.
Eu, que já deixei de ser de modas, deixo escapar bem alto, nem sei bem como a olhava:
- E eu posso processar-te por agressão física. Francamente!!!!!
Resposta intrigante:
- Ai é? Ai então desculpe... eu não sabia...
Há com cada cromo... a gratuitidade com que se agride hoje, seja física seja verbalmente cada um é asquerosamente incrível e incólume.
Mas depois vêm exigir dos profs a educação que não consegue, dizem, dar em casa... mas é que se em casa a brincadeira passar por dar estalos, então nada feito... a não ser que o prof. possa recorrer ao mesmo expediente e tenha então uns dois metros de altura... Haja paciência!
sexta-feira, outubro 02, 2009
Fui a... Lisboa!
De cada vez que a viagem se me impõe como incontornável, os arrepios na espinha regressa. Já não suo das mãos, nem tremelico. Mas os suores, pronto. E não é menopausa.
Despachei-me para lá com duas horas de antecedência. De carro, porque tenho uma incrível tendência para me perder... de metro. E lá fomos as duas beldades, eu mais a nina, a caminho da capetal.
Chegadas ao Campo grande, eis que há que fazer escolhas. Ao invés de levar mapa, levei lista de nome de ruas, tiradinha de fresco do Google. Uma pessegada, porque nas esquinas, nem sempre havia placa toponímica. Bem me lixei. à porta de uma universidade (acho eu que era) com putos a prachar putos, lá pedi ajuda a três joves que me indicaram que se eu fosse a direito chegaria lá.
Agradeci e desejei bom ano.... quem sabe se não virão a ser colegas... ou médicos lol...
Mais a baixo encontrei um polícia. Afiançou-me que se seguisse em frente encontraria a rotunda e que era fácil fácil. Que seguiria em frente. Toca o telelé. Da escola... ai e tal... a biblioteca está fechada mas há gente que quer ir e tal... com a conversa, baralhei as ruas e deato a praguejar. Em plena Lisboa, consegui maneira de fazer inversão de marcha. um feito quase único...
Encontrei a rotunda e lá marchei a partir dali.. destino Saldanha. Passo em frente ao consultório para onde queria ir e nem luz de sinal para estacionar. Buraquito que houvesse tinha logo carro lá., circundei, voltei a subir e meti por transeversais. Fui parar à embaixada da Rússia. Nada mal... até marchava uma caipirosca. Com vodka, ná... pois...
decidida a não baixar os braços, ams cheinha de calor, encontrei um lugar para estacionar e pensei de mim para que mim, fica já aqui e faço o caminho a pé.
Ó loucura das loucuras. Com tanto corta e encurta estava baralhada na direcção e ao invés de ir em direcção à praça do destino, levei a direcção oposta. Perguntei a uma senhora que me disse que veio de fora e que isto estava tudo mudado.
A velhota ao lado mandou-me apanhar o 12 ou o 34... e eu cheia de vontade de rir. Vem um estudante que me manda andar para trás. Fazer o caminho inverso e que a direcção era a melhor... a teoria dos primeiros estudantes, tinha acabado de cair por terra:
- é melhor perguntar aos mais velhos que eles sabem tudo.
Apanhar autocarros???????? a meia dúzia de metros do destino?????? Eu sou do norte... ando a pé, for craiste seike...
Marchámos as duas. Passo acelerado, que o tempo estava a encurtar para a consulta.
A nina sismava que eu tinha que falar baixo e não gargalhar. Mas eu não sei rir sem gargalhada. E as pessoas não sorriam. Era tudo sério... triste... terrifico... eu espalhei sorrisos, não quis saber.
Chegámos ao consultório e cumprimentei as senhoras com um simpático :
- Boa tarde!
Ninguém respondeu... moucas do caraças... e prontos... consegui fazer a viagem de regresso em plena hora de ponta sem levar apitadelas. Antes de estacionar, porém, uns 3 ou 4 atreveram-se e levaram com o pior de mim para aprenderem a ser civilizados. No meu norte não é assim, possa!
Despachei-me para lá com duas horas de antecedência. De carro, porque tenho uma incrível tendência para me perder... de metro. E lá fomos as duas beldades, eu mais a nina, a caminho da capetal.
Chegadas ao Campo grande, eis que há que fazer escolhas. Ao invés de levar mapa, levei lista de nome de ruas, tiradinha de fresco do Google. Uma pessegada, porque nas esquinas, nem sempre havia placa toponímica. Bem me lixei. à porta de uma universidade (acho eu que era) com putos a prachar putos, lá pedi ajuda a três joves que me indicaram que se eu fosse a direito chegaria lá.
Agradeci e desejei bom ano.... quem sabe se não virão a ser colegas... ou médicos lol...
Mais a baixo encontrei um polícia. Afiançou-me que se seguisse em frente encontraria a rotunda e que era fácil fácil. Que seguiria em frente. Toca o telelé. Da escola... ai e tal... a biblioteca está fechada mas há gente que quer ir e tal... com a conversa, baralhei as ruas e deato a praguejar. Em plena Lisboa, consegui maneira de fazer inversão de marcha. um feito quase único...
Encontrei a rotunda e lá marchei a partir dali.. destino Saldanha. Passo em frente ao consultório para onde queria ir e nem luz de sinal para estacionar. Buraquito que houvesse tinha logo carro lá., circundei, voltei a subir e meti por transeversais. Fui parar à embaixada da Rússia. Nada mal... até marchava uma caipirosca. Com vodka, ná... pois...
decidida a não baixar os braços, ams cheinha de calor, encontrei um lugar para estacionar e pensei de mim para que mim, fica já aqui e faço o caminho a pé.
Ó loucura das loucuras. Com tanto corta e encurta estava baralhada na direcção e ao invés de ir em direcção à praça do destino, levei a direcção oposta. Perguntei a uma senhora que me disse que veio de fora e que isto estava tudo mudado.
A velhota ao lado mandou-me apanhar o 12 ou o 34... e eu cheia de vontade de rir. Vem um estudante que me manda andar para trás. Fazer o caminho inverso e que a direcção era a melhor... a teoria dos primeiros estudantes, tinha acabado de cair por terra:
- é melhor perguntar aos mais velhos que eles sabem tudo.
Apanhar autocarros???????? a meia dúzia de metros do destino?????? Eu sou do norte... ando a pé, for craiste seike...
Marchámos as duas. Passo acelerado, que o tempo estava a encurtar para a consulta.
A nina sismava que eu tinha que falar baixo e não gargalhar. Mas eu não sei rir sem gargalhada. E as pessoas não sorriam. Era tudo sério... triste... terrifico... eu espalhei sorrisos, não quis saber.
Chegámos ao consultório e cumprimentei as senhoras com um simpático :
- Boa tarde!
Ninguém respondeu... moucas do caraças... e prontos... consegui fazer a viagem de regresso em plena hora de ponta sem levar apitadelas. Antes de estacionar, porém, uns 3 ou 4 atreveram-se e levaram com o pior de mim para aprenderem a ser civilizados. No meu norte não é assim, possa!
terça-feira, setembro 29, 2009
O meu herói!
O meu herói e mais do que um, milhares, são os que eu tenho.
São os heróis sem face, eternos desconhecidos que na calada da noite aterram junto a um carro acidentado e lutam para que a coisa escura, chamada morte não leve tão depressa, quem chegou ali, naquela hora.
São meus heróis os que nas camas de hospital lutam agora para que as doenças teimosas, chatas, cruéis cheias de requinte em malvadez não os tomem por vencidos.
São heróis os meus pais que atravessaram um fascismo, uma revolução, emigararam e regressaram para um país a despontar, e choram agora ao mirarem um territótio endividado, vendido, esfarrapado, esquartejado e moribundo, onde ficam filhas e netos.
São meus heróis os milhares de homens e mulheres que de 400 euros mensais fazem do mês um hilariante cordão sem rede, de sorriso no rosto e abraço pronto.
São meus heróis os miúdos das escolas, onde se reduz às cegas e à pressão o número de funcionários, não contando para segurança senão o número, o rácio, como lhe gostam de chamar agora.
São meus heróis os putos que num país sem nexo, estudam matérias anexas, desconexas
São meus heróis aqueles que lutam e se mantêm de pé.
Herói é quem ama, no meio da batalha, perdoa ao atrofiado
é sublime no abraço, esbanjador no sorriso
doce no olhar.
Boa terça!
sábado, setembro 19, 2009
Experiência... um... dois... caca
É... pois, depois de mudar a cara do blog da minha fábrica decidi tentar fazer o mesmo no meu. Acontece que não encontro nas ofertas deste blogspot nada que me encha a bista. E vai daí, fiz uma experiência. Fisguei, à pressão e às cegas, umas cores maradas para as letras... Foi pior a emenda que o soneto. Ou a ementa que o sorvete, como diz a minhaa mana F.
A preguiça e cansaço de hoje são de tal ordem que vou deixar para depois... talvez daqui por mais uns 3 anos, sei lá.
Depois de fazer limpeza a fundo e geral à casa, de arrastar uma salamandra e mudar móveis, de dar banho a cães e aspirar o sótão, tou pronta para entrar num spa e ficar 3 semanas. Como isso não vai acontecer e a minha tiróide me anda a dar cabo do físico, vim pôr o blog de pernas para o ar, com a vossa devida licencinha. Pardonnez... isto há-de voltar ao normal...
E agora fica a foto que eu gostaria que povoasse as salas e escritórios de todos os sacanas que ainda vão decidindo por nós o que se deve fazer primeiro, deixando a Natureza para o fim. Veio num mail e sem indicação de dono, patente ou direitos de autor, okein?:
A preguiça e cansaço de hoje são de tal ordem que vou deixar para depois... talvez daqui por mais uns 3 anos, sei lá.
Depois de fazer limpeza a fundo e geral à casa, de arrastar uma salamandra e mudar móveis, de dar banho a cães e aspirar o sótão, tou pronta para entrar num spa e ficar 3 semanas. Como isso não vai acontecer e a minha tiróide me anda a dar cabo do físico, vim pôr o blog de pernas para o ar, com a vossa devida licencinha. Pardonnez... isto há-de voltar ao normal...
E agora fica a foto que eu gostaria que povoasse as salas e escritórios de todos os sacanas que ainda vão decidindo por nós o que se deve fazer primeiro, deixando a Natureza para o fim. Veio num mail e sem indicação de dono, patente ou direitos de autor, okein?:
quinta-feira, setembro 17, 2009
Saudades das férias...
É... as notícias de amigas em situação péssima por motivos de saúde, o meu pai que termina os dias com o fulgor de magnata, vizir e navegador, a lembrar o capitão Nemo, do Júlio Verne, a minha mãe a anhar e a enlouquecer ora depressa ora devagarinho e a procurar confusão quando a que tem já lhe sobra, os ossos da pequenita a teimarem em chatear, e uma gripe porca, que humanos decidem tornar estrela de cinema em troca de um punhado de moedas e um prato de lentilhas.
Cansei.
Rafa, perdoa não ter sido possível ainda meeting algum... a coisa destrambelhou de novo e o caminho a correr para o Norte é agora o mais conhecido da minha geringonça. Mesmo sem GPS, já não me perco. Numa semana consegui ir do norte ao Algarve e ficar de gatas nos dias seguintes... velhice, eu sei... acontece às melhores gajas!
Resta-me a Paz que me dão os gatos e os cães. Só neste buraquito me dão tréguas.
Entrar na fábrica onde trabalho, FÁ-BRI-CA, é recuar aos tempos de darwin e ver espécies tubarõas a atazanar peixinhos pequenos, é ver Dickens o senhor Scruge em gajas e gajos que, sendo maiores , se crêem melhores.... É lidar com as frases:
- Não sei, não temos, não há ...
E ouvir na TV que foram dados milhões às escolas para que a gripe não se propague.
O meu desejo é que com tanta higiene, ninguém fique doente de nada este ano. Se adoecerem muitos, vai ser catastrófico. Pelo tempo de espera pelas respostas e pelo encaminhamento.
Um dia destes a minha Maria Papoila teve febre de noite e dores de cabeça. Faltava um indicador para a campainha soar de alarme. Para precaver a cena, liguei para a saúde 24 e fiquei a saber que, deveria ter dado Ben-U-ron e não brufen ( quero lá saber se é publicidade e nem pensem em chamar-me à atenção que eu tou a borrifar-me por completo, quando os governos conseguem fazer com que a malta compre rios de tarararara----- miiiiiiiii------- f...... l...... u....).
Mais hilariante foi saber que teria que levar a pimpolhita a um centro de saúde que fica não sei onde, se a coisa perigasse, complicasse e outras coisas acabadas em ásse. O que, felizmente não aconteceu... por enquanto.
Enfim... é com cenas completamente absurdas que me vou encontrando no dia-a-dia... Se alguém, por acaso conseguir enviar-me uma mola gigante, para eu poder saltar sobre estas cenas... eu agradeço.
Mil beijocas e um óptimo resto de mês!
Cansei.
Rafa, perdoa não ter sido possível ainda meeting algum... a coisa destrambelhou de novo e o caminho a correr para o Norte é agora o mais conhecido da minha geringonça. Mesmo sem GPS, já não me perco. Numa semana consegui ir do norte ao Algarve e ficar de gatas nos dias seguintes... velhice, eu sei... acontece às melhores gajas!
Resta-me a Paz que me dão os gatos e os cães. Só neste buraquito me dão tréguas.
Entrar na fábrica onde trabalho, FÁ-BRI-CA, é recuar aos tempos de darwin e ver espécies tubarõas a atazanar peixinhos pequenos, é ver Dickens o senhor Scruge em gajas e gajos que, sendo maiores , se crêem melhores.... É lidar com as frases:
- Não sei, não temos, não há ...
E ouvir na TV que foram dados milhões às escolas para que a gripe não se propague.
O meu desejo é que com tanta higiene, ninguém fique doente de nada este ano. Se adoecerem muitos, vai ser catastrófico. Pelo tempo de espera pelas respostas e pelo encaminhamento.
Um dia destes a minha Maria Papoila teve febre de noite e dores de cabeça. Faltava um indicador para a campainha soar de alarme. Para precaver a cena, liguei para a saúde 24 e fiquei a saber que, deveria ter dado Ben-U-ron e não brufen ( quero lá saber se é publicidade e nem pensem em chamar-me à atenção que eu tou a borrifar-me por completo, quando os governos conseguem fazer com que a malta compre rios de tarararara----- miiiiiiiii------- f...... l...... u....).
Mais hilariante foi saber que teria que levar a pimpolhita a um centro de saúde que fica não sei onde, se a coisa perigasse, complicasse e outras coisas acabadas em ásse. O que, felizmente não aconteceu... por enquanto.
Enfim... é com cenas completamente absurdas que me vou encontrando no dia-a-dia... Se alguém, por acaso conseguir enviar-me uma mola gigante, para eu poder saltar sobre estas cenas... eu agradeço.
Mil beijocas e um óptimo resto de mês!
sábado, setembro 12, 2009
Hoje estou... nostálgica!
Ao ouvir isto, volto a ser menina, por artes mágicas, acredito de novo no céu azul e limpo, no cheiro a terra molhada pelas primeiras chuvas de um Outono longínquo, onde a ansiedade pelo cheiro a papel novo, dos cadernos e livros se esbatia, quando a mala de couro se abria na escola, deixando escapar o aducicado odor a marmelada da saquinha de merenda bordada pela minha mãe. Fazia desejar o intervalo depressinha, para lambuzar dedos e nariz, num enorme "molete", o pão que um general francês se lembrou de pedir aos padeiros de Valongo para fazerem aquando das invasões...
Genuína e sensata!
Sócrates em Barcelos, dizia aos meios de comunicação socual que em Portugal não era necessário um radicalismo de ideias e que o BE apenas conseguia conjugar os verbos em rasgar... destruir, BLA BLA.... Referia-se a Louçã.
Nem sequer classificou os verbos decentemente... no Infinitivo, porque não é Modo Imperativo, mas pronto...
A minha maravilha engrossa a voz, deitada no sofá e liberta a frase com fúria:
- Então é para veres!!!! São as únicas formas de remediar as porcarias que fizeste!!!!
Com uma filha destas, acredito que o mundo ainda tem salvação e que este país sairá um dia desta torrente de lodo político e de aproveitadorismo descarado... Assim haja mais meninos e meninas assertivos e sábios!!!!!
Nem sequer classificou os verbos decentemente... no Infinitivo, porque não é Modo Imperativo, mas pronto...
A minha maravilha engrossa a voz, deitada no sofá e liberta a frase com fúria:
- Então é para veres!!!! São as únicas formas de remediar as porcarias que fizeste!!!!
Com uma filha destas, acredito que o mundo ainda tem salvação e que este país sairá um dia desta torrente de lodo político e de aproveitadorismo descarado... Assim haja mais meninos e meninas assertivos e sábios!!!!!
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