Eu tou mais crescida...mas escusam de pensar que melhorei, porque a lua é o meu destino. Um degrau, de cada vez, sempre. Porque baralho sempre e não tenho emenda... é escusado. Nem com choques eléctricos... Também só mesmo assim posso saborear, aprendendo a ser sábia com a ajuda doce das fadas e duendes que me conhecem e amparam. Grata a quem me quer bem. Mil beijos e abraços(º_º)
O rio
quarta-feira, abril 13, 2016
domingo, fevereiro 28, 2016
segunda-feira, fevereiro 08, 2016
Levantarmo-nos do chão é algo mágico
Os dias passam a correr,
depressa demais para saborear o que quer que seja.
Erradamente, corremos para algo que almejamos
quando o momento presente deveria fazer todo o sentido
O Único sentido.
E caímos.
uns dias por dores,
outros por temores,
outros ainda porque o dia está cinzento,
ou molhado demais.
Levantarmo-nos felizes,
por ainda estarmos neste planeta
nesta nave mágica
que nos leva pelo espaço,
de forma tranquila..
Eu sou feliz na Terra.
Acabei de me levantar do chão.
Comigo quero levantar todas as minhas amadas amigas, os meus seres de Luz e de amor
as pessoas que me amam, amaram, ou me querem bem,
até as que, por qualquer razão não fiz feliz
Ergo a taça do amor sem barreiras e sem peso.
Viva a minha e a vossa vida!
Viva o Amor e a Luz!
depressa demais para saborear o que quer que seja.
Erradamente, corremos para algo que almejamos
quando o momento presente deveria fazer todo o sentido
O Único sentido.
E caímos.
uns dias por dores,
outros por temores,
outros ainda porque o dia está cinzento,
ou molhado demais.
Levantarmo-nos felizes,
por ainda estarmos neste planeta
nesta nave mágica
que nos leva pelo espaço,
de forma tranquila..
Eu sou feliz na Terra.
Acabei de me levantar do chão.
Comigo quero levantar todas as minhas amadas amigas, os meus seres de Luz e de amor
as pessoas que me amam, amaram, ou me querem bem,
até as que, por qualquer razão não fiz feliz
Ergo a taça do amor sem barreiras e sem peso.
Viva a minha e a vossa vida!
Viva o Amor e a Luz!
terça-feira, janeiro 26, 2016
domingo, janeiro 10, 2016
Éter
Estendo a mão em direção ao leito profundo
da vida que corre em mim.
Escorreu-me pelos dedos
nos anos que findaram
endiabrada e fugidia
cheia de pressa de chegar a lado nenhum
Pouco recordo
Pouco vivi
As lembranças fugazes
de momentos perenes
teimam em dizer que devo parar
De promessas vãs
cheia de remorsos
repito que amanhã será diferente
No desejo insano
de alterar o fim
de um filme que me esculpe a pele
e que é visceral
da vida que corre em mim.
Escorreu-me pelos dedos
nos anos que findaram
endiabrada e fugidia
cheia de pressa de chegar a lado nenhum
Pouco recordo
Pouco vivi
As lembranças fugazes
de momentos perenes
teimam em dizer que devo parar
De promessas vãs
cheia de remorsos
repito que amanhã será diferente
No desejo insano
de alterar o fim
de um filme que me esculpe a pele
e que é visceral
sábado, janeiro 09, 2016
Feliz 2016
Desejo que este ano nos traga a Paz, a Harmonia e a Saúde necessárias para progredirmos. Desejo que o Amor e a Abundância, a Prosperidade, a Assertividade, a Humildade, a Verdade, a Felicidade sejam constantes na vida de cada um.
terça-feira, dezembro 22, 2015
Feliz Natal
Que o mundo possa parar,
restabelecer a Harmonia entre seres
de todas as nações
sem barreiras nem contradições.
Possa o Ser Humano
no poder das suas faculdades
tornar este mundo melhor, com a bênção divina
de Deus e dos Anjos e Arcanjos.
Que as guerras terminem
o dinheiro deixe de ser importante
a Saúde se concretize em todos
e a Alegria se mantenha em cada lar.
sexta-feira, outubro 23, 2015
sábado, outubro 17, 2015
terça-feira, outubro 06, 2015
As desmedidas dores nas despedidas
Fujo das despedidas como se me picassem mil vespas.
Nunca gostei de me despedir.
Adio num até logo, porque sei que haverá sempre reencontro, porque as almas estão presente umas nas outras e quando me lembro de alguém sei, que lá longe, também se lembra de mim.
Não sou perfeita. Pelo contrário, a imensa imperfeição em mim leva-me ao corrupio, a uma constante necessidade de reorganizar e como começo de fora para dentro, deixo as introspecções para o fim a cada vez que arregaço as mangas.
E quando o físico se cansa, arrasto-me de tal forma que não sobra energia para introspeccionar seja o que for... e adio...
Faço o mesmo com as despedidas. Não gosto da dor, detesto a tristeza e a despedida traz um amargo de boca tão grande que me agarro com unhas e dentes a recuerdos, a conversas em surdina com quem já partiu ou anda longe. Não são justificações, mas pronto, sou o que sou e valho o que valho...
A pior das despedidas está no vídeo que passei antes. Talvez por isso escolha a solidão. Ter que me despedir de todos os que amo, num qualquer dia em que a viagem de um de nós termina por estes lados é a mais sacana das situações. Dá vontade de revirar o mundo, parar relógios e refilar com alguém que nem sequer tem cupas no cartório.
Viemos porque quisemos, criámos isto para melhorar e muitas vezes ao invés de levarmos a vida com complacência e bondade, perdemo-nos nas datas de trabalhos a cumprir, de compromissos com deveres bacocos, inventados por burocratas, tontos teóricos que do prazer de viver retiraram o prazer...e corremos e adiamos e rasgamo-nos por dentro por não termos feito nem metade do que queríamos nem um décimo do desejável...
Não me despeço... Beijocas e até logo, com imenso carinho para quem está cá e para quem voou.
Nunca gostei de me despedir.
Adio num até logo, porque sei que haverá sempre reencontro, porque as almas estão presente umas nas outras e quando me lembro de alguém sei, que lá longe, também se lembra de mim.
Não sou perfeita. Pelo contrário, a imensa imperfeição em mim leva-me ao corrupio, a uma constante necessidade de reorganizar e como começo de fora para dentro, deixo as introspecções para o fim a cada vez que arregaço as mangas.
E quando o físico se cansa, arrasto-me de tal forma que não sobra energia para introspeccionar seja o que for... e adio...
Faço o mesmo com as despedidas. Não gosto da dor, detesto a tristeza e a despedida traz um amargo de boca tão grande que me agarro com unhas e dentes a recuerdos, a conversas em surdina com quem já partiu ou anda longe. Não são justificações, mas pronto, sou o que sou e valho o que valho...
A pior das despedidas está no vídeo que passei antes. Talvez por isso escolha a solidão. Ter que me despedir de todos os que amo, num qualquer dia em que a viagem de um de nós termina por estes lados é a mais sacana das situações. Dá vontade de revirar o mundo, parar relógios e refilar com alguém que nem sequer tem cupas no cartório.
Viemos porque quisemos, criámos isto para melhorar e muitas vezes ao invés de levarmos a vida com complacência e bondade, perdemo-nos nas datas de trabalhos a cumprir, de compromissos com deveres bacocos, inventados por burocratas, tontos teóricos que do prazer de viver retiraram o prazer...e corremos e adiamos e rasgamo-nos por dentro por não termos feito nem metade do que queríamos nem um décimo do desejável...
Não me despeço... Beijocas e até logo, com imenso carinho para quem está cá e para quem voou.
segunda-feira, agosto 24, 2015
Definição de solidão por Chico Buarque
Chico Buarque define solidão...
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar,
passear ou fazer sexo... Isto é carência!
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela
ausência de entes queridos que não podem mais voltar...
Isto é saudade!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às
vezes para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos
impõe compulsoriamente... Isto é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto e
circunstância!
Solidão é muito mais do que isto...
SOLIDÃO é quando nos perdemos
de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.
Francisco Buarque de Holanda (Poeta, compositor e cantor)
bichinho do mato ou eremita?
A vida trouxe-me amigos e amigas (mais amigas do que amigos) de uma forma generosa. Fui estação. Por momentos param e ficam e depois seguimos viagens diversas. No entanto, cada pessoa que se cruzou comigo trouxe-me mais amor, candura, sabedoria. E prezo cada um, mesmo à distância. Estão nas minhas preces e pensamentos, no dia-a-dia ou pontualmente, mas estão.
Gosto das pessoas que estão ou estiveram comigo em dados momentos, mas gosto de estar só. Há dias li algo que vou publicar de seguida sobre a solidão. Não me sinto só. Nem abandonada. Gosto do silêncio e recarrego-me nele. Olho o céu, as plantas, os bichos e até os objetos e fico no sossego, sem pressa de nada. Pedindo e agradecendo a Deus aos arcanjos e aos anjos a saúde, a força, para mim e para todas as amigas e amigos que me seguraram e amaram a cada instante desde que a minha mãe me pôs neste mundo.
Recordo cada um de vós, dos que ainda cá estão e dos que já estão junto das estrelas e dos anjos com todo o carinho e gratidão.
Às vezes penso que estou meio egoísta por querer permanecer no silêncio, mas depois penso que é nele que o meu equílibrio e a força para me manter neste mundo louco se alimenta e assim posso, mesmo de longe estar convosco.
Chego a pensar que sou meio bicho do mato, mas depois de analisar bem a situação, sinto-me mais eremita.
Não acredito na máxima do "quem desaparece ou não aparece, esquece"... não esqueço as minhas amigas fadas e manas queridas, e sabeis bem de quem falo.
Sei também que vem cá quem não tem a coragem de aparecer e falar noutros lugares. Tenho saudades, sim... mas não posso fazer mais nada do que desejar que o amor e a saúde vos preencham e que Deus vos proteja sempre.
Acho que como eremita já estou a trabalhar bem a aceitação e o desapego. Sou parte de vós e vós parte de mim e sou feliz assim... mesmo que longe. Por isso deixo-vos o meu amor, aquele amor que não pede nada em troca porque que vos estarei sempre grata. Mesmo quando aceno da estação sabendo que partis para outro lugar vivendo o dia a dia da forma que escolheis. Eu faço igual e é nesse respeito pela diversidade e por aceitar o que cada um prefere fazer que eu acredito que devem assentar a amizade e o amor.
Um beijo
Gosto das pessoas que estão ou estiveram comigo em dados momentos, mas gosto de estar só. Há dias li algo que vou publicar de seguida sobre a solidão. Não me sinto só. Nem abandonada. Gosto do silêncio e recarrego-me nele. Olho o céu, as plantas, os bichos e até os objetos e fico no sossego, sem pressa de nada. Pedindo e agradecendo a Deus aos arcanjos e aos anjos a saúde, a força, para mim e para todas as amigas e amigos que me seguraram e amaram a cada instante desde que a minha mãe me pôs neste mundo.
Recordo cada um de vós, dos que ainda cá estão e dos que já estão junto das estrelas e dos anjos com todo o carinho e gratidão.
Às vezes penso que estou meio egoísta por querer permanecer no silêncio, mas depois penso que é nele que o meu equílibrio e a força para me manter neste mundo louco se alimenta e assim posso, mesmo de longe estar convosco.
Chego a pensar que sou meio bicho do mato, mas depois de analisar bem a situação, sinto-me mais eremita.
Não acredito na máxima do "quem desaparece ou não aparece, esquece"... não esqueço as minhas amigas fadas e manas queridas, e sabeis bem de quem falo.
Sei também que vem cá quem não tem a coragem de aparecer e falar noutros lugares. Tenho saudades, sim... mas não posso fazer mais nada do que desejar que o amor e a saúde vos preencham e que Deus vos proteja sempre.
Acho que como eremita já estou a trabalhar bem a aceitação e o desapego. Sou parte de vós e vós parte de mim e sou feliz assim... mesmo que longe. Por isso deixo-vos o meu amor, aquele amor que não pede nada em troca porque que vos estarei sempre grata. Mesmo quando aceno da estação sabendo que partis para outro lugar vivendo o dia a dia da forma que escolheis. Eu faço igual e é nesse respeito pela diversidade e por aceitar o que cada um prefere fazer que eu acredito que devem assentar a amizade e o amor.
Um beijo
terça-feira, agosto 18, 2015
Os mínimos
Gosto deles. Não porque apreciem a maldade mas porque no meio de tanta maldade me parecem inocentes. Parece que apenas lhes ensinaram a ser maus... e quantos de nós não começamos por sermos cruéis com os outros até entendermos que não vem daí nenhum ganho. Bem pelo contrário...
Adoro a língua deles e o riso...
Adoro a língua deles e o riso...
domingo, maio 17, 2015
quinta-feira, maio 07, 2015
segunda-feira, maio 04, 2015
sexta-feira, maio 01, 2015
Se
Se puder, a cada minuto
encolher o meu corpo
fundi-lo com a Terra e o Céu
ser simples haste
um tutor de plantas
e deixar que passe do céu à Terra
toda a Luz e Amor
encharcando os sulcos áridos,
chegando a cada ser
em forma de centelhas de paz e de felicidade
Quero e sou e somos
e aninhamos e espalhamos
espelhamos
damos sem que se veja
quero assim
Permita Deus que a Terra e toda a Humanidade
se possam abraçar
mesmo à distância
que o equilíbrio volte,
o sofrimento seja a cada segundo
mitigado e se torne apenas recordação
Possa todo o Amor de Deus
encher corações
tolde a vista do egoísta e gele os gestos do criminoso
para que as crianças, os velhos
o povo
a Natureza
o paraíso que temos
se mantenha ileso,
quieto,
feliz
encolher o meu corpo
fundi-lo com a Terra e o Céu
ser simples haste
um tutor de plantas
e deixar que passe do céu à Terra
toda a Luz e Amor
encharcando os sulcos áridos,
chegando a cada ser
em forma de centelhas de paz e de felicidade
Quero e sou e somos
e aninhamos e espalhamos
espelhamos
damos sem que se veja
quero assim
Permita Deus que a Terra e toda a Humanidade
se possam abraçar
mesmo à distância
que o equilíbrio volte,
o sofrimento seja a cada segundo
mitigado e se torne apenas recordação
Possa todo o Amor de Deus
encher corações
tolde a vista do egoísta e gele os gestos do criminoso
para que as crianças, os velhos
o povo
a Natureza
o paraíso que temos
se mantenha ileso,
quieto,
feliz
segunda-feira, abril 13, 2015
sexta-feira, abril 10, 2015
quinta-feira, abril 09, 2015
quarta-feira, abril 01, 2015
domingo, março 29, 2015
sábado, março 28, 2015
quinta-feira, março 19, 2015
Vincent - Don McLean - a minha homenagem a ambos, Van Gogh e McLean
http://pt.noadradio.com/stations/113267286/tunein
Don Mclean – Vincent Lyrics
Starry, starry night
Paint your palette blue and gray
Look out on a summer's day
With eyes that know the darkness in my soul
Shadows on the hills
Sketch the trees and the daffodils
Catch the breeze and the winter chills
In colors on the snowy linen land
Now I understand what you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
How you tried to set them free
They would not listen, they did not know how
Perhaps they'll listen now
Starry, starry night
Flaming flowers that brightly blaze
Swirling clouds in violet haze
Reflect in Vincent's eyes of china blue
Colors changing hue
Morning fields of amber grain
Weathered faces lined in pain
Are soothed beneath the artist's loving hand
Now I understand what you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen, they did not know how
Perhaps they'll listen now
For they could not love you
But still your love was true
And when no hope was left in sight
On that starry, starry night
You took your life as lovers often do
But I could have told you, Vincent
This world was never meant
For one as beautiful as you
Starry, starry night
Portraits hung in empty halls
Frameless heads on nameless walls
With eyes that watch the world and can't forget
Like the strangers that you've met
The ragged men in ragged clothes
A silver thorn, a bloody rose
Lie crushed and broken on the virgin snow
Now I think I know what you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen, they're not listening still
Perhaps they never will
Songwriters: MCLEAN, DON
Vincent lyrics © Universal Music Publishing Group
LyricFind
Lyrics term of use
Don Mclean – Vincent Lyrics
Starry, starry night
Paint your palette blue and gray
Look out on a summer's day
With eyes that know the darkness in my soul
Shadows on the hills
Sketch the trees and the daffodils
Catch the breeze and the winter chills
In colors on the snowy linen land
Now I understand what you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
How you tried to set them free
They would not listen, they did not know how
Perhaps they'll listen now
Starry, starry night
Flaming flowers that brightly blaze
Swirling clouds in violet haze
Reflect in Vincent's eyes of china blue
Colors changing hue
Morning fields of amber grain
Weathered faces lined in pain
Are soothed beneath the artist's loving hand
Now I understand what you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen, they did not know how
Perhaps they'll listen now
For they could not love you
But still your love was true
And when no hope was left in sight
On that starry, starry night
You took your life as lovers often do
But I could have told you, Vincent
This world was never meant
For one as beautiful as you
Starry, starry night
Portraits hung in empty halls
Frameless heads on nameless walls
With eyes that watch the world and can't forget
Like the strangers that you've met
The ragged men in ragged clothes
A silver thorn, a bloody rose
Lie crushed and broken on the virgin snow
Now I think I know what you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen, they're not listening still
Perhaps they never will
Songwriters: MCLEAN, DON
Vincent lyrics © Universal Music Publishing Group
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Lyrics term of use
domingo, março 15, 2015
É loucura? E depois?
As estranhas coincidências de a colocarem no mesmo lugar que ele, ainda que por instantes, deixavam-na irritada. Parecia o jogo eterno de esconde-esconde. Ela chegava, ele partia. Entre vigias e reencontros, andava a pairar, mas com uma leveza estonteante e nada bela... é ou não é, passa ou não passa, fica ou não fica... a vida em tom cinzento não é bonita... Volta e meia as ganas de o esbofetear, arranhar e beijar deixavam-na quase à beira da loucura.
Teimoso e inseguro, mantinha-se ao largo, à espera de um momento melhor que nunca parecia encaixar no tempo... e assim deitava a perder tudo, tudo... adiando uma vida inteira...
- Vens hoje? - a ansiedade tolhia-lhe a voz.
- Não sei...
- Como não sabes? O que te prende? - crispada e pronta a libertar a fúria que a definia e lhe dava aquele incontornável tom que o atraía.
- Ah... a vida prende... a vida, ó vida...
...
- Pra que saibas - já irritada com tanta lentidão - pra que saibas, podes sempre deixar mensagem.. Comenta!!!! Pelo menos saberei que estás vivo, caramba!
E desligou, revoltada por não poder contar com uma reacção expectável, pelo menos uma vez na vida, da parte dele...
(Texto escrito à margem do novo Acordo Ortográfico, que é bem tolo, por sinal).
Teimoso e inseguro, mantinha-se ao largo, à espera de um momento melhor que nunca parecia encaixar no tempo... e assim deitava a perder tudo, tudo... adiando uma vida inteira...
- Vens hoje? - a ansiedade tolhia-lhe a voz.
- Não sei...
- Como não sabes? O que te prende? - crispada e pronta a libertar a fúria que a definia e lhe dava aquele incontornável tom que o atraía.
- Ah... a vida prende... a vida, ó vida...
...
- Pra que saibas - já irritada com tanta lentidão - pra que saibas, podes sempre deixar mensagem.. Comenta!!!! Pelo menos saberei que estás vivo, caramba!
E desligou, revoltada por não poder contar com uma reacção expectável, pelo menos uma vez na vida, da parte dele...
(Texto escrito à margem do novo Acordo Ortográfico, que é bem tolo, por sinal).
Sabia que ia doer
ainda que esperasse fosse menos.
um dia a seguir ao outro
deveria permitir levar
adiante a caminhada, umas vezes colorida, outras acinzentada.
demoras-te, alongas-te no tempo e em voltar. Em tornar os dias sempre claros, como faz o sol
em cada amanhecer.
Porquê? E para quê?
São perguntas que a eternidade deverá responder, já que aqui... não escuto nada...
Resta a beleza do mundo, o azul do céu e o regresso enérgico, a cada Primavera, do casal de andorinhas que refila no beiral e me mostra que o mundo não pára, não se perde, não se evita de viver.
ainda que esperasse fosse menos.
um dia a seguir ao outro
deveria permitir levar
adiante a caminhada, umas vezes colorida, outras acinzentada.
demoras-te, alongas-te no tempo e em voltar. Em tornar os dias sempre claros, como faz o sol
em cada amanhecer.
Porquê? E para quê?
São perguntas que a eternidade deverá responder, já que aqui... não escuto nada...
Resta a beleza do mundo, o azul do céu e o regresso enérgico, a cada Primavera, do casal de andorinhas que refila no beiral e me mostra que o mundo não pára, não se perde, não se evita de viver.
quinta-feira, outubro 09, 2014
quarta-feira, outubro 08, 2014
Tu nunca estarás sozinho
Dentro de mim há um mundo.
Não sinto a solidão com dor, ma com respeito
Nela viajo, entre névoas coloridas, pó de estrela e risos.
Viajo encavalitada na esperança e acredito que o amor me basta.
Brinco de espelho como numa feira popular a que não fui
troco piropos e rio
inebriada na magia de palavras leves e abraços curtos.
O corropio da vida aqui, cheia de desafios tortos, retorcidos
ensolavanca a caminhada e os pés doridos, cansados teimam em parar.
É nesse preciso momento que voo
Alto
Estendo asas qual condor
espiolho à volta, olhando para dentro.
Não vejo os outros, vejo-me a mim,
filha do tempo, do vento e do mar
de um espaço sem margens, difuso e leve,
da saudade e dos abraços, da risada cheia e larga.
Sou a pressa e a calma numa mistura complexa,
entre o medo e a coragem,
a força e a fragilidade de mulher cansada
o desejo de vencer-me a mim e albergar no coração apenas memórias doces, completas
de cavaleiros andantes, de espada embainhada,
de fadas etereas que rodopiam cheias de Luz e humildade.
Não estarás nunca só, porque por muito longe que eu vá,
por muito tempo que me demore,
por muito silenciosa que esteja, guardo-te em mim,
peço por ti
e sempre te hei-de amar na eternidade de almas que todos somos.
Não sinto a solidão com dor, ma com respeito
Nela viajo, entre névoas coloridas, pó de estrela e risos.
Viajo encavalitada na esperança e acredito que o amor me basta.
Brinco de espelho como numa feira popular a que não fui
troco piropos e rio
inebriada na magia de palavras leves e abraços curtos.
O corropio da vida aqui, cheia de desafios tortos, retorcidos
ensolavanca a caminhada e os pés doridos, cansados teimam em parar.
É nesse preciso momento que voo
Alto
Estendo asas qual condor
espiolho à volta, olhando para dentro.
Não vejo os outros, vejo-me a mim,
filha do tempo, do vento e do mar
de um espaço sem margens, difuso e leve,
da saudade e dos abraços, da risada cheia e larga.
Sou a pressa e a calma numa mistura complexa,
entre o medo e a coragem,
a força e a fragilidade de mulher cansada
o desejo de vencer-me a mim e albergar no coração apenas memórias doces, completas
de cavaleiros andantes, de espada embainhada,
de fadas etereas que rodopiam cheias de Luz e humildade.
Não estarás nunca só, porque por muito longe que eu vá,
por muito tempo que me demore,
por muito silenciosa que esteja, guardo-te em mim,
peço por ti
e sempre te hei-de amar na eternidade de almas que todos somos.
segunda-feira, setembro 08, 2014
Toca a alma... toca a alma
"- Touch the soul! - He said, - touch the soul. Their soul, only the soul and keep on going through the Universe.
E eu que não havia compreendido o propósito chorava amargamente tudo o que ficava por dizer ou por fazer. A viagem ao hemisfério sul para amar e abraçar, a corrida ao Oriente para proteger e ajudar, ao sul de Itália, ao norte de África e aos States... chorei amargamente separações inéditas e incríveis sem perceber que o plano era apenas um. Só um. Simples e muitíssimo maior: tocar a alma.
Não percebi na altura como era grandioso tocar a alma de alguém e sentir a nossa tocada. Não que não a sentisse mas o propósito não era entendível... faltavam-me conhecimentos. Entendimento.
- Touch the soul/ Toca a alma. E ao tocá-las sou tocada também e uma energia doce, indefinivelmente maior, mais intensa, transbordante e magnífica toma conta e satisfaz de forma que não precisarei nunca de deslocar corpos. Estou em ti e tu em mim, agora e para sempre.
Hoje toco a alma e viajo, livre. sei que não há pertença porque pertenço a todos e a ninguém, sou parte de toda a matéria e matéria nenhuma porque a Luz é quem dita o que sou hoje, podendo não ser o mesmo amanhã.
A certeza mais enraizada que possuo cá dentro e para lá de mim é que os anjos me seguram, me amparam e me ditam que sou maior e melhor do que o invólucro e os "évènements" desta viagem tresloucada num planeta magnífico.
"Sou forte quando estou nos teus ombros, Senhor!"
Cris 08 de setembro de 2014

http://img1.topimagens.com/ti/fadas/fadas_048.jpg

http://escolovar.org/fada.oriana_espelho.aguas.gif
E eu que não havia compreendido o propósito chorava amargamente tudo o que ficava por dizer ou por fazer. A viagem ao hemisfério sul para amar e abraçar, a corrida ao Oriente para proteger e ajudar, ao sul de Itália, ao norte de África e aos States... chorei amargamente separações inéditas e incríveis sem perceber que o plano era apenas um. Só um. Simples e muitíssimo maior: tocar a alma.
Não percebi na altura como era grandioso tocar a alma de alguém e sentir a nossa tocada. Não que não a sentisse mas o propósito não era entendível... faltavam-me conhecimentos. Entendimento.
- Touch the soul/ Toca a alma. E ao tocá-las sou tocada também e uma energia doce, indefinivelmente maior, mais intensa, transbordante e magnífica toma conta e satisfaz de forma que não precisarei nunca de deslocar corpos. Estou em ti e tu em mim, agora e para sempre.
Hoje toco a alma e viajo, livre. sei que não há pertença porque pertenço a todos e a ninguém, sou parte de toda a matéria e matéria nenhuma porque a Luz é quem dita o que sou hoje, podendo não ser o mesmo amanhã.
A certeza mais enraizada que possuo cá dentro e para lá de mim é que os anjos me seguram, me amparam e me ditam que sou maior e melhor do que o invólucro e os "évènements" desta viagem tresloucada num planeta magnífico.
"Sou forte quando estou nos teus ombros, Senhor!"
Cris 08 de setembro de 2014

http://img1.topimagens.com/ti/fadas/fadas_048.jpg

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quinta-feira, agosto 21, 2014
Maria Bethânia - Olhos nos Olhos
Homem que escreve esta canção é um homem completo, claro! Só podia!
Maria Bethânia - Reconvexo
Um trio único de doçura e sabedoria...
Que o Amor cubra o Mundo Inteiro e encha os corações de todos os seres vivos Hoje e sempre.
quarta-feira, agosto 20, 2014
Viajantes do tempo
"Quem pode dizer para onde vai a estrada
Para onde escorre o dia, só o tempo
E quem pode dizer se o teu amor que o teu coração escolheu, cresce
só o tempo"
"Who can say where the road goes
Where the day flows, only time
And who can say if your love grows
As your heart chose, only time"
Enya
No ardor constante de sabermos o que vem a seguir não saboreamos o agora. Sedentos de mais e curiosos, pior que gatos, esperamos melhor a cada dia, sem nos darmos conta do bom que somos e que temos agora. Laivos de sorte, risos pontilhados no tempo, uma cama, mesa, teto e comida. Outros há que nesta hora fogem e se escondem do medo e da morte que teima em chegar mais cedo junto deles, com um bilhete assinado por outros que nem sei bem quem são nem por que razão optam pela violência e crueldade. Temos tudo para sermos felizes mais um dia...
Um dia, diremos de forma diferente, com a mesma nostalgia de sempre, a que o ser humano já se habituou mas teima em não mudar:
- Tivemos tudo para sermos felizes...
Ninguém nos pode dizer para onde vai a estrada da vida, mas sabemos que a empedramos nós, com escolhas nossas, feitas à pressa e irreflectidas, por vezes, mas noutras bem pensadas, depois de aprendermos algo novo... cada retalho das nossas vidas não é mais do que o manto que nos envolverá na partida para a Luz... não haverá malas... só a saudade de casa, a segurança e a noção de que tudo se encaixa, perfeito... por agora, vivemos de tentativas e erros, sem nos lembrarmos de quem fomos, meros tolos, como cães atrás do próprio rabo...
Viajamos num tempo que não existe, somos partes de um nada que é tudo, de milhares de galáxias, de luzes de seres e achamo-nos sempre ou mais ou menos do que realmente somos: a centelha divina... o tempo dirá, quanto fomos e quanto somos nesta passagem a que chamamos vida.
Um beijo cheio de ternura na tua alma, mana!
Para onde escorre o dia, só o tempo
E quem pode dizer se o teu amor que o teu coração escolheu, cresce
só o tempo"
"Who can say where the road goes
Where the day flows, only time
And who can say if your love grows
As your heart chose, only time"
Enya
No ardor constante de sabermos o que vem a seguir não saboreamos o agora. Sedentos de mais e curiosos, pior que gatos, esperamos melhor a cada dia, sem nos darmos conta do bom que somos e que temos agora. Laivos de sorte, risos pontilhados no tempo, uma cama, mesa, teto e comida. Outros há que nesta hora fogem e se escondem do medo e da morte que teima em chegar mais cedo junto deles, com um bilhete assinado por outros que nem sei bem quem são nem por que razão optam pela violência e crueldade. Temos tudo para sermos felizes mais um dia...
Um dia, diremos de forma diferente, com a mesma nostalgia de sempre, a que o ser humano já se habituou mas teima em não mudar:
- Tivemos tudo para sermos felizes...
Ninguém nos pode dizer para onde vai a estrada da vida, mas sabemos que a empedramos nós, com escolhas nossas, feitas à pressa e irreflectidas, por vezes, mas noutras bem pensadas, depois de aprendermos algo novo... cada retalho das nossas vidas não é mais do que o manto que nos envolverá na partida para a Luz... não haverá malas... só a saudade de casa, a segurança e a noção de que tudo se encaixa, perfeito... por agora, vivemos de tentativas e erros, sem nos lembrarmos de quem fomos, meros tolos, como cães atrás do próprio rabo...
Viajamos num tempo que não existe, somos partes de um nada que é tudo, de milhares de galáxias, de luzes de seres e achamo-nos sempre ou mais ou menos do que realmente somos: a centelha divina... o tempo dirá, quanto fomos e quanto somos nesta passagem a que chamamos vida.
Um beijo cheio de ternura na tua alma, mana!
Most beautiful pan flute music - El condor pasa
Hoje relembrei que sou de Deus. Precisava de aquietar a alma e escutei duas músicas. Uma delas, esta. Leva-me a lugares onde talvez tenha vivido noutra vida... na floresta. O local da tranquilidade, jardim de Deus. Sinto-me em casa com este som, quando cheiro a salva brava a queimar... vejo-me de vestes castanhas, descalça, à procura de ervas que curam...
Tanto que se perde da sabedoria antiga, no corre corre de hoje. Os nomes das plantas, os seus benefícios e perigos... a forma simples e verdadeira de se ser, num planeta que pede tanto, tanto para que o respeitemos. Hoje desejo que a Luz e o Amor entrelacem as fadas que na minha vida entraram ao longo do tempo. Quero que a energia boa as preencha e cure, lhes dê a força e a coragem para ultrapassarem todos os desafios.
No meu silêncio eu estou em cada uma de vós. Em cada amigo em cada ser de Luz.
sexta-feira, agosto 15, 2014
Hoje... porque o mundo é pequeno demais para nós.
Às amigas que de longe sei estarem em mim, aos amigos que permanecem juntos em alma, quero deixar abraços e sorrisos. O meu silêncio é sossegado. Apesar de não dizer, sinto-vos e estou com cada um junto ao colo. Somos todos luz, brilhamos juntos sem empecilhar caminhos uns dos outros. Por tudo isso eu estou grata a vós. Por me aceitarem no silêncio e no sossego e saberem que estou aqui mesmo quando não digo nada. Sinto e peço, oro e desejo a Luz em cada um, com doçura. Muita doçura.
domingo, agosto 10, 2014
From India with Love
Da India, com amor.
Excelente no fabrico e belo na cor, o lenço fabricado para realçar a beleza diária de cada um de nós. Para ver e comprar aqui Luciavogue.com ou no ebay, entre outros sites.
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