Eu tou mais crescida...mas escusam de pensar que melhorei, porque a lua é o meu destino. Um degrau, de cada vez, sempre. Porque baralho sempre e não tenho emenda... é escusado. Nem com choques eléctricos... Também só mesmo assim posso saborear, aprendendo a ser sábia com a ajuda doce das fadas e duendes que me conhecem e amparam. Grata a quem me quer bem. Mil beijos e abraços(º_º)
O rio
quinta-feira, agosto 21, 2014
Maria Bethânia - Olhos nos Olhos
Homem que escreve esta canção é um homem completo, claro! Só podia!
Maria Bethânia - Reconvexo
Um trio único de doçura e sabedoria...
Que o Amor cubra o Mundo Inteiro e encha os corações de todos os seres vivos Hoje e sempre.
quarta-feira, agosto 20, 2014
Viajantes do tempo
"Quem pode dizer para onde vai a estrada
Para onde escorre o dia, só o tempo
E quem pode dizer se o teu amor que o teu coração escolheu, cresce
só o tempo"
"Who can say where the road goes
Where the day flows, only time
And who can say if your love grows
As your heart chose, only time"
Enya
No ardor constante de sabermos o que vem a seguir não saboreamos o agora. Sedentos de mais e curiosos, pior que gatos, esperamos melhor a cada dia, sem nos darmos conta do bom que somos e que temos agora. Laivos de sorte, risos pontilhados no tempo, uma cama, mesa, teto e comida. Outros há que nesta hora fogem e se escondem do medo e da morte que teima em chegar mais cedo junto deles, com um bilhete assinado por outros que nem sei bem quem são nem por que razão optam pela violência e crueldade. Temos tudo para sermos felizes mais um dia...
Um dia, diremos de forma diferente, com a mesma nostalgia de sempre, a que o ser humano já se habituou mas teima em não mudar:
- Tivemos tudo para sermos felizes...
Ninguém nos pode dizer para onde vai a estrada da vida, mas sabemos que a empedramos nós, com escolhas nossas, feitas à pressa e irreflectidas, por vezes, mas noutras bem pensadas, depois de aprendermos algo novo... cada retalho das nossas vidas não é mais do que o manto que nos envolverá na partida para a Luz... não haverá malas... só a saudade de casa, a segurança e a noção de que tudo se encaixa, perfeito... por agora, vivemos de tentativas e erros, sem nos lembrarmos de quem fomos, meros tolos, como cães atrás do próprio rabo...
Viajamos num tempo que não existe, somos partes de um nada que é tudo, de milhares de galáxias, de luzes de seres e achamo-nos sempre ou mais ou menos do que realmente somos: a centelha divina... o tempo dirá, quanto fomos e quanto somos nesta passagem a que chamamos vida.
Um beijo cheio de ternura na tua alma, mana!
Para onde escorre o dia, só o tempo
E quem pode dizer se o teu amor que o teu coração escolheu, cresce
só o tempo"
"Who can say where the road goes
Where the day flows, only time
And who can say if your love grows
As your heart chose, only time"
Enya
No ardor constante de sabermos o que vem a seguir não saboreamos o agora. Sedentos de mais e curiosos, pior que gatos, esperamos melhor a cada dia, sem nos darmos conta do bom que somos e que temos agora. Laivos de sorte, risos pontilhados no tempo, uma cama, mesa, teto e comida. Outros há que nesta hora fogem e se escondem do medo e da morte que teima em chegar mais cedo junto deles, com um bilhete assinado por outros que nem sei bem quem são nem por que razão optam pela violência e crueldade. Temos tudo para sermos felizes mais um dia...
Um dia, diremos de forma diferente, com a mesma nostalgia de sempre, a que o ser humano já se habituou mas teima em não mudar:
- Tivemos tudo para sermos felizes...
Ninguém nos pode dizer para onde vai a estrada da vida, mas sabemos que a empedramos nós, com escolhas nossas, feitas à pressa e irreflectidas, por vezes, mas noutras bem pensadas, depois de aprendermos algo novo... cada retalho das nossas vidas não é mais do que o manto que nos envolverá na partida para a Luz... não haverá malas... só a saudade de casa, a segurança e a noção de que tudo se encaixa, perfeito... por agora, vivemos de tentativas e erros, sem nos lembrarmos de quem fomos, meros tolos, como cães atrás do próprio rabo...
Viajamos num tempo que não existe, somos partes de um nada que é tudo, de milhares de galáxias, de luzes de seres e achamo-nos sempre ou mais ou menos do que realmente somos: a centelha divina... o tempo dirá, quanto fomos e quanto somos nesta passagem a que chamamos vida.
Um beijo cheio de ternura na tua alma, mana!
Most beautiful pan flute music - El condor pasa
Hoje relembrei que sou de Deus. Precisava de aquietar a alma e escutei duas músicas. Uma delas, esta. Leva-me a lugares onde talvez tenha vivido noutra vida... na floresta. O local da tranquilidade, jardim de Deus. Sinto-me em casa com este som, quando cheiro a salva brava a queimar... vejo-me de vestes castanhas, descalça, à procura de ervas que curam...
Tanto que se perde da sabedoria antiga, no corre corre de hoje. Os nomes das plantas, os seus benefícios e perigos... a forma simples e verdadeira de se ser, num planeta que pede tanto, tanto para que o respeitemos. Hoje desejo que a Luz e o Amor entrelacem as fadas que na minha vida entraram ao longo do tempo. Quero que a energia boa as preencha e cure, lhes dê a força e a coragem para ultrapassarem todos os desafios.
No meu silêncio eu estou em cada uma de vós. Em cada amigo em cada ser de Luz.
sexta-feira, agosto 15, 2014
Hoje... porque o mundo é pequeno demais para nós.
Às amigas que de longe sei estarem em mim, aos amigos que permanecem juntos em alma, quero deixar abraços e sorrisos. O meu silêncio é sossegado. Apesar de não dizer, sinto-vos e estou com cada um junto ao colo. Somos todos luz, brilhamos juntos sem empecilhar caminhos uns dos outros. Por tudo isso eu estou grata a vós. Por me aceitarem no silêncio e no sossego e saberem que estou aqui mesmo quando não digo nada. Sinto e peço, oro e desejo a Luz em cada um, com doçura. Muita doçura.
domingo, agosto 10, 2014
From India with Love
Da India, com amor.
Excelente no fabrico e belo na cor, o lenço fabricado para realçar a beleza diária de cada um de nós. Para ver e comprar aqui Luciavogue.com ou no ebay, entre outros sites.
Excelente no fabrico e belo na cor, o lenço fabricado para realçar a beleza diária de cada um de nós. Para ver e comprar aqui Luciavogue.com ou no ebay, entre outros sites.
quinta-feira, julho 31, 2014
I am the man who will fight for your Honor!
Ao ouvir esta canção o passado veio num flash e senti a nostalgia e como o tempo passou sem nada de espectacular ter acontecido. A Vida corre depressa demais sem que nos demos conta de como é importante viver.
sexta-feira, julho 04, 2014
A vida é um fio que foge de uma tesoura cega
Quando eu morrer, os sinos tocarão a rebate.
Os sinos tocam sempre, quando alguém parte.
Será a rebate, sem parar, em aflição.
Ela partiu.
E nesse dia, talvez alguns amigos apareçam para se despedir daquela forma desesperada,
esquecendo os momentos em que eu não brilhei e relembrando apenas os bons.
Quando eu morrer, o mundo vai sentir a leveza.
A leveza de mais uma alma que parte.
E poderei, finalmente olhar para trás, ler a história de uma vida de faz de conta, em que as intenções foram sempre bem desenhadas, mas ficaram nesse plano, sem saírem, amarradas por finas e transparentes fitas de medos, de críticas violentas de mim mesma.
Quando eu morrer, serei como a andorinha, mas mais patética, ainda que me tenham permitido estar aqui por muito mais tempo que ela.
A vida é um fio pendurado que uma tesoura cega corta quando ninguém espera.
Nos dias mornos a seguir, haverá ainda quem chore e sinta a dor de forma pontiaguda que nos espeta o peito.
Mas o tempo, esse ser sem corpo, leva as ausências e a saudade fica atordoada.
Entrarão todos no rame-rame da vida e seguirão correndo como eu corri, sem saber bem para onde, porquê nem para quê?
Quando eu morrer quero que riam, que se amem e se abracem e digam:
- Ela está cá sempre, porque é pior que carraça e ama. Gosta de nós ainda que o seu silêncio seja mais forte.
Quero que recordem a mulher que esperou da vida o equilíbrio.
Que se atordoava com a dor dos outros e se perguntou até ao fim, por que razão o ser humano magoa tanto os semelhantes e mata e maltrata animais, crianças e velhos, os mais indefesos.
Quando eu morrer, despeçam-se com um até já, porque vos esperarei, numa sala imensa, cheia de copos e música,
para rirmos desta realidade aparente que nos leva a crer e a fazer o inconcebível.
Os sinos tocam sempre, quando alguém parte.
Será a rebate, sem parar, em aflição.
Ela partiu.
E nesse dia, talvez alguns amigos apareçam para se despedir daquela forma desesperada,
esquecendo os momentos em que eu não brilhei e relembrando apenas os bons.
Quando eu morrer, o mundo vai sentir a leveza.
A leveza de mais uma alma que parte.
E poderei, finalmente olhar para trás, ler a história de uma vida de faz de conta, em que as intenções foram sempre bem desenhadas, mas ficaram nesse plano, sem saírem, amarradas por finas e transparentes fitas de medos, de críticas violentas de mim mesma.
Quando eu morrer, serei como a andorinha, mas mais patética, ainda que me tenham permitido estar aqui por muito mais tempo que ela.
A vida é um fio pendurado que uma tesoura cega corta quando ninguém espera.
Nos dias mornos a seguir, haverá ainda quem chore e sinta a dor de forma pontiaguda que nos espeta o peito.
Mas o tempo, esse ser sem corpo, leva as ausências e a saudade fica atordoada.
Entrarão todos no rame-rame da vida e seguirão correndo como eu corri, sem saber bem para onde, porquê nem para quê?
Quando eu morrer quero que riam, que se amem e se abracem e digam:
- Ela está cá sempre, porque é pior que carraça e ama. Gosta de nós ainda que o seu silêncio seja mais forte.
Quero que recordem a mulher que esperou da vida o equilíbrio.
Que se atordoava com a dor dos outros e se perguntou até ao fim, por que razão o ser humano magoa tanto os semelhantes e mata e maltrata animais, crianças e velhos, os mais indefesos.
Quando eu morrer, despeçam-se com um até já, porque vos esperarei, numa sala imensa, cheia de copos e música,
para rirmos desta realidade aparente que nos leva a crer e a fazer o inconcebível.
quarta-feira, junho 25, 2014
Insustentabilidade de Ser-se na Terra
Há dias em que apetece bater com a porta. Sair sem mala, sem nada. Ir. Apenas para não ter que olhar de frente a mágoa. Quando nos dizem, vezes sem conta, que o mundo é uma selva, não queremos ver. Achei sempre que as pessoas eram boas. À partida somos todos bons... mas afinal, há momentos em que as asas se me páram e acabo por aterrar em locais bem movediços. Tenho cada vez mais cansaço na vida. Há vidas piores. Mas entristece tanto perceber a mesquinhez, a velhacaria, o sórdido daquele que não faz nem metade e se prontifica a sacanear quem se desdobra anos a fio... somos um povo muito medíocre. nunca valorizamos o que é bem feito, sem o fazermos com inveja. E aos que falham por desconhecimento, pisamos (falo de alunos). Nunca damos a mão à palmatória se erramos. Vivemos em constantes desprestígios e a empoar, embandeirar, sorrir e acenar, para o flash... vivemos de faitdivers e num comensalismo humano.
Se de um lado e combate a tortura, do outro estimula-se a competitividade. Se de um lado se combate a guerra, do outro alimentamo-la.... que raio de vontade dá viver aqui?
Se de um lado e combate a tortura, do outro estimula-se a competitividade. Se de um lado se combate a guerra, do outro alimentamo-la.... que raio de vontade dá viver aqui?
sábado, junho 14, 2014
Amnesty International : Signatures
Torna-te membro da Amnistia Internacional no teu país. Assina as petições e ajuda a libertar pessoas em todo o mundo. A AI foi criada nos anos sessenta do século vinte por um inglês que tomou conhecimento da ditadura em Portugal com a notícia de dois estudantes presos por terem gritado "Viva a Liberdade!".
A Amnistia Internacional possibilita que enviemos cartas e emails dirigidas a líderes dos países onde alguém está em risco de morte ou a ser maltratado. Vê aqui: http://www.amnistia-internacional.pt/
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