Eu tou mais crescida...mas escusam de pensar que melhorei, porque a lua é o meu destino. Um degrau, de cada vez, sempre. Porque baralho sempre e não tenho emenda... é escusado. Nem com choques eléctricos... Também só mesmo assim posso saborear, aprendendo a ser sábia com a ajuda doce das fadas e duendes que me conhecem e amparam. Grata a quem me quer bem. Mil beijos e abraços(º_º)
O rio
terça-feira, janeiro 24, 2012
Levantei o nariz bem no ar!!!
Hoje recebi isto... há dias em que chegam mensagens até nós de variadas formas...Tudo faz sentido.. basta estarmos atentos. E eu sou hiper desatenta. Mas ando a melhorar... muito devagarinho, né...
Recebi isto e definitivamente, faz sentido. A partir de hoje... levanto bem o nariz... e pronto... não quero saber de mais nada!
Como diz um amigo: Sou mais eu!
Cuidado Mundo... acho que acordei finalmente!!!
domingo, janeiro 22, 2012
Parece que sinto a placa pendurada na janela... aquela que diz: Para alugar!
Amar: Fechei os olhos para não te ver
e a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada nasceram sussurros
e palavras mudas que te dediquei...
O amor é quando a gente mora um no outro.
Mário Quintana
e a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada nasceram sussurros
e palavras mudas que te dediquei...
O amor é quando a gente mora um no outro.
Mário Quintana
quinta-feira, janeiro 19, 2012
oh G!
Hoje, acho que as nuvens são sortudas,
acho que o rio caudaloso é triunfante,
que o mar tem ondas por estar alegre.
Hoje, queria ser uma gota de água.
Não das que me descem teimosas,
dos olhos
para aliviar a saudade.... ohhhh G, se tu soubesses...
Queria ser a gota de água que escorre na vidraça
e se junta,
gulosa,
a outra.
Como se eu e tu pudessemos ser gotas...
ser uma só
perder-me pelo rio,
a caminho do oceano, mas unida... para sempre. Até ao infinito dos tempos.
E quando o calor apertasse, e tentasse separar-nos,
como acontece com as gotinhas miudinhas,
que sobem depois no ar
Abraçar-me-ias forte
seguravas-me e subiríamos
rodopiando, alegres
intemporais.
acho que o rio caudaloso é triunfante,
que o mar tem ondas por estar alegre.
Hoje, queria ser uma gota de água.
Não das que me descem teimosas,
dos olhos
para aliviar a saudade.... ohhhh G, se tu soubesses...
Queria ser a gota de água que escorre na vidraça
e se junta,
gulosa,
a outra.
Como se eu e tu pudessemos ser gotas...
ser uma só
perder-me pelo rio,
a caminho do oceano, mas unida... para sempre. Até ao infinito dos tempos.
E quando o calor apertasse, e tentasse separar-nos,
como acontece com as gotinhas miudinhas,
que sobem depois no ar
Abraçar-me-ias forte
seguravas-me e subiríamos
rodopiando, alegres
intemporais.
À toi...a ti!
Foi a minha mãe que me ensinou a amar a língua dos namorados: o francês!
E esta e outras são músicas que desde cedo ouvi. Embalam, enaltecem o amor e deixam o ar límpido... brilhante e único.
A ti,
à maneira que tens de ser bela
à maneira que tens de ser minha
às tuas palavras ternas um pouco artificiais
por vezes
A ti
à menininha que eras
àquela que ainda és por vezes
ao teu passado, aos teus segredos
aos teus príncipes encantados
À vida, ao amor
às nossas noites, aos nossos dias
ao eterno retorno da sorte
ao bebé que virá
e que se parecerá connosco
que será, à vez, eu e tu
A mim,
à loucura de quem tu és a razão
às minhas cóleras sem saber porquê
aos meus silêncios e às minhas traições
por vezes
A mim
ao tempo em que passei à tua procura
às qualidades de que te ris tanto
aos defeitos que te escondi
às minhas ideias de palhaço
À vida, ao amor
às nossas noites, aos nossos dias
ao eterno retorno da sorte
ao bebé que virá
e que se parecerá connosco
que será, à vez, eu e tu
A nós
às recordações que vamos fazer
Ao futuro e ao presente
à saúde desta velha terra
que não se preocupa connosco
às nossas esperanças e às nossas ilusões
ao nosso próximo primeiro encontro
à saúde dos milhões de namorados
que são como nós
A ti,
à maneira que tens de ser bela
à maneira que tens de ser minha
às tuas palavras ternas um pouco artificiais
por vezes
A ti
à menininha que eras
àquela que ainda és por vezes
ao teu passado, aos teus segredos
aos teus príncipes encantados
terça-feira, janeiro 17, 2012
segunda-feira, janeiro 16, 2012
quinta-feira, janeiro 12, 2012
quarta-feira, janeiro 11, 2012
Não se devia mentir tanto...
Quando somos pequenos, enchem-nos de fantasia e sonho. De cores malucas e cheiros doces, de colos meigos, e beijos pintados da cor da ternura. Embalam-nos com cantigas onde as estrelas brilham mais de perto, onde os rouxinóis abundam... nas histórias que contam, a bela é beijada e casa feliz, para sempre... o sapato serve, nem que seja no último instante, o vilão desaparece ea paz reina ao fim de um instante de desconforto. Os olhos arregalam-se no medo, para dar lugar ao sorriso mais aberto, no final. Viajamos seguros dos finais felizes. Acreditamos que podemos ser heróis e heroínas, desfalecemos nos braços de alguém e entregamo-nos ao momento mágico, de olhos abertos, sem medo de precipícios, ou de olhar sequer para trás. Nem as sombras nos fazem estremecer, a não ser apenas por instantes breves demais, que acabam esquecidos num ápice.
E no embalo de histórias é-nos ensinado que o amor dura, é verdadeiro, incólume, imbatível, insubstituível e generoso.
Os anos passam. Desaires de promessas mal cumpridas, distâncias desconfortantes e teimosas, torturam os sonhos que ainda mantemos, esmagam-nos o peito e deixam a mente toldada e cansada de sonhar.
Não se devia mentir tanto às crianças...
E no embalo de histórias é-nos ensinado que o amor dura, é verdadeiro, incólume, imbatível, insubstituível e generoso.
Os anos passam. Desaires de promessas mal cumpridas, distâncias desconfortantes e teimosas, torturam os sonhos que ainda mantemos, esmagam-nos o peito e deixam a mente toldada e cansada de sonhar.
Não se devia mentir tanto às crianças...
terça-feira, janeiro 10, 2012
sábado, janeiro 07, 2012
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