Desde que me conheço que a cena se repete... vem um catterpiller ( nem sei se se escreve assim, mas estou com preguiça para ir ver, ja podia ter ido ver, com esta treta de me explicar, né? pois, mas também sou teimosa... ) e rasga o alcatrão levanta e vem um camião camarário e mais um e encharcam generosamente ( quando é generosa) de alcatrão novo. Para isso marcham lado a lado uns sete funcionários: um para orientar, dois para desorientar, um para supervisionar os outros, um para o apoio moral, um para os gracejos e um para tapar o desgraçado do buraco.
Quando a coisa anda pela rua da amargura e os amortecedores dos carros se escarrapacham ao comprido,lá vem um dinheirito da UE e a estrada é finalmente asfaltada a preceito. No Pinhal Novo o preceito foi tanto que por causa do alcatrão, há pelo menos duas rotundas que originam capotamento, mas isto é de somenos importância... o importante é o voto, a eleição e o cadeirão com aumento... não fugindo ao assunto, depois de bem alcatroada, vem um outro caterpiller, tirei-lhe um t para ver se acerto, e rasga pela berma até quase a meio, porque é preciso meter tubos de cimento armado, a coisa acaba uns seis meses, com sorte, depois. e lá vem o primeiro remendo... e é assim , por ali fora, para a água, o telefone e cenas do género. Isto por não se reunirem nem concertarem e calendarizarem as intervenções. Se isso fosse feito, poupariam milhares, e em tugaland poupar não e princípio a seguir.
O mesmo acontece com as escolas. Há um ano atrás consegue-se dinheiro em concursos... propus a compra de pC, decidiram-se por net sem fios... refez-se a biblioteca que ficou linda e limpa. Hoje está tudo de pernas para o ar porque a sra. ministra, na ânsia de votos para as próximas eleições, enviou equipas para furarem paredes, afixarem calhas e meterem fios em tempo recorde. Mas nunca ouviram quem está no terreno. Pegaram nas plantas dos edifícios, e tungas. aposto que até usaram punaises: fura-se aqui e aqui e aqui... e no dia x tem que estar pronto. resultado, exposições de trabalhos de alunos, recepções e Feiras, palestras e ateliers ficaram comprometidos, porque os fios têm prioridade... os fios do voto.... se houvesse um palmo de testa e o poder fosse menos sedento, talvez os alunos fossem tratados como gente... fazer o quê?
No pré-escolar as letras não são o prioritário... senhora ministra...
Eu tou mais crescida...mas escusam de pensar que melhorei, porque a lua é o meu destino. Um degrau, de cada vez, sempre. Porque baralho sempre e não tenho emenda... é escusado. Nem com choques eléctricos... Também só mesmo assim posso saborear, aprendendo a ser sábia com a ajuda doce das fadas e duendes que me conhecem e amparam. Grata a quem me quer bem. Mil beijos e abraços(º_º)
O rio
quinta-feira, junho 11, 2009
Fui à festa e bim da festa...
Agora entendo a desgraçada vida dos colchões insufláveis que incham e desincham vezes sem conta ao longo da sua existência. Resta-me a sorte de não ter deitado fora metade da roupa de quando era senhora gorda. Esta agora lembrou-me a deliciosa narrativa alternada de Luísa Ducla Soares "História da rapariga gorda e do rapaz magro", duas personagens extremas na estrutura externa, mas que se completavam no fim... ehehehe.
A minha tiróide anda louca e decidiu mesmo que a sua vida agora difere da minha e ponto final. Chego a pensar que tenho um daqueles homenzinhos verdes dentro do corpo. Se por um lado isso até é interessante e cientificamente extraordinário... uooooooooooooouuuuuu na, na, na... nem pensem que quero ser cobaia e matéria de estudo. Pelo lado contrário, tem-me dado bastante que fazer, principalmente porque me limita e eu detesto estar parada ou diminuir velocidade a resolver cenas.
Esta doença, a de Graves, é assim que lhe chamam, tenho uma doença chic e bem. Não gosto é do nome dela... podia bem ser Seychelles, ou assim... detesta que me irritem. Ou seja... se de uma maneira está comigo... de outra lixa-me a mim. Quando um cromo chega e decide sacanear-me, eu é que depois... incho. Os amigos de verdade e a minha papoila entenderam rápido... mas o resto da malta... tssss.... então o chefe nem conto.... sexta a coisa foi de tal ordem que continuo inchada... se encontrarem por aí sei lá, uma mordaça, uns patins, um neurónio, uma grama de inteligência, de decência e de verdade que lha possam dar a ele, talvez eu não leve tanto tempo assim. É que se me dá na gana ir à praia, ainda acabam deitados em cima de mim, e a nadar pelo mar dentro, pensando que sou colchão. :)
Anyway, ontem fui à festa.... começam agora as festas por todo o lado... e decici que vu arejar ao máximo... sair e sair. É claro que a papoila, que agora nao quer sair, decidiu contrariar fazendo perguntas... mas gostou do que viu e da risota que houve por lá com os amigos. Fomos para a festa com genica e viemos dela com... genica.... o que me diz que é para repetir à exaustão, ainda por cima porque desinchei enquanto por lá andei... será que vou ter que recorrer a empregos que me enfiem em borgas, por razões de saúde? Era fixolas....
Bom feriado... amanhã também devia ser, né?
A minha tiróide anda louca e decidiu mesmo que a sua vida agora difere da minha e ponto final. Chego a pensar que tenho um daqueles homenzinhos verdes dentro do corpo. Se por um lado isso até é interessante e cientificamente extraordinário... uooooooooooooouuuuuu na, na, na... nem pensem que quero ser cobaia e matéria de estudo. Pelo lado contrário, tem-me dado bastante que fazer, principalmente porque me limita e eu detesto estar parada ou diminuir velocidade a resolver cenas.
Esta doença, a de Graves, é assim que lhe chamam, tenho uma doença chic e bem. Não gosto é do nome dela... podia bem ser Seychelles, ou assim... detesta que me irritem. Ou seja... se de uma maneira está comigo... de outra lixa-me a mim. Quando um cromo chega e decide sacanear-me, eu é que depois... incho. Os amigos de verdade e a minha papoila entenderam rápido... mas o resto da malta... tssss.... então o chefe nem conto.... sexta a coisa foi de tal ordem que continuo inchada... se encontrarem por aí sei lá, uma mordaça, uns patins, um neurónio, uma grama de inteligência, de decência e de verdade que lha possam dar a ele, talvez eu não leve tanto tempo assim. É que se me dá na gana ir à praia, ainda acabam deitados em cima de mim, e a nadar pelo mar dentro, pensando que sou colchão. :)
Anyway, ontem fui à festa.... começam agora as festas por todo o lado... e decici que vu arejar ao máximo... sair e sair. É claro que a papoila, que agora nao quer sair, decidiu contrariar fazendo perguntas... mas gostou do que viu e da risota que houve por lá com os amigos. Fomos para a festa com genica e viemos dela com... genica.... o que me diz que é para repetir à exaustão, ainda por cima porque desinchei enquanto por lá andei... será que vou ter que recorrer a empregos que me enfiem em borgas, por razões de saúde? Era fixolas....
Bom feriado... amanhã também devia ser, né?
domingo, maio 17, 2009
sábado, maio 16, 2009
Eurovision contest of melodies...
for sure i could only say Very good performance POrtugal as well as Norway... The true two songs that talked about love in a kind of land he does exist...
Also could say that a real and strong line is stablished between countries that are neighbours, not a criticism seen with bad eyes, no.
Yet, one thing must be said. About the kind of songs that appeared. If we do have already Shakira, must we repeat??? If we do have already Madonna, must we do a kind of cloned person?
That just gave me a real unexpected reason to tell that eurovision contest is good but not that good...
Great show, any way.
Pues lo que puedo dicir en breves palavras es que me ha gustado de las canciones de Noruega y Portugal , porque las duas hablan del amor. Lo que no me ha gustado nada es que tuvimos shakira take two y otros que no cantaban, gritaban... eso veramente me dio una vision mala de l'eurovision... La fiesta fue buena, mismo así!
Muito Bem Flor-de-Lis, As ruas do Amor precisam de contínuas regadelas. A brandura e candura esteve ali e está em vós. Noruega valeu! Basta falarem em fadas e amor para que me renda! Fazer o quê?
Also could say that a real and strong line is stablished between countries that are neighbours, not a criticism seen with bad eyes, no.
Yet, one thing must be said. About the kind of songs that appeared. If we do have already Shakira, must we repeat??? If we do have already Madonna, must we do a kind of cloned person?
That just gave me a real unexpected reason to tell that eurovision contest is good but not that good...
Great show, any way.
Pues lo que puedo dicir en breves palavras es que me ha gustado de las canciones de Noruega y Portugal , porque las duas hablan del amor. Lo que no me ha gustado nada es que tuvimos shakira take two y otros que no cantaban, gritaban... eso veramente me dio una vision mala de l'eurovision... La fiesta fue buena, mismo así!
Muito Bem Flor-de-Lis, As ruas do Amor precisam de contínuas regadelas. A brandura e candura esteve ali e está em vós. Noruega valeu! Basta falarem em fadas e amor para que me renda! Fazer o quê?
Tugaland
Há muito que não malhava na tuguice. Tou um cadito cansada e demasiado ocupada para isto, mas pronto. Tuga chega atrasado a qualquer encontro, entrega papelada em cima da hora, ou depois, com desculpas indecentemente descaradas, e a culpa é sempre do outro.
Tuga discute por causa do direito que lhe assiste, mas é incapaz de ser generoso com o vizinho do lado, sacudindo a água do capote, ainda quando as primeiras pinguinhas o espirram.
É na tuguice, porém , que se conhecem as melhores e as piores espécies.
- Bom dia! Queria uma chamadinha, por favor!
- Uma chapadinha? Eu dou-lhe uma chapadinha...
- Fulana, anda cá ajudar que está o menino a ter um ataque!
- Eu????? Não tenho formação em primeiros socorros, nao quero saber! Eu acudo e a munha nota acaba por ser baixa na mesma!
- Olha já deste as aulas.... está aqui a folha para te avaliar as aulas.... mas ainda nao ta dou...
- E só agora sei? Como vou ser observada? Como fui? Hum!!!!
- Tenho 25 cães e gatos.... Não me quer dar esse amarelinho?
- Os filhos não se dão!
- Empresta-me o teu PC....
- Não... estou a precisar...requisita um.
- Mas assim sou beneficiada, é que mais ninguém tem pc na sala!
- Mas???????????????????
- As empresas estão a fechar em catadupa...
- Ah, mas não faz mal, teremos o TGV...
Bom, para terminar, o choque tecnológico levou resmas de videoprojectores às escolas... há salas minúsculas com aquele candelabro lá espetado no tecto, de forma singular.... só faltaram nos WC... Pc para aquilo não há.... ehehehehe
Bom sábado!
Tuga discute por causa do direito que lhe assiste, mas é incapaz de ser generoso com o vizinho do lado, sacudindo a água do capote, ainda quando as primeiras pinguinhas o espirram.
É na tuguice, porém , que se conhecem as melhores e as piores espécies.
- Bom dia! Queria uma chamadinha, por favor!
- Uma chapadinha? Eu dou-lhe uma chapadinha...
- Fulana, anda cá ajudar que está o menino a ter um ataque!
- Eu????? Não tenho formação em primeiros socorros, nao quero saber! Eu acudo e a munha nota acaba por ser baixa na mesma!
- Olha já deste as aulas.... está aqui a folha para te avaliar as aulas.... mas ainda nao ta dou...
- E só agora sei? Como vou ser observada? Como fui? Hum!!!!
- Tenho 25 cães e gatos.... Não me quer dar esse amarelinho?
- Os filhos não se dão!
- Empresta-me o teu PC....
- Não... estou a precisar...requisita um.
- Mas assim sou beneficiada, é que mais ninguém tem pc na sala!
- Mas???????????????????
- As empresas estão a fechar em catadupa...
- Ah, mas não faz mal, teremos o TGV...
Bom, para terminar, o choque tecnológico levou resmas de videoprojectores às escolas... há salas minúsculas com aquele candelabro lá espetado no tecto, de forma singular.... só faltaram nos WC... Pc para aquilo não há.... ehehehehe
Bom sábado!
quarta-feira, maio 13, 2009
terça-feira, maio 12, 2009
GPS, Multibancos, impressoras e cenas maradas... só electromésticos!
Nunca comprarei um GPS. Já sei, que na primeira oportunidade, acabaria por encostar o carro à berma e passar o resto da tarde na tagarelice com o gajo que tá lá dentro. A nina diz que é uma gaja, mas eu quero um gajo e prontos! E sei que tá lá dento porque deve estar enroladinho, como as moçoilas no Luís de Matos.
Agora, se me distraio, no multibanco, a senhora desta aos berros a dizer para eu tirar o dinheiro e o papel. Ora, cá para mim, quem rouba as caixas é obediente. Ela berra, caramba!!! Um dia dou-lhe um estalo!
A multifunções, anda há uns meses a avisar-me, em altos berros, que o tinteiro tá vazio... deve ser grande míope, porque eu continuo a imprimir e bem....
Ora hoje, quando me atrevi a imprimir mais umas cenas... a fulana lá guinchou tra vex, primeiro polida:
- TENHA EM ATENÇÃO A MENSAGEM QUE APARECE NO ÉCRAN ou era NO VISOR. já nem lembro. Foi o primeiro estremeção.
Como adivinhou que eu tinha inspirado antes de a ligar, insultou-me a seguir:
- Sinhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...
Insultos destes não posso tolerar. Aperto-lhe o garganete um dia...
Ou então é ela que desata em berros deste calibre:
- ÓOOOOOooooooooooooo faxavorrrrrrrrrrrrrrrrr a senhora aí, tá-me a oviri, olhe que eu estou a passar-me na tarda..
Nunca tive jeito para electrodomesticos inteligentes!
Agora, se me distraio, no multibanco, a senhora desta aos berros a dizer para eu tirar o dinheiro e o papel. Ora, cá para mim, quem rouba as caixas é obediente. Ela berra, caramba!!! Um dia dou-lhe um estalo!
A multifunções, anda há uns meses a avisar-me, em altos berros, que o tinteiro tá vazio... deve ser grande míope, porque eu continuo a imprimir e bem....
Ora hoje, quando me atrevi a imprimir mais umas cenas... a fulana lá guinchou tra vex, primeiro polida:
- TENHA EM ATENÇÃO A MENSAGEM QUE APARECE NO ÉCRAN ou era NO VISOR. já nem lembro. Foi o primeiro estremeção.
Como adivinhou que eu tinha inspirado antes de a ligar, insultou-me a seguir:
- Sinhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...
Insultos destes não posso tolerar. Aperto-lhe o garganete um dia...
Ou então é ela que desata em berros deste calibre:
- ÓOOOOOooooooooooooo faxavorrrrrrrrrrrrrrrrr a senhora aí, tá-me a oviri, olhe que eu estou a passar-me na tarda..
Nunca tive jeito para electrodomesticos inteligentes!
domingo, maio 10, 2009
O que é um.... Dragão?????
Para que não haja mais dúvidas, um DRAGÃO, é bicho que não se deprime, não se amarica nem jaz aos pés doutros seres. Pronto! Já aliviei, uma vez que aqui não posso ir para a rua gritar ahahahah!
Dragão é tenaz, define o objectivo e chega até lá, entre pedras, tiros e fisgadas... Por isso Biba o Dragão!

E mais um pedacinho de cultura. ! Só para mostrar que os dragões existem mesmo!!!!! Lá na Invicta há Um!!!!!!!
A imagem mais conhecida dos dragões é a oriunda das lendas européias (celta/escandinava/germânica) mas a figura é recorrente em quase todas as civilizações antigas. Talvez o dragão seja um símbolo chave das crenças primitivas, como os fantasmas, zumbis e outras criaturas que são recorrentes em vários mitos de civilizações sem qualquer conexão entre si.
Há a presença de mitos sobre dragões em diversas outras culturas ao redor do planeta, dos dragões com formas de serpentes e crocodilos da Índia até as serpentes emplumadas adoradas como deuses pelos Astecas, passando pelos grandes lagartos da Polinésia e por diversos outros, variando enormemente em formas, tamanhos e significados.
No Oriente Médio os dragões eram vistos geralmente como encarnações do mal. A mitologia persa cita vários dragões como Azi Dahaka que atemorizava os homens, roubava seu gado e destruia florestas.(e que provavelmente foi uma alegoria mística da opressão que a Babilônia exerceu sobre a Pérsia na antiguidade clássica). Os dragões da cultura persa, de onde aparentemente se originou a idéia de grandes tesouros guardados por eles e que poderiam ser tomados por aqueles que o derrotassem, hoje tema tão comum em histórias fantásticas. Na mitologia babilônica todos os deuses descendiam do dragão-fêmea (ou dracena) Tiamat, mas essa começou a enxergá-los como um estorvo e planejou matá-los. Seus planos foram frustrados pela deusa Era que matou seu consorte Apsu. Posteriormente, Tiamat foi morta pelo deus Marduk.
Dragões no Egito
Os mitos do oriente médio também são repletos de dragões, nas mais variadas formas e significados. No Egito antigo, os dragões geralmente eram associados com a imagem de serpentes, e eram frequentemente relacionados com a idéia de mal, embora isso não acarretasse necessariamente em uma visão negativa dos mesmos, visto que a cultura no Egito antigo possuía uma idéia de equilíbrio bastante forte. Diversos dragões também apareciam como explicações para fenômenos naturais, como o dia e a noite, representado mitologicamente como a eterna batalha entre o deus-sol Rá e a serpente/dragão Apep.
Dragão é tenaz, define o objectivo e chega até lá, entre pedras, tiros e fisgadas... Por isso Biba o Dragão!

E mais um pedacinho de cultura. ! Só para mostrar que os dragões existem mesmo!!!!! Lá na Invicta há Um!!!!!!!
A imagem mais conhecida dos dragões é a oriunda das lendas européias (celta/escandinava/germânica) mas a figura é recorrente em quase todas as civilizações antigas. Talvez o dragão seja um símbolo chave das crenças primitivas, como os fantasmas, zumbis e outras criaturas que são recorrentes em vários mitos de civilizações sem qualquer conexão entre si.
Há a presença de mitos sobre dragões em diversas outras culturas ao redor do planeta, dos dragões com formas de serpentes e crocodilos da Índia até as serpentes emplumadas adoradas como deuses pelos Astecas, passando pelos grandes lagartos da Polinésia e por diversos outros, variando enormemente em formas, tamanhos e significados.
No Oriente Médio os dragões eram vistos geralmente como encarnações do mal. A mitologia persa cita vários dragões como Azi Dahaka que atemorizava os homens, roubava seu gado e destruia florestas.(e que provavelmente foi uma alegoria mística da opressão que a Babilônia exerceu sobre a Pérsia na antiguidade clássica). Os dragões da cultura persa, de onde aparentemente se originou a idéia de grandes tesouros guardados por eles e que poderiam ser tomados por aqueles que o derrotassem, hoje tema tão comum em histórias fantásticas. Na mitologia babilônica todos os deuses descendiam do dragão-fêmea (ou dracena) Tiamat, mas essa começou a enxergá-los como um estorvo e planejou matá-los. Seus planos foram frustrados pela deusa Era que matou seu consorte Apsu. Posteriormente, Tiamat foi morta pelo deus Marduk.
Dragões no Egito
Os mitos do oriente médio também são repletos de dragões, nas mais variadas formas e significados. No Egito antigo, os dragões geralmente eram associados com a imagem de serpentes, e eram frequentemente relacionados com a idéia de mal, embora isso não acarretasse necessariamente em uma visão negativa dos mesmos, visto que a cultura no Egito antigo possuía uma idéia de equilíbrio bastante forte. Diversos dragões também apareciam como explicações para fenômenos naturais, como o dia e a noite, representado mitologicamente como a eterna batalha entre o deus-sol Rá e a serpente/dragão Apep.
Não faças ao outros...
uma máxima que se diz ao minuto, sempre a pensar no outro e no que ele nos poderá fazer.
Pois... é isso.
Convenhámos que é sempre muito mais confortável ver o cisco no olho de outro, pensarmos que somos as vítimas, sentir o apoio de todos e apontar o dedo para outro sítio.
Esquecemos que ficam 3 virados para nós, a não ser que não os tenhamos, né?
Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti.
Um beijo bom e tudo de especial para o Mundo!
Pois... é isso.
Convenhámos que é sempre muito mais confortável ver o cisco no olho de outro, pensarmos que somos as vítimas, sentir o apoio de todos e apontar o dedo para outro sítio.
Esquecemos que ficam 3 virados para nós, a não ser que não os tenhamos, né?
Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti.
Um beijo bom e tudo de especial para o Mundo!
sexta-feira, maio 08, 2009
Un óptimo fin de semana para todos usteds
Pois é, qué me tiengo aprendido a hablar español. Verdad. E adorei esta canção, que me deu a conhecer um colega mega simpatico! Gracias a ti, Angel, puedo dançar hasta la mañana!!!
Pois façam o favor de ser muito felizes, cheios de Paz, Harmonia, Amor verdadeiro, Alegria e esta música para bailar!
Era tan dura
Como la piedra de mi mechero
Me asaltan dudas
De si te quiero
Eres tan fría como el agua
que baja libre de la montaña.
Y no lo entiendo
Fue tan efímero
el caminar de tu dedo en mi espalda dibujando un corazón
Y pido al cielo que sepa comprender
Estos ataques de celos
Que me entran si yo no te vuelvo a ver.
Le pido a la luna
Que alumbre tu vida
Que la mía ya hace tiempo que ya está encendida.
Que lo que me cuesta
Querer sólo al rato
Mejor no te quiero será más barato
Cansado de ser el triste violinista que está en tu tejado.
Tocando pa’ inglés siempre desafinado.
Eres tan tenue
Como la luz que alumbra en mi vida
La más madura fruta prohibida
Tan diferente
Y pareciera
A la tormenta que se llevó mi vida
Y no lo entiendo
Fue tan efímero
el caminar de tu dedo en mi espalda dibujando un corazón
Y pido al cielo que sepa comprender
Estos ataques de celos
Que me entran si yo no te vuelvo a ver.
Le pido a la luna
Que alumbre tu vida
Que la mía ya hace tiempo que ya está encendida.
Que lo que me cuesta
Querer sólo al rato
Mejor no te quiero será más barato
Cansado de ser el triste violinista que está en tu tejado.
Tocando pa’ inglés siempre desafinado. (bis)
Mientras rebusco en tu basura
Van creciendo los enanos
De este un circo que un día montamos
Pero que no quepa duda
Muy pronto estaré liberado
Porque el tiempo todo lo cura
Porque un clavo saca otro clavo
Siempre desafinado
Mientras rebusco en tu basura
van creciendo los enanos
de este circo que un día montamos
[ El Violinista En Tu Tejado Lyrics on http://www.lyricsmania.com/ ]
Pois façam o favor de ser muito felizes, cheios de Paz, Harmonia, Amor verdadeiro, Alegria e esta música para bailar!
Era tan dura
Como la piedra de mi mechero
Me asaltan dudas
De si te quiero
Eres tan fría como el agua
que baja libre de la montaña.
Y no lo entiendo
Fue tan efímero
el caminar de tu dedo en mi espalda dibujando un corazón
Y pido al cielo que sepa comprender
Estos ataques de celos
Que me entran si yo no te vuelvo a ver.
Le pido a la luna
Que alumbre tu vida
Que la mía ya hace tiempo que ya está encendida.
Que lo que me cuesta
Querer sólo al rato
Mejor no te quiero será más barato
Cansado de ser el triste violinista que está en tu tejado.
Tocando pa’ inglés siempre desafinado.
Eres tan tenue
Como la luz que alumbra en mi vida
La más madura fruta prohibida
Tan diferente
Y pareciera
A la tormenta que se llevó mi vida
Y no lo entiendo
Fue tan efímero
el caminar de tu dedo en mi espalda dibujando un corazón
Y pido al cielo que sepa comprender
Estos ataques de celos
Que me entran si yo no te vuelvo a ver.
Le pido a la luna
Que alumbre tu vida
Que la mía ya hace tiempo que ya está encendida.
Que lo que me cuesta
Querer sólo al rato
Mejor no te quiero será más barato
Cansado de ser el triste violinista que está en tu tejado.
Tocando pa’ inglés siempre desafinado. (bis)
Mientras rebusco en tu basura
Van creciendo los enanos
De este un circo que un día montamos
Pero que no quepa duda
Muy pronto estaré liberado
Porque el tiempo todo lo cura
Porque un clavo saca otro clavo
Siempre desafinado
Mientras rebusco en tu basura
van creciendo los enanos
de este circo que un día montamos
[ El Violinista En Tu Tejado Lyrics on http://www.lyricsmania.com/ ]
sábado, abril 18, 2009
Amazing Grace
"Amazing Grace, how sweet the sound,
That saved a wretch like me....
I once was lost but now am found,
Was blind, but now, I see.
T'was Grace that taught...
my heart to fear.
And Grace, my fears relieved.
How precious did that Grace appear...
the hour I first believed.
Through many dangers, toils and snares...
we have already come.
T'was Grace that brought us safe thus far...
and Grace will lead us home.
The Lord has promised good to me...
His word my hope secures.
He will my shield and portion be...
as long as life endures.
When we've been here ten thousand years...
bright shining as the sun.
We've no less days to sing God's praise...
then when we've first begun.
Amazing Grace, how sweet the sound,
That saved a wretch like me....
I once was lost but now am found,
Was blind, but now, I see. (end)"
Forever é um tempo muito distante
Vivia numa gruta, à beira mar. Ao largo, havia uma ilha de rocha, coberta de musgo, e plantas rasteiras, selvagens e fortes, anãs é certo, mas decididas a ficar para sempre. Para sempre... um tempo tão distante.
A ilha de pedra, pertencera à terra, em tempos remotos. Mas um dia, uns gigantes barbudos e esfarrapados, com dor no coração, arrancaram aquele pedaço à terra, atirando-o ao mar, em sinal de raiva e de loucura. Não controlavam impulsos, vontades, apetites, é isso. E também não sabiam que para sempre é demasiado. E que, no entanto, vale a pena...
E a terra sangrou de dor, à sua maneira. A água das chuvas, tranformavam a ferida da terra em lama , que era o sangue da terra e este corria para o mar.
O tempo, senhor de tudo e de nada, curou a terra, secou a gruta, e a Natureza pintou a ilha daquela cor de esperança.
E na gruta estava eu, senhora de um refúgio único e secreto. Sem medo nem dor. Nunca refém de um senhor distante... para sempre.
Bom sábado
E é de fadas e duendes que falo, das estrelas e do sol, do céu imenso para lá, bem para lá da Via Láctea.... de uma fada sentada no dorso de um cavalo marinho voador, que é dragão que não faz mal, e deixa um rasto de pó de estrela por onde passa. E o pó de estrela espalha amor, aquele amor de verdade, aquele que abraça e deixa ficar apertadinho, apenas e só apertadinho, deixando que os corpos troquem a doçura da eternidade. E a fada voa e dá, sem esperar nada de ninguém, apenas do Universo generoso e célere, cuidadoso e belo!
Bom Sábado!
Bom Sábado!
Máscaras Take 1
A palavra máscara, inicialmente de origem italiana, designava uma criação fantástica, feiticeira e associada a manifestações diabólicas e em torno de um mistério; daí se tenha tornado com o Carnaval um tema de divertimento.
Durante muito tempo, foi exibida entre o oscilar do satírico e do sagrado, do terror e da irrisão, da verdade e da ilusão, da ameaça e da hilariedade.
O uso que dela se fez no Egipto, em Atenas ou em Roma, bem como as funções que ela assumiu nas diversas sociedades, no cumprimento de várias tradições com origem cultural e recreativa. A máscara foi utilizada ao longo dos tempos por vários povos e com diversas finalidades. Tendo sido utilizada como elemento decorativo, o que aconteceu com as máscaras africanas de madeira que representavam deusas e génios e eram colocadas nas cerimónias no Alto Volta, na Guiné. E tiveram como função representar o rosto dos vencidos, também como a crença e da transfusão espiritual.
Assumiu uma visão como sinal de guerra, praticada pelos Índios regulamentada numa actividade de um ritual mágico, ou procurando dar ao guerreiro um aspecto desumano e feroz para intimidar o adversário, mas podendo ter uma função protectora. Normalmente, esta função de protecção era contra o mal e era comum entre os povos, em torno das crenças das forças sobrenaturais, ou seja, a relação com o mundo oculto dos espíritos que através da magia permitia abrir a porta para o outro mundo.
Mas também como resguardo, e neste caso a máscara é utilizada em profissões (a do apicultor) ou por desportos (o esgrimista), assim como pelos guerreiros para se protegerem.
A máscara foi utilizada como acessório de festa, nomeadamente no Oriente em danças e procissões com intenção de se misturar o ritual e o divertimento. Muitas vezes, o dançarino encarnava um ou vários seres representando o tempo da criação.
Surge também como elemento figurativo e isto notou-se no teatro grego, em que as máscaras gregas foram permitidas no palco e envergadas pelos actores que ressuscitavam os homens de outrora pela sua aparência espectral que a máscara confere a tais personagens vivas, desempenhando um papel dos antepassados, permitindo evitar a perigosa incorporação do morto vivo. As máscaras usadas no teatro chamavam-se personna, donde vem a palavra personagem para a figura representada.
Em Veneza, no séc. XVIII, o uso da máscara tornou-se um hábito diário em homens, mulheres e crianças, ocultando o rosto com uma meia máscara que apenas cobria os olhos e o nariz. Foi precisa uma lei, a lei de Doge, para acabar com este hábito, porque a polícia tinha uma certa dificuldade em reconhecer os assassinos que constantemente matavam nas vielas da cidade. Os Venezianos passaram a usá-la durante o Carnaval que durava um mês e nas festas e jantares.
A partir do séc. XIX, a máscara vai ser usada no palanques das feiras e era vista como disfarce e enfeite, pretendendo desmascarar o homem.
Deste modo, o espírito de Carnaval surge como inversão dos usos sociais e que se começou a festejar em Roma nos dias 17 a 19 de Dezembro, chamadas de Saturnais, em que as pessoas se mascaravam e eram festas de um período de folguedos colectivos. Mas foi ainda na Idade Média que a máscara foi o princípio do Carnaval e com a Quarta –Feira de Cinzas assinalava o retorno à ordem.
As máscaras mais célebres foram as máscaras funerárias egípcias de TOUTANKAMON, a de AGAMÉMNON trazida de Micenas, Mas as máscaras podem ser feitas em muitos materiais, tais como: cortiça, pasta de papel, folha de flandres, folha de alumínio, tecido, latas, caixas de cartão, fitas, materiais recuperados, etc..
Durante muito tempo, foi exibida entre o oscilar do satírico e do sagrado, do terror e da irrisão, da verdade e da ilusão, da ameaça e da hilariedade.
O uso que dela se fez no Egipto, em Atenas ou em Roma, bem como as funções que ela assumiu nas diversas sociedades, no cumprimento de várias tradições com origem cultural e recreativa. A máscara foi utilizada ao longo dos tempos por vários povos e com diversas finalidades. Tendo sido utilizada como elemento decorativo, o que aconteceu com as máscaras africanas de madeira que representavam deusas e génios e eram colocadas nas cerimónias no Alto Volta, na Guiné. E tiveram como função representar o rosto dos vencidos, também como a crença e da transfusão espiritual.
Assumiu uma visão como sinal de guerra, praticada pelos Índios regulamentada numa actividade de um ritual mágico, ou procurando dar ao guerreiro um aspecto desumano e feroz para intimidar o adversário, mas podendo ter uma função protectora. Normalmente, esta função de protecção era contra o mal e era comum entre os povos, em torno das crenças das forças sobrenaturais, ou seja, a relação com o mundo oculto dos espíritos que através da magia permitia abrir a porta para o outro mundo.
Mas também como resguardo, e neste caso a máscara é utilizada em profissões (a do apicultor) ou por desportos (o esgrimista), assim como pelos guerreiros para se protegerem.
A máscara foi utilizada como acessório de festa, nomeadamente no Oriente em danças e procissões com intenção de se misturar o ritual e o divertimento. Muitas vezes, o dançarino encarnava um ou vários seres representando o tempo da criação.
Surge também como elemento figurativo e isto notou-se no teatro grego, em que as máscaras gregas foram permitidas no palco e envergadas pelos actores que ressuscitavam os homens de outrora pela sua aparência espectral que a máscara confere a tais personagens vivas, desempenhando um papel dos antepassados, permitindo evitar a perigosa incorporação do morto vivo. As máscaras usadas no teatro chamavam-se personna, donde vem a palavra personagem para a figura representada.
Em Veneza, no séc. XVIII, o uso da máscara tornou-se um hábito diário em homens, mulheres e crianças, ocultando o rosto com uma meia máscara que apenas cobria os olhos e o nariz. Foi precisa uma lei, a lei de Doge, para acabar com este hábito, porque a polícia tinha uma certa dificuldade em reconhecer os assassinos que constantemente matavam nas vielas da cidade. Os Venezianos passaram a usá-la durante o Carnaval que durava um mês e nas festas e jantares.
A partir do séc. XIX, a máscara vai ser usada no palanques das feiras e era vista como disfarce e enfeite, pretendendo desmascarar o homem.
Deste modo, o espírito de Carnaval surge como inversão dos usos sociais e que se começou a festejar em Roma nos dias 17 a 19 de Dezembro, chamadas de Saturnais, em que as pessoas se mascaravam e eram festas de um período de folguedos colectivos. Mas foi ainda na Idade Média que a máscara foi o princípio do Carnaval e com a Quarta –Feira de Cinzas assinalava o retorno à ordem.
As máscaras mais célebres foram as máscaras funerárias egípcias de TOUTANKAMON, a de AGAMÉMNON trazida de Micenas, Mas as máscaras podem ser feitas em muitos materiais, tais como: cortiça, pasta de papel, folha de flandres, folha de alumínio, tecido, latas, caixas de cartão, fitas, materiais recuperados, etc..
Tipicamente à segunda
À segunda custa a acordar, a levantar e a vestir.
À segunda, o caminho para o trabalho parece curto e o de regresso a casa comprido demais.
À segunda, recomeça-se muito do que ne se queria tocar...
À segunda há papelada com fartura e perguntas em quantidade descomunal.
À segunda suporta-se a quantidade de bons-dias sonolentos, com vontade de fugir.
Que esta segunda seja generosa! [doh]
À segunda, o caminho para o trabalho parece curto e o de regresso a casa comprido demais.
À segunda, recomeça-se muito do que ne se queria tocar...
À segunda há papelada com fartura e perguntas em quantidade descomunal.
À segunda suporta-se a quantidade de bons-dias sonolentos, com vontade de fugir.
Que esta segunda seja generosa! [doh]
Atrasei a vidinha, mas pronto.... pode ser que a coisa marche agora
A vida é feita de coisas cómicas, de cenas trágicas e de cambalhotas malucas.
Hoje, ao parar numa bomba para comprar gás, depois de pagar, preparava-me para encostar perto e assim não ter que carregar com aquilo por muito tempo. Eis que chega um cromo , de Smart e estaciona como se de um Subaru se tratasse. Eu ainda penseique ia para o mesmo, quando o vejo a calibrar os pneus do bólide. Ri. Pois, então, ia chorar? O senhor que me atendia olhou com ar de quem quer saber o porquê e eu não fui de modas:
- Ele há com cada mercedes!!!!!!!
Anyway, de volta a casa, ponho a pimpolha no banho e esqueço a porta aberta. Os gatos andam fixados nos rolos de papel higiénico (têm personalidades trocadas, taditos) e lá se foi um rolo para o maneta...
Mil beijocas grandes e até quando der,
Hoje, ao parar numa bomba para comprar gás, depois de pagar, preparava-me para encostar perto e assim não ter que carregar com aquilo por muito tempo. Eis que chega um cromo , de Smart e estaciona como se de um Subaru se tratasse. Eu ainda penseique ia para o mesmo, quando o vejo a calibrar os pneus do bólide. Ri. Pois, então, ia chorar? O senhor que me atendia olhou com ar de quem quer saber o porquê e eu não fui de modas:
- Ele há com cada mercedes!!!!!!!
Anyway, de volta a casa, ponho a pimpolha no banho e esqueço a porta aberta. Os gatos andam fixados nos rolos de papel higiénico (têm personalidades trocadas, taditos) e lá se foi um rolo para o maneta...
Mil beijocas grandes e até quando der,
domingo, março 15, 2009
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