O rio

O rio

sábado, janeiro 24, 2009

Dos dias en la vida - Jarabe de Palo

Tenho andado a anhar

Eu sei, demoro a chegar cá, salto e pulo e saio logo. A coisa anda muito difícil... o tempo escasseia. Resolvi arranjar mais tempo para mim, e ainda por cima, a dona lurdes afinal faz com que eu seja "abaleiada".

Deixo um texto que me tem feito muito bem, aqui em baixo. "A Pequena Alma e o Sol".

Bom resto de fin de semaine e até um dia deste.

Mil beijocas larocas

A Pequena Alma e o Sol

"A PEQUENA ALMA E O SOL
Neale Donald Walsch
( Autor de «Conversas com Deus» )

Era uma vez, em tempo nenhum, uma Pequena Alma que disse a Deus:
- Eu sei quem sou!
E Deus disse:
- Que bom! Quem és tu?
E a Pequena Alma gritou:
- Eu sou Luz
E Deus sorriu.
- É isso mesmo! - exclamou Deus. Tu és Luz!
A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reino deveriam descobrir.
- Uauu, isto é mesmo bom! - disse a Pequena Alma.
Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava. A pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era. Então foi ter com Deus ( o que não é má ideia para qualquer alma que queira ser Quem Realmente É ) e disse:
- Olá Deus! Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo?
E Deus disse:
- Quer dizer que queres ser Quem já És?
- Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! - respondeu a pequena Alma.
- Mas tu já és Luz - repetiu Deus, sorrindo outra vez.
- Sim, mas quero senti-lo! - gritou a Pequena Alma.
- Bem, acho que já era de esperar. Tu sempre foste aventureira - disse Deus com uma risada. Depois a sua expressão mudou.
- Há só uma coisa...
- O quê? - perguntou a Pequena Alma.
- Bem, não há nada para além da Luz. Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és; por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas.
- Hã? - disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.
- Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá, sem dúvida. Tu e mais milhões, ziliões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. “Não seria um sol sem uma das suas velas... e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E no entanto, como podes conhecer-te como a Luz, quando estás no meio da Luz? - eis a questão”.
- Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! - disse a Pequena Alma, mais animada.
Deus sorriu novamente.
- Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão - disse Deus.
- O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.
- É aquilo que tu não és - replicou Deus.
- Eu vou ter medo do escuro? - choramingou a Pequena Alma.
- Só se o escolheres. Na verdade não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos a inventar tudo. Estamos a fingir.
- Ah! - disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor.

Depois Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exactamente o oposto.
- É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é – disse Deus. Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, - continuou Deus - quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão.
“Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!”
- Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? - perguntou a Pequena Alma.
- Claro! - Deus riu-se. Claro que podes! Mas lembra-te de que “especial” não quer dizer “melhor”! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos esqueceram-se disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!
- Uau! - disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando.
Posso ser tão especial quanto quiser!
- Sim, e podes começar agora mesmo - disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma - Que parte de especial é que queres ser?
- Que parte de especial? - repetiu a Pequena Alma. Não estou a perceber…
- Bem, - explicou Deus - ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes:
É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente.
Conheces alguma outra maneira de ser especial?
A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento.
- Conheço imensas maneiras de ser especial! - exclamou a Pequena Alma
É especial ser prestável. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros.
- Sim! - concordou Deus. E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de.
- Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! - proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. Quero ser a parte de especial chamada “perdão”. Não é ser especial alguém que perdoa?
- Ah, sim, isso é muito especial - assegurou Deus à Pequena Alma.
- Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim - disse a Pequena Alma.
- Bom, mas há uma coisa que devias saber — disse Deus.
A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.
- O que é? - suspirou a Pequena Alma.
- Não há ninguém a quem perdoar.
- Ninguém? A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.
- Ninguém! - repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta!
Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que se tinha aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados, de todo o Reino, porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava a ter uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles estavam a dizer.
Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar: Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a sua Luz brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.
- Então, perdoar quem? – perguntou Deus.
- Bem, isto não vai ter piada nenhuma! - resmungou a Pequena Alma . Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial.

E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste.
Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:
- Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te - disse a Alma Amiga.
Vais? - a Pequena Alma animou-se. Mas o que é que tu podes fazer?
- Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!
- Podes?
- Claro! - disse a Alma Amiga, alegremente. Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.
- Mas porquê? Porque é que farias isso? - perguntou a Pequena Alma. Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti!
O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que te levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?
- É simples - disse a Alma Amiga. Faço-o porque te amo.
A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.
- Não fiques tão espantada - disse a Alma Amiga .Tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançámos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançámos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincámos juntas através de todo o tempo e em muitos sítios. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau. Fomos ambas a vítima e o vilão. Encontrámo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exacta e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos.
E assim, - a Alma Amiga explicou mais um bocadinho - eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a “má”, desta vez.
Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.
- Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? - perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.
- Oh, havemos de pensar nalguma coisa - respondeu a Alma Amiga, piscando o olho.
Então a Alma Amiga pareceu ficar séria, e disse numa voz mais calma: Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes?
- Sobre o quê? - perguntou a Pequena Alma.
- Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não muito boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E por isso, só te peço um favor em troca.
- Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres! - exclamou a Pequena Alma. E começou a dançar e a cantar: Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar!
Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.
- O que é? - perguntou a Pequena Alma. O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!
- Claro que esta Alma Amiga é um anjo! - interrompeu Deus, - são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos.

E então a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.
- O que é que posso fazer por ti?
- No momento em que eu te atacar e atingir, - respondeu a Alma Amiga – no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento...
- Sim? - interrompeu a Pequena Alma. Sim?
A Alma Amiga ficou ainda mais quieta.
- Lembra-te de Quem Realmente Sou.
- Oh, não me hei-de esquecer! - gritou a Pequena Alma. Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.
- Que bom - disse a Alma Amiga - porque, sabes, eu vou estar a fingir tanto, que eu própria me vou esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E seeu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar às duas Quem Somos.
- Não vamos, não! - prometeu outra vez a Pequena Alma. Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva – a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.

E assim o acordo foi feito.
E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão.
E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível.
E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza - principalmente se trouxesse tristeza - a Pequena Alma pensava no que Deus lhe tinha dito:

Lembra-te sempre - Deus aqui tinha sorrido - não te enviei senão anjos."

sábado, janeiro 17, 2009

o dia não deu para mais...



Se não fosse verdade, até dava para rir.


Bom fim-de-semana com beijocas larocas

terça-feira, janeiro 13, 2009

segunda-feira, janeiro 12, 2009

Ups!

Pois... não sei que dizer... talvez: BOM ANO!!!

Que a Bondade encha os corações; a Harmonia entre em cada casa, a Prosperidade seja rápida a chegar, Haja Alegria, Paz, Contentamento, Sabedoria e muito AMOR.

Fiquei longe. O trabalho é muito e a desorganização mantém-se.

Que este ano seja o ano da mudança, da calma e da ponderação.

Mil beijocas larocas para todos e até breve

sábado, dezembro 13, 2008

Que neura!!!!!

O título é contrasenso e pronto. A neura deve-se só ao facto de não ter tempo para cá vir quando apetece. Muitas cenas mareadas para resolver e um final de ano atribulado com maleitas.


Em todo o caso, ando a aprender a arranjar tempo para mim, que é coisa que andava a faltar há bué.

Como a par de tudo isto, anda a preguiça e as asneiras da bicheza cá de casa, que desde partir loiça a abrir torneiras, já aprontam de tudo.

Por isto tudo ( God, como eu me desculpo para o Mundo!!!)deixo música.

A época é a de sempre. Natal, partilha e caridade. Hipocrisia em doses geniais, para um mundo com cólera, guerra e fome, sida e tuberculose, políticos corruptos e maus, desigualdade e mentira.

Possamos nós, por momentos acreditar que pode ser Natal se quisermos.

Beijocas enormes e bom fds per tutti




Do they know it's christmas Live aid 1985 london



Do they know it's christmas Live aid




Queen Live Aid 1985





The Cars- Live Aid 1985 - "Just What I Needed"





Michael Bublé - I'll be home for Christmas





sábado, dezembro 06, 2008

Haja paciência para aturar isto!

Quando eu era pequena, se a minha mãe se lembrasse de me arregalar os olhos eu nem sequer sabia onde me enfiar. Isto pode parecer despropositado. Lembrei-me, porque também me lembrei da teimosia de alguns putos. A gente diz -Não! e eles insistem. Anyway, são putos, a malta entende. Com o tempo a cena cura-se. Mas ter governantes a fazer birra e teimosia, braço de ferro com cenas destas, até dá dó. Então o modelo é impróprio, precisa de ser revisto, incongruência e impensáveis maneiras de "partir as pernas a todos os que podem ser óptimos profs. E mesmo assim, deve ficar até pró ano? Quando eu uso um teste que traz desgraça aos meninos, ou uso uma estratégia em sala de aula que não resulta, mudo-a e não a repito nem sequer no ano seguinte. Repenso sem usar cobaias. Se calhar o defeito é meu...


Bom fds com virus para a troca e beijocas larocas






segunda-feira, dezembro 01, 2008

não há bela... sem senão

Volto ao pé cochinho. Não... não, não torci nada, nem me estatelei na neve :) Até porque aqui, o calor é tal que andamos de bikini, if you know what i mean.

Mas o bicho que atacou pulmões, desceu e decidiu atacar estômago. Se não foi ele, foram os medicamentos para o matar. Enfim, não se morre a maleita...Desta vez, o chá, e mais umas mezinhas, aliviaram um pouco esta desgraça, para além do repouso. Bendito feriado.

Por agora, fica isto. Gostei deste filme. Da mensagem e das músicas que foram buscar ao baú.

Beijocas larocas e boa semana de trabalho.


UB40-Every Breath You Take - Funny videos are here

quinta-feira, novembro 27, 2008

E em breve é... Natal

Pois é, parece que já posso andar e fazer as minhas coisas. Uma semana depois do desgraçado bicharoco nos ter apanhado, estavamos de volta ao trabalho. Subir uma escada era martírio, arfava como se tivesse feito a maratona... desgraça a minha. Mas a malvada bicharada parece que desistiu, por fim, de me lixar e desandou para longe de nós. Por isso, e porque em breve é Natal, ficam músicas.

Para os amigos/as, com beijocas larocas e muita risada, de novo:



















sexta-feira, novembro 21, 2008

o chetado da quoisa

Pensava eu que a onda do atraso, do muito trabalho enguiçado e coisas do género tinha passado, quando a nina me traz para casa uma senhora virose que ataca ambas em muitas frentes. Tão de frente que uma coisa parecida com gripe virou bronquite e outras cenas mais complicadas. Resultado, cama com as duas, durante muito tempo e muita colherada de remédio....
Quando isto atingiu o ponto crítico, do tipo não me consigo aguentar de pé, o peito dói e coisa e tal... lá me decidi ir ao médico. Há oito anos a morar aqui, raramente a recorrer ao SAP, recebo de resposta de manhã, que o SAP só funciona de tarde. Procuro o Centro de Saúde, que entretanto também tinha mudado de lugar, e começa outra batalha.
- Queria uma consulta de urgência. Têm?
- A senhora está inscrita aqui?
É de ir às lágrimas, né? E se não estivesse? Não estava doente? Bolas... A febre subia e descia, provocando transpiração e tremor... A última vez que me lembro de estar assim, engripada ( pensava eu) foi há 11 anos. Grávida da piquena... nem os olhos abria.
- Estou inscrita há oito anos. ( a voz estava fraca e a desaparecer. Porque perdi mesmo o pio).
- Os seus cartões, por favor. Ah, é do dr. Luís. Ah, mas este médico não quer que os seus doentes sejam vistos por mais ninguém. Nem quer que lhe passem medicação...
- Eu não conheço esse médico. Nunca me viu. Eu preciso de ser vista por alguém. Se ele quiser falar comigo depois, eu falo com esse senhor. Isto dito já com um fiozinho de voz e a arfar... estava mesmo uma lástima. E a senhora a seguir, refeita da situação, pergunta-me:
- É urgente?


Depois disto, muita coisa aconteceu... auscultaram-me, e apesar de eu em casa, sem quakquer aparelho, conseguir ouvir os meus brônquios a chiar que nem gatos abandonados, o médico passou um antipirético, um broncodilatador e um anti--histamínico. Volto a casa, horas depois da saga, e dois dias depois, arrasto-me a mim e à nina para o hospital ( privado). É-nos diagnosticado a ambas, uma complicação pulmonar, que requer antibiótico e repouso absoluto. A nina tem ainda uma inflamação nos seios nasais e arredores, com uma sinusite enorme que lhe provocava a dor de cabeça. Estamos, portanto, de molho e, desta vez, a salvo.

Porque é que temos um sistema de saúde tão rasca?

Por que é que mais de metade dos nossos homens, mulheres e crianças têm que levar com este sistema rasca?

Por que é que ficam impunes os gestores de um país, por cada morte e é o Estado quem paga, se o Estado sou eu e todos os outros que, quando precisam dos cuidados de saúde, os vêem negados e nos sentimos numa situação constrangedora, mendigando o que é nosso por direito?

Por que não são implicados os que gerem mal os dinheiros de um país? Que gerem em seu próprio proveito?

Cada dia que passa, vem cheio de situações absurdas, provocadas por homens de fato e de gravata e senhoras com staff.

Cada dia que passa, traz um cheiro a mofo e a podridão nas ruas deste país, provocada pela constante actividade saqueadora de gente de fato e gravata, com impunidade e lata bastante para sobreviver à desgraça...

Cada dia que passa, Portugal vê vencida a postura orgulhosa de outrora, aniquila-se um povo e culpa-se a conjuntura internacional, como se nós fossemos parvos e néscios....


Vou tratar de nós... volto quando estiver melhor... beijocas larocas

terça-feira, novembro 11, 2008

Bailemos muito tra vex



Akon - Na na na




Robbie williams - Road to Mandalay



Somente o necessário - Livro da Selva

Boa semana

O cinismo nunca foi o meu forte, Dª Lurdes

Pois é. Eu até era para vir escrever sobre os dias malfadados, cheios de aventuras cá pelo meu castelo. Ia até contar como foi deprimente chegar, na sexta, a casa, e descobrir que os cães fizeram uma festa de esferovite num quarto sem esperarem por mim. Ia contar que, a seguir, juntei as bolinhas malvadas que teimavam em fugir só com a respiração, e quando o monte estava perfeito para ensacar de novo, veio de lá o gatito bebé, o meu "Olhinhos" ( meu porque foi o primeiro a nascer e eu suei as estopinhas para o pôr cá fora), deitado ao comprido concolou-se a imitar um corta-relvas espalhando de novo aquilo tudo. Arrancou as gargalhadas que atrofiaram com a cena de entrada... Vinha até com vontade, mas quis a nossa senhora ministra e afins que a coisa azedasse mesmo.

Adiam o quê????? Avaliam quem????? Como???? Quando???? Brincando de esconde-esconde, afirmam hoje que apenas quem quiser concorrer será avaliado? Que a avaliação bla... bla... bla... Desculpem.... E a avaliação deste ano não é supostamente a que vai valer daqui a 4 anos? Não conta? Eu baralhei e voltei a baralhar e isto nem aqueceu nem arrefeceu. Apenas se trata de um pouquinho mais de areia para a malta se alhear do sério. Pois senhora ministra, vou escrever como mãe!

Como mãe, pergunto por que carga de água os meninos têm a carga de horas de aulas que bem poderiam funcionar nas restantes disciplinas. Refiro-me a Área de Projecto!!!! Os alunos têm direito a um limite de 3 faltas injustificadas, sendo que o novo estatuto prevê que mesmo doente e com as faltas justificadas, o aluno seja submetido a avaliação. Há casos caricatos de alunos que estando doentes, são avaliados à chegada à escola, porque ... faltaram... Medidas avulsas com brindes Magalhaninos a mim não me interessam. Gostava de ver a minha filha numa escola com computadores nas salas, sim, não quadros interactivos que, assim que um aluno se levanta, ficam negros e sem piada. Gostava que a Internet e os livros chegassem sem medo, e que as turmas não tivessem mais que vinte alunos. Gostava que os professores da minha filha fossem satisfeitos para as aulas e não fizessem 200 km por dia, nem que ela tivesse ficado um mês sem aulas, por falta de professor, com tantos no desemprego. Gostava que ao almoço, não esperasse 20 minutos na fila, quando não são duas horas, nem que tivesse de apresentar atestado para comer dieta. Gostava que nos bares da escola as sopas pudessem ser vendidas. Sempre era mais importante os alunos comerem uma sandes e uma sopa, do que ver as empregadas de gorro e luvas a servir café. Gostava que a minha filha não tivesse que se ver sem 200 euros para livros todos os anos, num ensino que se diz obrigatório e gratuito. Gostava que os alunos pudessem ir à casa de banho sem ter que mendigar papel higiénico. Gostava que a farsa do cartão electrónico não se tivesse tornado num cavalo de batalha, no qual os alunos ficam sem comer cada vez que o sistema vai a baixo ou falta a luz, porque a vida se resumiu a um cartão. Gostava que as escolas tivessem transporte para poder levar e trazer as suas crianças sem estar refém da disponibilidade da câmara ou de outro organismo. Gostava que as crianças de hoje não tivessem que emigrar para serem alguém, porque o seu país está a saque, cheio de magnatas que sugam o sangue de uma nação a coberto de promessas incumpridas. Gostava de poder dizer à minha filha que a podridão da justiça,onde os criminosos são soltos e os pobres roubados, é apenas um mau sonho que irá passar. Quer a senhora avaliar professores, pedir-lhes que tracem objectivos quanto ao sucesso que terão com esta e aquela turma, como se os professores pudessem agoravirar cartomantes. Quer a senhora avaliar os professores se, se avaliar a si. Porque os professores todos os anos são avaliados, diariamente pelos pais dos aluno, os alunos, os seus pares e a chefia. E quando erram, procuram melhorar. Não são capazes de se manter 4 anos seguidinhos a fazer asneirada diária sem dar a mão à palmatória. Continuarei a ensinar à minha filha a HUMILDADE DE RECONHECER QUANDO SE ERRA porque só assim o SER HUMANO poderá chegar mais próximo da perfeição.

beijocas larocas e saudades. Perdoem a ausência... eu volto :)

quarta-feira, outubro 15, 2008

I'm... cof... cof... cof... yours

Pronto... sssss.... demorei a corrigir o trambolhão. Mas fica já aqui dito que o leque de gostos musicais é imenso cá por casa, e ser-se adepto de um estilo apenas, nem sempre é sinal de bom gosto.... cof... cof.... cof... pronto....sssss lá comecei nova guerra de tomates... salvo seja. Calma meninos... isto anda pra lá de difícil. agora fui bombardeada de coisas menos boas, que me deixaram bem lá no fundinho... talvez para finalmente parar e.... pensar.... Ok.... não foram grande espingarda as escolhas. Hoje, que o sol começou tra vex a brilhar e a fé me segurou de novo, fica este Jason Mraz que diz que é meu.... se ele diz, quem sou eu para o desmentir, né?


Mil beijocas para a malta fixolas, uma semana cheia de coisas boas e saúde, mesmo muita.

Bailemos:

Bella Luna

Bom... a ver se agora sobe a votação na musique...