A coisa anda a modos que... complicada... aos poucos aprendo a dizer não e a malta habituada a uma Cris resignada começa a trepar plas paredes lá na fábrica. Para falar verdade, só me entendo cos piquenos. Já pensei que sofria de um complexo mal resolvido, sei lá... por alguma razão "The catcher in the rye" me disse muito. para não falar do Peter Pan, né? Fadas... pois... voltamos sempre ao mesmo. Fadas e gatos e cães e tudo o que voa e passeia na natureza... os rastejantes... arrepiam-me. Mas há momentos em que da delícia se passa ao martírio e há pouco a confusão instalou-se. Tínhamos acabado de ler umas cenas que a minha vizinha mandou sobre como manter a saúde em dia. coisas giras, que fazemos, como comer pizza, chocolate, rir, sei lá... beber chá ( adoramos fazê-lo no Inverno, à ceia). E já no final do mail, aparecia a dica que ter animais de estimação é fixolas, acalma e mais na sei quê... saltou um dos gatitos para cima do teclado e quando me preparo pa escrever as teclas baralharam por completo. Nem password nem nada entrava aqui... o écran mudava de disposição os documentos abertos e a irritação subia... subia.... o nortenho , claro... apareceu de repente e, da mesma forma que a neta passou para o colo da nina, com um beijo e uma praga, claro, o pc retomou o jeito decente e o ar de trabalhador. Novo gato sobe agora, em direcção aqui. É bom que me despache.
Em baixo "The winner takes it all", dos ABBA. Não creio que o vencedor fique contudo, porque afinal, as vitórias e as derrotas nunca podem pertencer sempre a um só. Daí que ache que o vencedor e o vencido são metades e ganhadoras e perdedoras em estágios diferentes. Serei sempre insegura e segura, dependendo de circunstâncias, seremos sempre vencedores só porque amamos seja quem for, seja o que for.
explêndida semana para todos e milhões de beijocas larocas. Uma especial para a irmã mais doce e bela do mundo que recupera valente e corajosamente de uma intervenção cirúrgica muito dolorosa. Para ti mana kida, milhões de beijos e mil vezes seja abençoada.
Eu tou mais crescida...mas escusam de pensar que melhorei, porque a lua é o meu destino. Um degrau, de cada vez, sempre. Porque baralho sempre e não tenho emenda... é escusado. Nem com choques eléctricos... Também só mesmo assim posso saborear, aprendendo a ser sábia com a ajuda doce das fadas e duendes que me conhecem e amparam. Grata a quem me quer bem. Mil beijos e abraços(º_º)
O rio
quinta-feira, outubro 02, 2008
quarta-feira, setembro 24, 2008
Ele há com cada cena à Sousa...
Há uns dias atrás, a caminho de casa a nina comentou:
-Magalhães, Magalhães... nem placa gráfica tem...
Coisas destas, vindas de onze anos circunspectos deixaram-me a pensar e saiu uma coisa bem à mãe desorientada:
- Se o Chavez percebe isso inda nos vende petróleo aguado eheheheh.
Rimos.
Hoje ao almoço, vi na TV a pompa e circusntância de um discurso autista. PC para todos... comentei que era curioso o segundo ciclo ter ficado de fora e eis que salta logo outra legenda no rodapé:
"Alnos de segundo ciclo tb poderão ter Magalhães".
Curioso como se matam dois coelhos ( ou muitos) de uma cajadada só.
Para que servirá o Magalhães nas mãos de meninos e meninas como a minha? Que fazem pps e projectam trabalhos para aulas de EVT?
Se calhar lucravam se a prof de POrtuguês já tivesse sido colocada... se as aulas de substituição obedecessem de facto ao plano de aula que nem existe... calhando lucravam mais em ter menos horas e áreas curriculares, para poderem estudar convenientemente. Se calhar, até podiam ter na escola papel higiénico, chaves de cacifos e almoços mais coerentes ( soube há pouco que para comerem dieta, os alunos têm que apresentar atestado médico ( a dieta não é mais saudável?) Hum... se calhar lucravam em não ter 23 aulas assistidas por diferentes profs. ao longo de um ano inteirinho. Sei lá...
Um aluno disse-me:
- Um Magalhães? Quero antes um Camões.
As incoerências salpicam todo o santo dia. Legislação que define o que deve trabalhar em áreas curriculares, mas sem programa nem materiais a nível tecnológico muito apetecíveis.
Hoje ouvi dizer que o fisco não tem lucrado muito este ano e que os combustíveis estão nessa lista de pouco lucrativos... acho que estamos... tramados. Nem Magalhães nos vale!
bjcs
-Magalhães, Magalhães... nem placa gráfica tem...
Coisas destas, vindas de onze anos circunspectos deixaram-me a pensar e saiu uma coisa bem à mãe desorientada:
- Se o Chavez percebe isso inda nos vende petróleo aguado eheheheh.
Rimos.
Hoje ao almoço, vi na TV a pompa e circusntância de um discurso autista. PC para todos... comentei que era curioso o segundo ciclo ter ficado de fora e eis que salta logo outra legenda no rodapé:
"Alnos de segundo ciclo tb poderão ter Magalhães".
Curioso como se matam dois coelhos ( ou muitos) de uma cajadada só.
Para que servirá o Magalhães nas mãos de meninos e meninas como a minha? Que fazem pps e projectam trabalhos para aulas de EVT?
Se calhar lucravam se a prof de POrtuguês já tivesse sido colocada... se as aulas de substituição obedecessem de facto ao plano de aula que nem existe... calhando lucravam mais em ter menos horas e áreas curriculares, para poderem estudar convenientemente. Se calhar, até podiam ter na escola papel higiénico, chaves de cacifos e almoços mais coerentes ( soube há pouco que para comerem dieta, os alunos têm que apresentar atestado médico ( a dieta não é mais saudável?) Hum... se calhar lucravam em não ter 23 aulas assistidas por diferentes profs. ao longo de um ano inteirinho. Sei lá...
Um aluno disse-me:
- Um Magalhães? Quero antes um Camões.
As incoerências salpicam todo o santo dia. Legislação que define o que deve trabalhar em áreas curriculares, mas sem programa nem materiais a nível tecnológico muito apetecíveis.
Hoje ouvi dizer que o fisco não tem lucrado muito este ano e que os combustíveis estão nessa lista de pouco lucrativos... acho que estamos... tramados. Nem Magalhães nos vale!
bjcs
Cenas de uma desorientação continuada
Os dias correm depressa, as coisas saltam que nem cogumelos ou para fazer ou para arranjar. Uma das lâmpadas da cozinha resolveu armar-se em árvore de Natal. Como a outra já se tinha armado em esperta e a consertei... esta não esteve de modas.
Parti uma mola da porta do fogão e acabei um assado com uma cadeira encostada. O dia podia ter acabado só assim, mas ainda houve tempo para sair do carro à pressa e deixar a porta escancarada toda a santa noite. Aproveitou-se disso o gato, que dormiu no bólide toda a noitinha. De manhã, a camisa branca ficou linda quando chegámos ao destino. adereços fininhos, pardos e de gato espalharam-se por nós que foi uma maravilha.
A baralhação por cá é assim, constante e cogumeleira. Mas o sorriso e a gargalhada ninguém nos tira. O temor de não ter bateria esfumou-se, mal a chave rodou, pelo que o dia correu lindamente.
Beijocas e boa quarta
Parti uma mola da porta do fogão e acabei um assado com uma cadeira encostada. O dia podia ter acabado só assim, mas ainda houve tempo para sair do carro à pressa e deixar a porta escancarada toda a santa noite. Aproveitou-se disso o gato, que dormiu no bólide toda a noitinha. De manhã, a camisa branca ficou linda quando chegámos ao destino. adereços fininhos, pardos e de gato espalharam-se por nós que foi uma maravilha.
A baralhação por cá é assim, constante e cogumeleira. Mas o sorriso e a gargalhada ninguém nos tira. O temor de não ter bateria esfumou-se, mal a chave rodou, pelo que o dia correu lindamente.
Beijocas e boa quarta
Há cromos que merecem fuzilamento...
Eu até nem sou agressiva. Não fosse este meu lado carneirão e até me levavam só com meras falinhas mansas, juro! Mas quando as coisas se desorientam logo pela manhã, a cena muda de figura e o meu costado, lado ou raíz ( agora baralhei-me) salta sem que possa agarrá-lo na curva.
Com a família alargada ( somos dez, já disse, não disse?), sair de casa, de manhã, tornou-se invariavelmente um momento digno de filmes de Charlie Chaplin. Mal me levanto e espalho os bons dias, miados pequeninos respondem e cabecitas ensonadas, de olhos estremunhados miram-me, como que a dizer: - és tão palerma... muda a vida e faz como nós - comer e dormir...
A correria começa com lavagens, limpezas, pequeno-almoço para toda a malta ( sorte de ter uma nina especial que já se prepara sozinha há muito) e dar rédea solta aos cães.
Sacos e saquinhos, malas e malinhas, chaves e chaveiros ( mais pareço guarda prisional) e arrancamos na mecha. O percurso nem é comprido. A coisa faz-se, normalmente, ao som de música alta, cantareu e risota.
Um dia destes, porém, na cidadeFM, rádio predilecta até então da nina pequena, mal vou a entrar na IC32 oiço:
- Nove e meia.... bla bla... bla...
Já nem ouvi mais nada... Os olhos esbugalharam-se. Incrédula mirava o relógio do bólide e dizia a meia voz:
- Poça... mas eu não mexi nos relógios... ( o meu marcava oito e dez, coisa parecida)... ninguém me avisou... ( a minha mãe é porreira e orienta à distância... sacanas do caraças...
A nina, primeiro dia de aulas... deixa escapar, num fiozinho de voz:
- Vou chegar atrasada... logo no primeiro dia...
Arranco a 140 km/h. Sabia que podia ser apanhada... mas cum caraças... isto não é normal sair em cima do tempo ou para lá dele...
À medida que vou acelerando, vou mudando de estação de rádio até chegar ao meu destino. Mal saio da via rápida, na RR o senhor.. sim porque o outro foi filho da mãe e outras coisas depois disto - o senhor, dizia eu, diz calmamente:
- Oito horas e dezassete minutos.
A desgraça que saiu de mim a seguir faria corar um gajo. Mas se apanhasse o locutor na altura fá-lo-ia em frangalhos. gastei gásoleo desnecessariamente, pneus, nervos e ainda podia apanhar multa.
Há cromos que bem mereciam ser... fuzilados.
Nessa manhã, coincidência ou não, para os lados de Lisboa, os acidentes foram mais que muitos. eheheheh seria interessante investigar, né?
Com a família alargada ( somos dez, já disse, não disse?), sair de casa, de manhã, tornou-se invariavelmente um momento digno de filmes de Charlie Chaplin. Mal me levanto e espalho os bons dias, miados pequeninos respondem e cabecitas ensonadas, de olhos estremunhados miram-me, como que a dizer: - és tão palerma... muda a vida e faz como nós - comer e dormir...
A correria começa com lavagens, limpezas, pequeno-almoço para toda a malta ( sorte de ter uma nina especial que já se prepara sozinha há muito) e dar rédea solta aos cães.
Sacos e saquinhos, malas e malinhas, chaves e chaveiros ( mais pareço guarda prisional) e arrancamos na mecha. O percurso nem é comprido. A coisa faz-se, normalmente, ao som de música alta, cantareu e risota.
Um dia destes, porém, na cidadeFM, rádio predilecta até então da nina pequena, mal vou a entrar na IC32 oiço:
- Nove e meia.... bla bla... bla...
Já nem ouvi mais nada... Os olhos esbugalharam-se. Incrédula mirava o relógio do bólide e dizia a meia voz:
- Poça... mas eu não mexi nos relógios... ( o meu marcava oito e dez, coisa parecida)... ninguém me avisou... ( a minha mãe é porreira e orienta à distância... sacanas do caraças...
A nina, primeiro dia de aulas... deixa escapar, num fiozinho de voz:
- Vou chegar atrasada... logo no primeiro dia...
Arranco a 140 km/h. Sabia que podia ser apanhada... mas cum caraças... isto não é normal sair em cima do tempo ou para lá dele...
À medida que vou acelerando, vou mudando de estação de rádio até chegar ao meu destino. Mal saio da via rápida, na RR o senhor.. sim porque o outro foi filho da mãe e outras coisas depois disto - o senhor, dizia eu, diz calmamente:
- Oito horas e dezassete minutos.
A desgraça que saiu de mim a seguir faria corar um gajo. Mas se apanhasse o locutor na altura fá-lo-ia em frangalhos. gastei gásoleo desnecessariamente, pneus, nervos e ainda podia apanhar multa.
Há cromos que bem mereciam ser... fuzilados.
Nessa manhã, coincidência ou não, para os lados de Lisboa, os acidentes foram mais que muitos. eheheheh seria interessante investigar, né?
sexta-feira, setembro 19, 2008
Hilariante e perolesco
Depois de duas semanas a queimar o único neurónio que me resta, e numa das viagens escola-casa-casa-escola contabilizei peregrinamnete umas cenas e concluí que isto vai mesmo de vento em popa. Ou da ré à popa... ou vai mesmo é ao fundo. Nem, sei bem porquê, mas tenho para mim que, quanto mais penso que isto bateu no fundo, há sempre mais uma escavadela, mais um buraco, mais água a entrar e o barco, teimosamente... ainda não afundou. Na volta estamos num submarino e a coisa ainda fica mais complicada de aguentar.
Com as novas leis, a órgânica das escolas passou a reger-se de reuniões+reuniões+reuniões daquelas em que a papelada prolifera e quando se acha que a resma já chega... eis que surge mais um quilito... benditas árvores.
Os meninos com necessidades educativas especiais, trucidados numa lógica economicista que só é lógica quando é proposta porque vai-se a ver e o pequenino paga e não bufa e o grande bufa e não paga, foram passados por um coador e hoje podemos dizer que temos na escola muito poucas crianças com apoio, ainda por cima apenas a Matemática e português. até porque as restantes disciplinas nem servem para coisa nenhuma, porque o mercado de trabalho está de tal forma apetecível e vantajoso que apenas com estas formações o miúdo não tarda pode ir trabalhar como director de empresas no estrangeiro.
Para alunos que riscam chumbar, traça-se um plano de recuperação ( muitas vezes chapa quatro ou seis sei lá eu) de preferência até Fevereiro e o piqueno esmifra-se para passar. escusado será dizer que quem até aqui teve bons resultados bem se pode pôr à sombra da bananeira porque sem plano de recuperação, ai daquele que se lembrar de chumbar o puto. Bem se lixa, com mais uma resma, pelo menos.
Mas a coisa mais hilária é ver colegas de caneta em punho, prontos a entrar pela sala dentro para observar a nossa aula. A coisa ficava bem se as cotas não existissem e aqueles que pensassem merecer o belo 'Isselente' se submetessem a uma avaliação com colégio e as benditas aulas assistidas. Ainda que eu ache que nem é por aí... A coisa ficava bem se eu demonstrasse que trabalho e que tenho sucesso com os miúdos. Sem fazer o pino. A coisa funcionaria se os alunos entendessem de uma vez o que é e parea que serve a escola. E quando eu perguntasse que livros leram nas férias não levasse com a resposta de que se leram revistas pornigráficas, por exemplo.
Mas a pérola mesmo é contabilizar as aulas que estes meninos vão ver interrompidas porque alguém que lhes é estranho vai entrar três vezes no ano, no mínimo. E cómico senão trágico: a cada disciplina. Ora se no segundo ciclo têm nada mais nada menos que cerca de oito disciplinas fora as ACND que são três, verão as aulas visitadas, para avaliar o prof., cerca de 24 vezes no ano. Todos os anos, certo? E os de terceiro ciclo... cerca de catorze disciplinas... Um must.
Numa turma de meninos com necessidade de dar nas vistas ( sempre da pior maneira) a coisa vai ser gloriosa. E depois? Serão as estratégias do prof as melhores? Não deveria ser a estratégia paternal a visada?
Anyway... já pensei em preparar um cházinho para os momentos-chave... de camomila e para mim, porque, ou muito me engano, ou este ano, com a redução de excelentes, o ministério pouaprá bué e assim dará para tapar um buraquito ou outro num qualquer sistema da nação ( vai com letra pequena porque, apesar do País ser meu, pouco há já nele que mo lembre)
Milhares de beijocas larocas de uma gaja com 80 horas de trabalho numa só semana e com a mesma remuneração.
D.E. ( Depois de escrito, claro!) Que não se pense que estou a trabalhar para o 'xelente'. Se assim fosse, queria um por cada ano de entrega e já lá vão uns 17.
Com as novas leis, a órgânica das escolas passou a reger-se de reuniões+reuniões+reuniões daquelas em que a papelada prolifera e quando se acha que a resma já chega... eis que surge mais um quilito... benditas árvores.
Os meninos com necessidades educativas especiais, trucidados numa lógica economicista que só é lógica quando é proposta porque vai-se a ver e o pequenino paga e não bufa e o grande bufa e não paga, foram passados por um coador e hoje podemos dizer que temos na escola muito poucas crianças com apoio, ainda por cima apenas a Matemática e português. até porque as restantes disciplinas nem servem para coisa nenhuma, porque o mercado de trabalho está de tal forma apetecível e vantajoso que apenas com estas formações o miúdo não tarda pode ir trabalhar como director de empresas no estrangeiro.
Para alunos que riscam chumbar, traça-se um plano de recuperação ( muitas vezes chapa quatro ou seis sei lá eu) de preferência até Fevereiro e o piqueno esmifra-se para passar. escusado será dizer que quem até aqui teve bons resultados bem se pode pôr à sombra da bananeira porque sem plano de recuperação, ai daquele que se lembrar de chumbar o puto. Bem se lixa, com mais uma resma, pelo menos.
Mas a coisa mais hilária é ver colegas de caneta em punho, prontos a entrar pela sala dentro para observar a nossa aula. A coisa ficava bem se as cotas não existissem e aqueles que pensassem merecer o belo 'Isselente' se submetessem a uma avaliação com colégio e as benditas aulas assistidas. Ainda que eu ache que nem é por aí... A coisa ficava bem se eu demonstrasse que trabalho e que tenho sucesso com os miúdos. Sem fazer o pino. A coisa funcionaria se os alunos entendessem de uma vez o que é e parea que serve a escola. E quando eu perguntasse que livros leram nas férias não levasse com a resposta de que se leram revistas pornigráficas, por exemplo.
Mas a pérola mesmo é contabilizar as aulas que estes meninos vão ver interrompidas porque alguém que lhes é estranho vai entrar três vezes no ano, no mínimo. E cómico senão trágico: a cada disciplina. Ora se no segundo ciclo têm nada mais nada menos que cerca de oito disciplinas fora as ACND que são três, verão as aulas visitadas, para avaliar o prof., cerca de 24 vezes no ano. Todos os anos, certo? E os de terceiro ciclo... cerca de catorze disciplinas... Um must.
Numa turma de meninos com necessidade de dar nas vistas ( sempre da pior maneira) a coisa vai ser gloriosa. E depois? Serão as estratégias do prof as melhores? Não deveria ser a estratégia paternal a visada?
Anyway... já pensei em preparar um cházinho para os momentos-chave... de camomila e para mim, porque, ou muito me engano, ou este ano, com a redução de excelentes, o ministério pouaprá bué e assim dará para tapar um buraquito ou outro num qualquer sistema da nação ( vai com letra pequena porque, apesar do País ser meu, pouco há já nele que mo lembre)
Milhares de beijocas larocas de uma gaja com 80 horas de trabalho numa só semana e com a mesma remuneração.
D.E. ( Depois de escrito, claro!) Que não se pense que estou a trabalhar para o 'xelente'. Se assim fosse, queria um por cada ano de entrega e já lá vão uns 17.
domingo, setembro 14, 2008
Os cromos da estrada
Se havia dias em que me irritava com os gajos que ultrapassam por-dá-cá-aquela-palha ou os que ao domingo saem para engonhar, agora a estirpe mais sacana é a dos que teimam, na autoestrada, em ir na faixa do meio, a meio gás. Certinha e direitinha, sigo pela direita e, vezes sem conta, lá tenho que saltar de faixa em faixa até ultrapassar o estropicio. Um dia destes, salta a tampa e vão ler nos jornais algo semelhante a isto: Autoestrada cortada. GNR com dificuldade em controlar senhora. Senhora ataca à paulada condutor cromagnon em plena A1.
Irra que até dá raiva!
Beijocas de om domingo
Irra que até dá raiva!
Beijocas de om domingo
sábado, setembro 06, 2008
Um regresso cheio de emoções
O meu silêncio foi comprido. Muitas foram as vezes que me apeteceu vir deixar uma palavrita, mas as ocupações foram mais que muitas e nem sequer as acabei. Limpei, lavei, cimentei, reboquei, estuquei e até concertei um cano. Depois disto, acho que estou ponta para aprender a envidraçar...se bem que com cacos eu me dê cada vez pior. Não há muitos copos resistentes no meu mundo.
Voltei com a família bem maior. Somos dez cá em casa. A Esmeralda fez do mistério da vida uma lição para mim e para a minha nina. Mãe esmerada e limpinha, não sai de perto dos meninos que engordam e crescem a olhos vistos. Lugar escolhido para o parto: sofá maior da casa. Fiquei sem poder dormir regaladamente mas enfim... valores mais altos se levantaram.
Beijocas larocas cheíiiiiinhas de carinho
Voltei com a família bem maior. Somos dez cá em casa. A Esmeralda fez do mistério da vida uma lição para mim e para a minha nina. Mãe esmerada e limpinha, não sai de perto dos meninos que engordam e crescem a olhos vistos. Lugar escolhido para o parto: sofá maior da casa. Fiquei sem poder dormir regaladamente mas enfim... valores mais altos se levantaram.
Beijocas larocas cheíiiiiinhas de carinho
terça-feira, agosto 12, 2008
Depois das Seychelles... os picos da Europa.
pois é... assim como assim, vão poder dizer o que quiserem da vida de mestre. Hoje estou nos picos da Europa. Choveu domingo, segunda e agorinha o céu inda está embrulhado. Claro que com o jetlag a coisa ainda não está a bem dizer certinha e direitinha, mas o vinho de Amarante, uns docinhos de Azeitão, um leitão de Santo Tirso e pão de Beja, tornam este rincon algo mundial. Acho que vim para a engorda... mas isso depois logo se analisa a frio. Por agora, devo dizer que tenho uns sobrinhos lindos e uma filha maravilhosa, uns pais espectaculares e vou ser avó lá para sábado... a gata está prenha.
Beiojocas larocas e bom resto de semana
Beiojocas larocas e bom resto de semana
domingo, agosto 03, 2008
quarta-feira, julho 30, 2008
E depois venham falar de G8 e tratados e protocolos e o caneco que eu respondo à letra e à nortenha, não quero saber...
Andava eu a passarinhar , como se diz no meu norte, e dei de caras com uma notícia no hotmail. É que já nem posso tagarelar pelo msn porque, de cada vez que tento começar a tagarelar o quadrinho abre e depois fecha-se-me tudo. Anyway, não admira, aqui é sempre assim.
Mas voltemos à notícia, que no fundinho explica o títalo que dei ao post. É dito que em Pequim se "produzirá" chuva para amainar os gases que por lá vão, antes da abertura dos Jogos.
"(...)luta que o governo e os organizadores dos Jogos travam para melhorar a qualidade do ar é tão grande que os métodos usados para criar chuva lembram práticas de guerra. Canhões, aviões e até foguetes são usados para lançar o iodeto de prata nas nuvens. A freqüência com a qual os "ataques" acontecem está ligada à vontade dos manipuladores. São Pedro aceita as "ordens" de chuva e não tem decepcionado."
O contra-senso é tão maior que se pensarmos no que se tenta incutir à malta com as lengalengas do"faça exercício físico pela sua saúde" e tal e coisa, me resta concluir que o Mundo é composto de bandalhos hipócritas. Eu se fosse desportista ou governo não participaria neste evento e pronto. Mas também se fecharam os olhos às atrocidades praticadas aos animais e aos presos políticos... Ai! valha-me Saturno!
Boa semana e beijocas larocas directly from Seychelles City
Mas voltemos à notícia, que no fundinho explica o títalo que dei ao post. É dito que em Pequim se "produzirá" chuva para amainar os gases que por lá vão, antes da abertura dos Jogos.
"(...)luta que o governo e os organizadores dos Jogos travam para melhorar a qualidade do ar é tão grande que os métodos usados para criar chuva lembram práticas de guerra. Canhões, aviões e até foguetes são usados para lançar o iodeto de prata nas nuvens. A freqüência com a qual os "ataques" acontecem está ligada à vontade dos manipuladores. São Pedro aceita as "ordens" de chuva e não tem decepcionado."
O contra-senso é tão maior que se pensarmos no que se tenta incutir à malta com as lengalengas do"faça exercício físico pela sua saúde" e tal e coisa, me resta concluir que o Mundo é composto de bandalhos hipócritas. Eu se fosse desportista ou governo não participaria neste evento e pronto. Mas também se fecharam os olhos às atrocidades praticadas aos animais e aos presos políticos... Ai! valha-me Saturno!
Boa semana e beijocas larocas directly from Seychelles City
segunda-feira, julho 28, 2008
Tou com jetlag ou jét leg?
Acordei à uma da tarde, com uma dor de cabeça que dá ganas de fazer tolice... A praia é magnífica (eheheheheh, já tou a meter nojo), com massagistas e tartarugas a perder de vista. Claro que agora que Tugaland está a abarrotar de dinheiro, por causa dos poços de crude descobertos em Freixo-de-espada-à-cinta (não escrevo direito porque estou de férias e furiosa- acabei de receber mail sobre trabalho que me espera grrrrrrrrrrrrrr), as Seychelles começam a ter alguns exemplares da nossa land, acompanhados da máquina fotográfica de cinco litros, o vestido da senhgora e a banhoca às pernas.... ( tenho que deixer de ir à praia de vestido...tá visto).
Tou aqui:
http://outdoors.webshots.com/photo/1349618057016210253WxcBtL?vhost=outdoors
Tou aqui:
http://outdoors.webshots.com/photo/1349618057016210253WxcBtL?vhost=outdoors
quinta-feira, julho 24, 2008
quarta-feira, julho 23, 2008
Llac a Verges, País petit
O meu país é tão pequeno... que quando o sol se vai deitar/ vai dormir
nunca tem a certeza de o ter visto
As velhas sábias dizem
que é por isso que ele volta
Sim, talvez elas exagerem
Que interessa, é assim que me agrada a mim...
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