Eu tou mais crescida...mas escusam de pensar que melhorei, porque a lua é o meu destino. Um degrau, de cada vez, sempre. Porque baralho sempre e não tenho emenda... é escusado. Nem com choques eléctricos... Também só mesmo assim posso saborear, aprendendo a ser sábia com a ajuda doce das fadas e duendes que me conhecem e amparam. Grata a quem me quer bem. Mil beijos e abraços(º_º)
O rio
terça-feira, julho 03, 2007
Uma carta
Querida Fresquinha,
acabei de encontrar os teus grelos.
Estavam arrumados numa prateleira,já um poucochinho empoeirada... ( nunca pensei que já tinha enchido isto com tanta coisa).
Aqui está o envelope http://perolas-de-eter.blogspot.com/2007_06_24_archive.html
Estão lá arrumadinhos e hermeticamente fechados.
beijo grande
Cris
D.P (Depois de escrito, porque tenho alergia às primeiras consoantes de Post Scriptum) Eu preciso de alguém com pachorra para mearrumar este belogue. ahahahahahah Já na dou conta disto.
acabei de encontrar os teus grelos.
Estavam arrumados numa prateleira,já um poucochinho empoeirada... ( nunca pensei que já tinha enchido isto com tanta coisa).
Aqui está o envelope http://perolas-de-eter.blogspot.com/2007_06_24_archive.html
Estão lá arrumadinhos e hermeticamente fechados.
beijo grande
Cris
D.P (Depois de escrito, porque tenho alergia às primeiras consoantes de Post Scriptum) Eu preciso de alguém com pachorra para mearrumar este belogue. ahahahahahah Já na dou conta disto.
segunda-feira, julho 02, 2007
Agora indentifiquem o erro... ehehehehe
Nem deve ser muito difícil... mas pronto. Eu cá já baralhei e há pelo menos uma que não pertence ao grupo. Aceitam-se apostas.
Ciclo de musicol
Hoje tem início um ciclo de musicol, com a especial participação da honorífica pessoa que muito me honra com a sua presença e contributo, a exma. sra. dótora Oli, cujo vasto leque de conhecimentos musicais proporcionará aos presentes e aos ausentes momentos de grande coltura musical.
Atendendo à imensidão de géneros musicais e cantores, postaremos por décadas. E como toda a gente sabe que baralho tudo, se me puser aqui com trocas, as minhas desculpas, desde já...
O meu bem haja sô dona Oli.
Atendendo à imensidão de géneros musicais e cantores, postaremos por décadas. E como toda a gente sabe que baralho tudo, se me puser aqui com trocas, as minhas desculpas, desde já...
O meu bem haja sô dona Oli.
Sheena Easton and Kenny Rogers
Já sei, já sei, kida Oli... é demasiado .... bahhhhhhhhh. Mas eu cantava isto no 9º ano e adorava . Ehehehehe. Inda me lembro de ter cantado numa visita de estudo, dentro do autocarro, naquela altura ainda nos deixavam usar o micro. eheheheheheh Tadito do motorista...
Nota: Não houve acidentes!!!!
Nota: Não houve acidentes!!!!
Fatal ...como o destino. Esperemos que o uso não descambe em ... abuso
Falemos do... medo
Ando há dias para postar sobre ele. Não sei por que carga de água... mas cá vai.
O medo traz sensações de desâmparo, insegurança, dúvida. É escuro e frio. Surge do nada e provoca arrepios.
Tenho medo das osgas, da maldade, das cobras, dos ratos, da tristeza. Dos tubarões, e por isso, quando estou no mar e me lembro, retorno à areia segura. Há medos pueris e medos de gente grande. Da morte não tenho medo. É um sono apenas. Um longo sono.Não a vejo como um fim.
Mas as osgas arrepiam-me. Equivalem a crocodilos. Não se mexem. Agarradas às paredes, teimam em lá ficar mesmo que lhes diga : - Schhhhh! Ou lhes atire água. Voltam sempre ao local 'do crime'.Os ratos são uma espécie de trauma de infância. O Neca, na padaria da minha avó, lembrou-se de recordar um dia, que em África os ratos tinham tamanho de coelhos. A partir daí, nunca mais quis estar onde estava o Neca. E ele teimava, aflitivamente, em rondar-me, nos meus sete anos fraquinhos, e em dizer: - 'Tenho um rato aqui no bolso'. Filho da mãe, o Neca. Como o detestava.
Das cobras, arrepio só de pensar, receio o ataque. Eva ficou com a sina no paraíso, pois foi-lhe dito algo parecido a isto: a cobra morder-te-á o calcanhar. Em troca a enxada mataria a cobra. Pois. Não sei se usaria enxada. Talvez optasse por mudar eu de sítio...
Da maldade eu terei sempre medo. Da maldade humana. Porque os animais não a têm.
A inveja, a vingança, a humilhação, o egoísmo, a mentira, a prepotência, a cólera, a ignorância, o abandono, a dor inflingida pelos maus tratos físicos e psicológicos... isso dá medo...
O medo traz sensações de desâmparo, insegurança, dúvida. É escuro e frio. Surge do nada e provoca arrepios.
Tenho medo das osgas, da maldade, das cobras, dos ratos, da tristeza. Dos tubarões, e por isso, quando estou no mar e me lembro, retorno à areia segura. Há medos pueris e medos de gente grande. Da morte não tenho medo. É um sono apenas. Um longo sono.Não a vejo como um fim.
Mas as osgas arrepiam-me. Equivalem a crocodilos. Não se mexem. Agarradas às paredes, teimam em lá ficar mesmo que lhes diga : - Schhhhh! Ou lhes atire água. Voltam sempre ao local 'do crime'.Os ratos são uma espécie de trauma de infância. O Neca, na padaria da minha avó, lembrou-se de recordar um dia, que em África os ratos tinham tamanho de coelhos. A partir daí, nunca mais quis estar onde estava o Neca. E ele teimava, aflitivamente, em rondar-me, nos meus sete anos fraquinhos, e em dizer: - 'Tenho um rato aqui no bolso'. Filho da mãe, o Neca. Como o detestava.
Das cobras, arrepio só de pensar, receio o ataque. Eva ficou com a sina no paraíso, pois foi-lhe dito algo parecido a isto: a cobra morder-te-á o calcanhar. Em troca a enxada mataria a cobra. Pois. Não sei se usaria enxada. Talvez optasse por mudar eu de sítio...
Da maldade eu terei sempre medo. Da maldade humana. Porque os animais não a têm.
A inveja, a vingança, a humilhação, o egoísmo, a mentira, a prepotência, a cólera, a ignorância, o abandono, a dor inflingida pelos maus tratos físicos e psicológicos... isso dá medo...
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