O rio

O rio

terça-feira, maio 12, 2009

GPS, Multibancos, impressoras e cenas maradas... só electromésticos!

Nunca comprarei um GPS. Já sei, que na primeira oportunidade, acabaria por encostar o carro à berma e passar o resto da tarde na tagarelice com o gajo que tá lá dentro. A nina diz que é uma gaja, mas eu quero um gajo e prontos! E sei que tá lá dento porque deve estar enroladinho, como as moçoilas no Luís de Matos.

Agora, se me distraio, no multibanco, a senhora desta aos berros a dizer para eu tirar o dinheiro e o papel. Ora, cá para mim, quem rouba as caixas é obediente. Ela berra, caramba!!! Um dia dou-lhe um estalo!

A multifunções, anda há uns meses a avisar-me, em altos berros, que o tinteiro tá vazio... deve ser grande míope, porque eu continuo a imprimir e bem....

Ora hoje, quando me atrevi a imprimir mais umas cenas... a fulana lá guinchou tra vex, primeiro polida:

- TENHA EM ATENÇÃO A MENSAGEM QUE APARECE NO ÉCRAN ou era NO VISOR. já nem lembro. Foi o primeiro estremeção.

Como adivinhou que eu tinha inspirado antes de a ligar, insultou-me a seguir:


- Sinhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...

Insultos destes não posso tolerar. Aperto-lhe o garganete um dia...
Ou então é ela que desata em berros deste calibre:


- ÓOOOOOooooooooooooo faxavorrrrrrrrrrrrrrrrr a senhora aí, tá-me a oviri, olhe que eu estou a passar-me na tarda..


Nunca tive jeito para electrodomesticos inteligentes!

domingo, maio 10, 2009

O que é um.... Dragão?????

Para que não haja mais dúvidas, um DRAGÃO, é bicho que não se deprime, não se amarica nem jaz aos pés doutros seres. Pronto! Já aliviei, uma vez que aqui não posso ir para a rua gritar ahahahah!

Dragão é tenaz, define o objectivo e chega até lá, entre pedras, tiros e fisgadas... Por isso Biba o Dragão!




E mais um pedacinho de cultura. ! Só para mostrar que os dragões existem mesmo!!!!! Lá na Invicta há Um!!!!!!!


A imagem mais conhecida dos dragões é a oriunda das lendas européias (celta/escandinava/germânica) mas a figura é recorrente em quase todas as civilizações antigas. Talvez o dragão seja um símbolo chave das crenças primitivas, como os fantasmas, zumbis e outras criaturas que são recorrentes em vários mitos de civilizações sem qualquer conexão entre si.

Há a presença de mitos sobre dragões em diversas outras culturas ao redor do planeta, dos dragões com formas de serpentes e crocodilos da Índia até as serpentes emplumadas adoradas como deuses pelos Astecas, passando pelos grandes lagartos da Polinésia e por diversos outros, variando enormemente em formas, tamanhos e significados.

No Oriente Médio os dragões eram vistos geralmente como encarnações do mal. A mitologia persa cita vários dragões como Azi Dahaka que atemorizava os homens, roubava seu gado e destruia florestas.(e que provavelmente foi uma alegoria mística da opressão que a Babilônia exerceu sobre a Pérsia na antiguidade clássica). Os dragões da cultura persa, de onde aparentemente se originou a idéia de grandes tesouros guardados por eles e que poderiam ser tomados por aqueles que o derrotassem, hoje tema tão comum em histórias fantásticas. Na mitologia babilônica todos os deuses descendiam do dragão-fêmea (ou dracena) Tiamat, mas essa começou a enxergá-los como um estorvo e planejou matá-los. Seus planos foram frustrados pela deusa Era que matou seu consorte Apsu. Posteriormente, Tiamat foi morta pelo deus Marduk.
Dragões no Egito
Os mitos do oriente médio também são repletos de dragões, nas mais variadas formas e significados. No Egito antigo, os dragões geralmente eram associados com a imagem de serpentes, e eram frequentemente relacionados com a idéia de mal, embora isso não acarretasse necessariamente em uma visão negativa dos mesmos, visto que a cultura no Egito antigo possuía uma idéia de equilíbrio bastante forte. Diversos dragões também apareciam como explicações para fenômenos naturais, como o dia e a noite, representado mitologicamente como a eterna batalha entre o deus-sol Rá e a serpente/dragão Apep.

Não faças ao outros...

uma máxima que se diz ao minuto, sempre a pensar no outro e no que ele nos poderá fazer.
Pois... é isso.
Convenhámos que é sempre muito mais confortável ver o cisco no olho de outro, pensarmos que somos as vítimas, sentir o apoio de todos e apontar o dedo para outro sítio.

Esquecemos que ficam 3 virados para nós, a não ser que não os tenhamos, né?

Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti.


Um beijo bom e tudo de especial para o Mundo!

sexta-feira, maio 08, 2009

Un óptimo fin de semana para todos usteds

Pois é, qué me tiengo aprendido a hablar español. Verdad. E adorei esta canção, que me deu a conhecer um colega mega simpatico! Gracias a ti, Angel, puedo dançar hasta la mañana!!!


Pois façam o favor de ser muito felizes, cheios de Paz, Harmonia, Amor verdadeiro, Alegria e esta música para bailar!





Era tan dura
Como la piedra de mi mechero
Me asaltan dudas
De si te quiero
Eres tan fría como el agua
que baja libre de la montaña.

Y no lo entiendo
Fue tan efímero
el caminar de tu dedo en mi espalda dibujando un corazón
Y pido al cielo que sepa comprender
Estos ataques de celos
Que me entran si yo no te vuelvo a ver.

Le pido a la luna
Que alumbre tu vida
Que la mía ya hace tiempo que ya está encendida.
Que lo que me cuesta
Querer sólo al rato
Mejor no te quiero será más barato
Cansado de ser el triste violinista que está en tu tejado.
Tocando pa’ inglés siempre desafinado.

Eres tan tenue
Como la luz que alumbra en mi vida
La más madura fruta prohibida
Tan diferente
Y pareciera
A la tormenta que se llevó mi vida

Y no lo entiendo
Fue tan efímero
el caminar de tu dedo en mi espalda dibujando un corazón
Y pido al cielo que sepa comprender
Estos ataques de celos
Que me entran si yo no te vuelvo a ver.

Le pido a la luna
Que alumbre tu vida
Que la mía ya hace tiempo que ya está encendida.
Que lo que me cuesta
Querer sólo al rato
Mejor no te quiero será más barato
Cansado de ser el triste violinista que está en tu tejado.
Tocando pa’ inglés siempre desafinado. (bis)

Mientras rebusco en tu basura
Van creciendo los enanos
De este un circo que un día montamos
Pero que no quepa duda
Muy pronto estaré liberado
Porque el tiempo todo lo cura
Porque un clavo saca otro clavo
Siempre desafinado
Mientras rebusco en tu basura
van creciendo los enanos
de este circo que un día montamos


[ El Violinista En Tu Tejado Lyrics on http://www.lyricsmania.com/ ]

sábado, abril 18, 2009




Amazing Grace

"Amazing Grace, how sweet the sound,
That saved a wretch like me....
I once was lost but now am found,
Was blind, but now, I see.



T'was Grace that taught...
my heart to fear.
And Grace, my fears relieved.
How precious did that Grace appear...
the hour I first believed.



Through many dangers, toils and snares...
we have already come.
T'was Grace that brought us safe thus far...
and Grace will lead us home.



The Lord has promised good to me...
His word my hope secures.
He will my shield and portion be...
as long as life endures.



When we've been here ten thousand years...
bright shining as the sun.
We've no less days to sing God's praise...
then when we've first begun.



Amazing Grace, how sweet the sound,
That saved a wretch like me....
I once was lost but now am found,
Was blind, but now, I see. (end)"

Forever é um tempo muito distante





Vivia numa gruta, à beira mar. Ao largo, havia uma ilha de rocha, coberta de musgo, e plantas rasteiras, selvagens e fortes, anãs é certo, mas decididas a ficar para sempre. Para sempre... um tempo tão distante.

A ilha de pedra, pertencera à terra, em tempos remotos. Mas um dia, uns gigantes barbudos e esfarrapados, com dor no coração, arrancaram aquele pedaço à terra, atirando-o ao mar, em sinal de raiva e de loucura. Não controlavam impulsos, vontades, apetites, é isso. E também não sabiam que para sempre é demasiado. E que, no entanto, vale a pena...

E a terra sangrou de dor, à sua maneira. A água das chuvas, tranformavam a ferida da terra em lama , que era o sangue da terra e este corria para o mar.

O tempo, senhor de tudo e de nada, curou a terra, secou a gruta, e a Natureza pintou a ilha daquela cor de esperança.

E na gruta estava eu, senhora de um refúgio único e secreto. Sem medo nem dor. Nunca refém de um senhor distante... para sempre.

Bom sábado

E é de fadas e duendes que falo, das estrelas e do sol, do céu imenso para lá, bem para lá da Via Láctea.... de uma fada sentada no dorso de um cavalo marinho voador, que é dragão que não faz mal, e deixa um rasto de pó de estrela por onde passa. E o pó de estrela espalha amor, aquele amor de verdade, aquele que abraça e deixa ficar apertadinho, apenas e só apertadinho, deixando que os corpos troquem a doçura da eternidade. E a fada voa e dá, sem esperar nada de ninguém, apenas do Universo generoso e célere, cuidadoso e belo!

Bom Sábado!

Máscaras Take 1

A palavra máscara, inicialmente de origem italiana, designava uma criação fantástica, feiticeira e associada a manifestações diabólicas e em torno de um mistério; daí se tenha tornado com o Carnaval um tema de divertimento.

Durante muito tempo, foi exibida entre o oscilar do satírico e do sagrado, do terror e da irrisão, da verdade e da ilusão, da ameaça e da hilariedade.

O uso que dela se fez no Egipto, em Atenas ou em Roma, bem como as funções que ela assumiu nas diversas sociedades, no cumprimento de várias tradições com origem cultural e recreativa. A máscara foi utilizada ao longo dos tempos por vários povos e com diversas finalidades. Tendo sido utilizada como elemento decorativo, o que aconteceu com as máscaras africanas de madeira que representavam deusas e génios e eram colocadas nas cerimónias no Alto Volta, na Guiné. E tiveram como função representar o rosto dos vencidos, também como a crença e da transfusão espiritual.

Assumiu uma visão como sinal de guerra, praticada pelos Índios regulamentada numa actividade de um ritual mágico, ou procurando dar ao guerreiro um aspecto desumano e feroz para intimidar o adversário, mas podendo ter uma função protectora. Normalmente, esta função de protecção era contra o mal e era comum entre os povos, em torno das crenças das forças sobrenaturais, ou seja, a relação com o mundo oculto dos espíritos que através da magia permitia abrir a porta para o outro mundo.

Mas também como resguardo, e neste caso a máscara é utilizada em profissões (a do apicultor) ou por desportos (o esgrimista), assim como pelos guerreiros para se protegerem.

A máscara foi utilizada como acessório de festa, nomeadamente no Oriente em danças e procissões com intenção de se misturar o ritual e o divertimento. Muitas vezes, o dançarino encarnava um ou vários seres representando o tempo da criação.

Surge também como elemento figurativo e isto notou-se no teatro grego, em que as máscaras gregas foram permitidas no palco e envergadas pelos actores que ressuscitavam os homens de outrora pela sua aparência espectral que a máscara confere a tais personagens vivas, desempenhando um papel dos antepassados, permitindo evitar a perigosa incorporação do morto vivo. As máscaras usadas no teatro chamavam-se personna, donde vem a palavra personagem para a figura representada.

Em Veneza, no séc. XVIII, o uso da máscara tornou-se um hábito diário em homens, mulheres e crianças, ocultando o rosto com uma meia máscara que apenas cobria os olhos e o nariz. Foi precisa uma lei, a lei de Doge, para acabar com este hábito, porque a polícia tinha uma certa dificuldade em reconhecer os assassinos que constantemente matavam nas vielas da cidade. Os Venezianos passaram a usá-la durante o Carnaval que durava um mês e nas festas e jantares.

A partir do séc. XIX, a máscara vai ser usada no palanques das feiras e era vista como disfarce e enfeite, pretendendo desmascarar o homem.

Deste modo, o espírito de Carnaval surge como inversão dos usos sociais e que se começou a festejar em Roma nos dias 17 a 19 de Dezembro, chamadas de Saturnais, em que as pessoas se mascaravam e eram festas de um período de folguedos colectivos. Mas foi ainda na Idade Média que a máscara foi o princípio do Carnaval e com a Quarta –Feira de Cinzas assinalava o retorno à ordem.

As máscaras mais célebres foram as máscaras funerárias egípcias de TOUTANKAMON, a de AGAMÉMNON trazida de Micenas, Mas as máscaras podem ser feitas em muitos materiais, tais como: cortiça, pasta de papel, folha de flandres, folha de alumínio, tecido, latas, caixas de cartão, fitas, materiais recuperados, etc..

Hoobastank - The First of Me (La Cigale)

Tipicamente à segunda

À segunda custa a acordar, a levantar e a vestir.
À segunda, o caminho para o trabalho parece curto e o de regresso a casa comprido demais.
À segunda, recomeça-se muito do que ne se queria tocar...
À segunda há papelada com fartura e perguntas em quantidade descomunal.
À segunda suporta-se a quantidade de bons-dias sonolentos, com vontade de fugir.

Que esta segunda seja generosa! [doh]

Atrasei a vidinha, mas pronto.... pode ser que a coisa marche agora

A vida é feita de coisas cómicas, de cenas trágicas e de cambalhotas malucas.

Hoje, ao parar numa bomba para comprar gás, depois de pagar, preparava-me para encostar perto e assim não ter que carregar com aquilo por muito tempo. Eis que chega um cromo , de Smart e estaciona como se de um Subaru se tratasse. Eu ainda penseique ia para o mesmo, quando o vejo a calibrar os pneus do bólide. Ri. Pois, então, ia chorar? O senhor que me atendia olhou com ar de quem quer saber o porquê e eu não fui de modas:
- Ele há com cada mercedes!!!!!!!


Anyway, de volta a casa, ponho a pimpolha no banho e esqueço a porta aberta. Os gatos andam fixados nos rolos de papel higiénico (têm personalidades trocadas, taditos) e lá se foi um rolo para o maneta...




Mil beijocas grandes e até quando der,

domingo, março 15, 2009

Uma óptima semana, beijos e abraços

Óptimo Domingo




É delicioso descobrir que somos muito para além disto... a Primavera opera maravilhas... as andorinhas voltaram cheias de alegria, as flores cresceram depressa, o sol aquece o corpo e a minha nina está praticamnete... mulher.


Mil beijocas enormes e larocas aos amigos/amigas... um abraço apertadinho e cheio de saudades.
Penso em vós todos os dias!

sexta-feira, março 13, 2009

Flashbacks take one!

A partir de hoje e até dia 30, vou postar coisas de outrora. De quando acreditava ( ainda acredito, mas isso não interessa nada agora) em príncipes e princesas, em amores únicos, sublimes e leais. De quando via a Primavera chegar nas asas de pássaros desvairadamente felizes e livres, e quando as flores cheiravam a Primavera, com cores loucas e alegres, testemunho de que a Natureza é fértil, profusa, tarada( palavras do autor do livro" Há um cabelo na minha Terra" - Gary Larson - livro espectacular).

Bom resto de sexta, bom resto de vida, bom resto de tudo o que haja e sirva para se ser FELIZ!




Nascimento de uma estrela!!!!


Óptima sexta, muito riso, beijocas larocas

quarta-feira, fevereiro 18, 2009