O rio

O rio

sábado, abril 18, 2009

Bom sábado

E é de fadas e duendes que falo, das estrelas e do sol, do céu imenso para lá, bem para lá da Via Láctea.... de uma fada sentada no dorso de um cavalo marinho voador, que é dragão que não faz mal, e deixa um rasto de pó de estrela por onde passa. E o pó de estrela espalha amor, aquele amor de verdade, aquele que abraça e deixa ficar apertadinho, apenas e só apertadinho, deixando que os corpos troquem a doçura da eternidade. E a fada voa e dá, sem esperar nada de ninguém, apenas do Universo generoso e célere, cuidadoso e belo!

Bom Sábado!

Máscaras Take 1

A palavra máscara, inicialmente de origem italiana, designava uma criação fantástica, feiticeira e associada a manifestações diabólicas e em torno de um mistério; daí se tenha tornado com o Carnaval um tema de divertimento.

Durante muito tempo, foi exibida entre o oscilar do satírico e do sagrado, do terror e da irrisão, da verdade e da ilusão, da ameaça e da hilariedade.

O uso que dela se fez no Egipto, em Atenas ou em Roma, bem como as funções que ela assumiu nas diversas sociedades, no cumprimento de várias tradições com origem cultural e recreativa. A máscara foi utilizada ao longo dos tempos por vários povos e com diversas finalidades. Tendo sido utilizada como elemento decorativo, o que aconteceu com as máscaras africanas de madeira que representavam deusas e génios e eram colocadas nas cerimónias no Alto Volta, na Guiné. E tiveram como função representar o rosto dos vencidos, também como a crença e da transfusão espiritual.

Assumiu uma visão como sinal de guerra, praticada pelos Índios regulamentada numa actividade de um ritual mágico, ou procurando dar ao guerreiro um aspecto desumano e feroz para intimidar o adversário, mas podendo ter uma função protectora. Normalmente, esta função de protecção era contra o mal e era comum entre os povos, em torno das crenças das forças sobrenaturais, ou seja, a relação com o mundo oculto dos espíritos que através da magia permitia abrir a porta para o outro mundo.

Mas também como resguardo, e neste caso a máscara é utilizada em profissões (a do apicultor) ou por desportos (o esgrimista), assim como pelos guerreiros para se protegerem.

A máscara foi utilizada como acessório de festa, nomeadamente no Oriente em danças e procissões com intenção de se misturar o ritual e o divertimento. Muitas vezes, o dançarino encarnava um ou vários seres representando o tempo da criação.

Surge também como elemento figurativo e isto notou-se no teatro grego, em que as máscaras gregas foram permitidas no palco e envergadas pelos actores que ressuscitavam os homens de outrora pela sua aparência espectral que a máscara confere a tais personagens vivas, desempenhando um papel dos antepassados, permitindo evitar a perigosa incorporação do morto vivo. As máscaras usadas no teatro chamavam-se personna, donde vem a palavra personagem para a figura representada.

Em Veneza, no séc. XVIII, o uso da máscara tornou-se um hábito diário em homens, mulheres e crianças, ocultando o rosto com uma meia máscara que apenas cobria os olhos e o nariz. Foi precisa uma lei, a lei de Doge, para acabar com este hábito, porque a polícia tinha uma certa dificuldade em reconhecer os assassinos que constantemente matavam nas vielas da cidade. Os Venezianos passaram a usá-la durante o Carnaval que durava um mês e nas festas e jantares.

A partir do séc. XIX, a máscara vai ser usada no palanques das feiras e era vista como disfarce e enfeite, pretendendo desmascarar o homem.

Deste modo, o espírito de Carnaval surge como inversão dos usos sociais e que se começou a festejar em Roma nos dias 17 a 19 de Dezembro, chamadas de Saturnais, em que as pessoas se mascaravam e eram festas de um período de folguedos colectivos. Mas foi ainda na Idade Média que a máscara foi o princípio do Carnaval e com a Quarta –Feira de Cinzas assinalava o retorno à ordem.

As máscaras mais célebres foram as máscaras funerárias egípcias de TOUTANKAMON, a de AGAMÉMNON trazida de Micenas, Mas as máscaras podem ser feitas em muitos materiais, tais como: cortiça, pasta de papel, folha de flandres, folha de alumínio, tecido, latas, caixas de cartão, fitas, materiais recuperados, etc..

Hoobastank - The First of Me (La Cigale)

Tipicamente à segunda

À segunda custa a acordar, a levantar e a vestir.
À segunda, o caminho para o trabalho parece curto e o de regresso a casa comprido demais.
À segunda, recomeça-se muito do que ne se queria tocar...
À segunda há papelada com fartura e perguntas em quantidade descomunal.
À segunda suporta-se a quantidade de bons-dias sonolentos, com vontade de fugir.

Que esta segunda seja generosa! [doh]

Atrasei a vidinha, mas pronto.... pode ser que a coisa marche agora

A vida é feita de coisas cómicas, de cenas trágicas e de cambalhotas malucas.

Hoje, ao parar numa bomba para comprar gás, depois de pagar, preparava-me para encostar perto e assim não ter que carregar com aquilo por muito tempo. Eis que chega um cromo , de Smart e estaciona como se de um Subaru se tratasse. Eu ainda penseique ia para o mesmo, quando o vejo a calibrar os pneus do bólide. Ri. Pois, então, ia chorar? O senhor que me atendia olhou com ar de quem quer saber o porquê e eu não fui de modas:
- Ele há com cada mercedes!!!!!!!


Anyway, de volta a casa, ponho a pimpolha no banho e esqueço a porta aberta. Os gatos andam fixados nos rolos de papel higiénico (têm personalidades trocadas, taditos) e lá se foi um rolo para o maneta...




Mil beijocas grandes e até quando der,

domingo, março 15, 2009

Uma óptima semana, beijos e abraços

Óptimo Domingo




É delicioso descobrir que somos muito para além disto... a Primavera opera maravilhas... as andorinhas voltaram cheias de alegria, as flores cresceram depressa, o sol aquece o corpo e a minha nina está praticamnete... mulher.


Mil beijocas enormes e larocas aos amigos/amigas... um abraço apertadinho e cheio de saudades.
Penso em vós todos os dias!

sexta-feira, março 13, 2009

Flashbacks take one!

A partir de hoje e até dia 30, vou postar coisas de outrora. De quando acreditava ( ainda acredito, mas isso não interessa nada agora) em príncipes e princesas, em amores únicos, sublimes e leais. De quando via a Primavera chegar nas asas de pássaros desvairadamente felizes e livres, e quando as flores cheiravam a Primavera, com cores loucas e alegres, testemunho de que a Natureza é fértil, profusa, tarada( palavras do autor do livro" Há um cabelo na minha Terra" - Gary Larson - livro espectacular).

Bom resto de sexta, bom resto de vida, bom resto de tudo o que haja e sirva para se ser FELIZ!




Nascimento de uma estrela!!!!


Óptima sexta, muito riso, beijocas larocas

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

sábado, janeiro 24, 2009

Dos dias en la vida - Jarabe de Palo

Tenho andado a anhar

Eu sei, demoro a chegar cá, salto e pulo e saio logo. A coisa anda muito difícil... o tempo escasseia. Resolvi arranjar mais tempo para mim, e ainda por cima, a dona lurdes afinal faz com que eu seja "abaleiada".

Deixo um texto que me tem feito muito bem, aqui em baixo. "A Pequena Alma e o Sol".

Bom resto de fin de semaine e até um dia deste.

Mil beijocas larocas

A Pequena Alma e o Sol

"A PEQUENA ALMA E O SOL
Neale Donald Walsch
( Autor de «Conversas com Deus» )

Era uma vez, em tempo nenhum, uma Pequena Alma que disse a Deus:
- Eu sei quem sou!
E Deus disse:
- Que bom! Quem és tu?
E a Pequena Alma gritou:
- Eu sou Luz
E Deus sorriu.
- É isso mesmo! - exclamou Deus. Tu és Luz!
A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reino deveriam descobrir.
- Uauu, isto é mesmo bom! - disse a Pequena Alma.
Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava. A pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era. Então foi ter com Deus ( o que não é má ideia para qualquer alma que queira ser Quem Realmente É ) e disse:
- Olá Deus! Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo?
E Deus disse:
- Quer dizer que queres ser Quem já És?
- Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! - respondeu a pequena Alma.
- Mas tu já és Luz - repetiu Deus, sorrindo outra vez.
- Sim, mas quero senti-lo! - gritou a Pequena Alma.
- Bem, acho que já era de esperar. Tu sempre foste aventureira - disse Deus com uma risada. Depois a sua expressão mudou.
- Há só uma coisa...
- O quê? - perguntou a Pequena Alma.
- Bem, não há nada para além da Luz. Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és; por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas.
- Hã? - disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.
- Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá, sem dúvida. Tu e mais milhões, ziliões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. “Não seria um sol sem uma das suas velas... e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E no entanto, como podes conhecer-te como a Luz, quando estás no meio da Luz? - eis a questão”.
- Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! - disse a Pequena Alma, mais animada.
Deus sorriu novamente.
- Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão - disse Deus.
- O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.
- É aquilo que tu não és - replicou Deus.
- Eu vou ter medo do escuro? - choramingou a Pequena Alma.
- Só se o escolheres. Na verdade não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos a inventar tudo. Estamos a fingir.
- Ah! - disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor.

Depois Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exactamente o oposto.
- É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é – disse Deus. Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, - continuou Deus - quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão.
“Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!”
- Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? - perguntou a Pequena Alma.
- Claro! - Deus riu-se. Claro que podes! Mas lembra-te de que “especial” não quer dizer “melhor”! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos esqueceram-se disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!
- Uau! - disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando.
Posso ser tão especial quanto quiser!
- Sim, e podes começar agora mesmo - disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma - Que parte de especial é que queres ser?
- Que parte de especial? - repetiu a Pequena Alma. Não estou a perceber…
- Bem, - explicou Deus - ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes:
É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente.
Conheces alguma outra maneira de ser especial?
A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento.
- Conheço imensas maneiras de ser especial! - exclamou a Pequena Alma
É especial ser prestável. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros.
- Sim! - concordou Deus. E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de.
- Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! - proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. Quero ser a parte de especial chamada “perdão”. Não é ser especial alguém que perdoa?
- Ah, sim, isso é muito especial - assegurou Deus à Pequena Alma.
- Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim - disse a Pequena Alma.
- Bom, mas há uma coisa que devias saber — disse Deus.
A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.
- O que é? - suspirou a Pequena Alma.
- Não há ninguém a quem perdoar.
- Ninguém? A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.
- Ninguém! - repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta!
Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que se tinha aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados, de todo o Reino, porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava a ter uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles estavam a dizer.
Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar: Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a sua Luz brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.
- Então, perdoar quem? – perguntou Deus.
- Bem, isto não vai ter piada nenhuma! - resmungou a Pequena Alma . Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial.

E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste.
Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:
- Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te - disse a Alma Amiga.
Vais? - a Pequena Alma animou-se. Mas o que é que tu podes fazer?
- Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!
- Podes?
- Claro! - disse a Alma Amiga, alegremente. Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.
- Mas porquê? Porque é que farias isso? - perguntou a Pequena Alma. Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti!
O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que te levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?
- É simples - disse a Alma Amiga. Faço-o porque te amo.
A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.
- Não fiques tão espantada - disse a Alma Amiga .Tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançámos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançámos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincámos juntas através de todo o tempo e em muitos sítios. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau. Fomos ambas a vítima e o vilão. Encontrámo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exacta e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos.
E assim, - a Alma Amiga explicou mais um bocadinho - eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a “má”, desta vez.
Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.
- Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? - perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.
- Oh, havemos de pensar nalguma coisa - respondeu a Alma Amiga, piscando o olho.
Então a Alma Amiga pareceu ficar séria, e disse numa voz mais calma: Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes?
- Sobre o quê? - perguntou a Pequena Alma.
- Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não muito boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E por isso, só te peço um favor em troca.
- Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres! - exclamou a Pequena Alma. E começou a dançar e a cantar: Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar!
Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.
- O que é? - perguntou a Pequena Alma. O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!
- Claro que esta Alma Amiga é um anjo! - interrompeu Deus, - são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos.

E então a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.
- O que é que posso fazer por ti?
- No momento em que eu te atacar e atingir, - respondeu a Alma Amiga – no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento...
- Sim? - interrompeu a Pequena Alma. Sim?
A Alma Amiga ficou ainda mais quieta.
- Lembra-te de Quem Realmente Sou.
- Oh, não me hei-de esquecer! - gritou a Pequena Alma. Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.
- Que bom - disse a Alma Amiga - porque, sabes, eu vou estar a fingir tanto, que eu própria me vou esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E seeu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar às duas Quem Somos.
- Não vamos, não! - prometeu outra vez a Pequena Alma. Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva – a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.

E assim o acordo foi feito.
E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão.
E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível.
E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza - principalmente se trouxesse tristeza - a Pequena Alma pensava no que Deus lhe tinha dito:

Lembra-te sempre - Deus aqui tinha sorrido - não te enviei senão anjos."

sábado, janeiro 17, 2009

o dia não deu para mais...



Se não fosse verdade, até dava para rir.


Bom fim-de-semana com beijocas larocas

terça-feira, janeiro 13, 2009

segunda-feira, janeiro 12, 2009

Ups!

Pois... não sei que dizer... talvez: BOM ANO!!!

Que a Bondade encha os corações; a Harmonia entre em cada casa, a Prosperidade seja rápida a chegar, Haja Alegria, Paz, Contentamento, Sabedoria e muito AMOR.

Fiquei longe. O trabalho é muito e a desorganização mantém-se.

Que este ano seja o ano da mudança, da calma e da ponderação.

Mil beijocas larocas para todos e até breve

sábado, dezembro 13, 2008

Que neura!!!!!

O título é contrasenso e pronto. A neura deve-se só ao facto de não ter tempo para cá vir quando apetece. Muitas cenas mareadas para resolver e um final de ano atribulado com maleitas.


Em todo o caso, ando a aprender a arranjar tempo para mim, que é coisa que andava a faltar há bué.

Como a par de tudo isto, anda a preguiça e as asneiras da bicheza cá de casa, que desde partir loiça a abrir torneiras, já aprontam de tudo.

Por isto tudo ( God, como eu me desculpo para o Mundo!!!)deixo música.

A época é a de sempre. Natal, partilha e caridade. Hipocrisia em doses geniais, para um mundo com cólera, guerra e fome, sida e tuberculose, políticos corruptos e maus, desigualdade e mentira.

Possamos nós, por momentos acreditar que pode ser Natal se quisermos.

Beijocas enormes e bom fds per tutti




Do they know it's christmas Live aid 1985 london



Do they know it's christmas Live aid




Queen Live Aid 1985





The Cars- Live Aid 1985 - "Just What I Needed"





Michael Bublé - I'll be home for Christmas





sábado, dezembro 06, 2008

Haja paciência para aturar isto!

Quando eu era pequena, se a minha mãe se lembrasse de me arregalar os olhos eu nem sequer sabia onde me enfiar. Isto pode parecer despropositado. Lembrei-me, porque também me lembrei da teimosia de alguns putos. A gente diz -Não! e eles insistem. Anyway, são putos, a malta entende. Com o tempo a cena cura-se. Mas ter governantes a fazer birra e teimosia, braço de ferro com cenas destas, até dá dó. Então o modelo é impróprio, precisa de ser revisto, incongruência e impensáveis maneiras de "partir as pernas a todos os que podem ser óptimos profs. E mesmo assim, deve ficar até pró ano? Quando eu uso um teste que traz desgraça aos meninos, ou uso uma estratégia em sala de aula que não resulta, mudo-a e não a repito nem sequer no ano seguinte. Repenso sem usar cobaias. Se calhar o defeito é meu...


Bom fds com virus para a troca e beijocas larocas