Enfurece-me a prepotência e a mania do uso da força. Enfurece-me a injustiça... fazer o quê?
Baralho-me com a segurança dos outros perante a minha constante insegurança e baralhação. Mas por que raio tem que ser assim e não de uma outra forma?
Está bem que a Natureza tem orquestrada uma forma de sobrevivência. Mas por que carga de água tem ela que ser sempre favorável à lei do... mais forte?
Na estrada, no local de trabalho, na rua, nas filas, nas leis, na política (e eu não sei fazer política), em tudo quanto é sítio, o mais musculado teima em pisar o mais pequeno. Acabei de salvar ( ou tentar) um pássaro. Talvez seja um melro, porque nem o mirei bem, para falar verdade. Não sei por quê não aprecio o toque de pássaros. Pêlo ainda vá que não vá, mas penas...
O pobre decidiu fazer breve paragem pelo quintal, talvez pensando que eu tinha bem amestrados os felinos aqui do condado. Engano enorme. De volta do bicho estavam a cadela, o gato e a gata. Os olhos de cada um, bem abertos e à espera da deixa para poderem ... brincar.
O bicho, aparvalhado, perguntava-se de certezinha de onde haviam saído tais aventesmas. Devagar, aproximei-se e mostrei-me zangada. Surtiu efeito, disfarçaram o interesse e bastou para me aproximar. Agarrei o desgraçado e ralhei com a malta doida. Soltei-o num campo e agarrei a bicharada para dentro de casa. O gato ficou com ar de chateado, tipo " gaja chata esta, cum caneco!" mas eu cá nem quero saber... por que raio tenho que andar sempre a ensinar que devemos respeito uns aos outros? Para que haviam eles de tirar a vida a um desgraçado, nas minhas barbas, e ainda por cima de barriga cheia como andam? Humpf!!!
Devia ensiná-los a gostar apenas de vegetais...
Eu tou mais crescida...mas escusam de pensar que melhorei, porque a lua é o meu destino. Um degrau, de cada vez, sempre. Porque baralho sempre e não tenho emenda... é escusado. Nem com choques eléctricos... Também só mesmo assim posso saborear, aprendendo a ser sábia com a ajuda doce das fadas e duendes que me conhecem e amparam. Grata a quem me quer bem. Mil beijos e abraços(º_º)
O rio
quarta-feira, maio 21, 2008
terça-feira, maio 20, 2008
segunda-feira, maio 19, 2008
domingo, maio 18, 2008
calling you - Blue October
Kingdom Hearts - Calling you
Tirando o facto das miúdas estarem vestidas à colegial.... dos miúdos andarem muito dread... gosto das cores... dos semblantes... e da músicaaaaaaaaaaaaaaa!
Óptimo domingo per tutti
O que há de belo... no amor?
Quando se ama, fazem-se coisas extraordinariamente belas, não é?
Eduardo Mãos de Tesoura
Bom Domingo
Eduardo Mãos de Tesoura
Bom Domingo
domingo, maio 11, 2008
Cada vez mais... tugas!
Gosto de cavalheirismo... não daquele que faz salamaleques do tipo puxar a cadeira para a gente sentar... Basta uma vez.... todos os dias, torna-me entrevada. Sou carneirona, que querem?... Gosto que me deixem passar na portita em primeiro lugar... mas nem sempre... tenho dias.... mas detesto os gajos trogloditas, pré-históricos e tugas... aí fico numa pilha e só não parto para a ignorância porque ao primeiro empurrão me partiam e.... deve doer um cadito!
Há uns dias, numa fila de supermercado, uma besta, bacamarte, tuga... pelos vistos pertencente a claque de futebol, disse-me a miúda da caixa, depois de eu ter barafustado bué... diz que vai aos jogos para andar à porrada, por aqui já se vê que a Natureza, apesar de caprichosa, anda descuidada e ainda vai permitindo que vinguem seres rastejantes... estava eu na fila e, à minha frente, um outro ser, menos rastejante. Ora o outro foi-se aproximando, meteu conversa e da fila ao lado passa para a minha frente. Eu, que estava em dia de«não-me-lixes-que-não-estou-para-aí-virada-ó-meu-sacana», perguntei-lhe em que fila estava, se na direita se na da esquerda e a besta responde:
- Na do meio!
É assim que se vive cá no burgo!
Hoje, noutra fila, daquelas onde apenas se pode estar com 10 artigos, estacionou um cromo com carrinho cheio- despesa mensal . uma senhora já de idade avançada refilou. O segurança apreciava o filme, o homem da caixa fazia o seu trabalho, e eu traduzia para a nina:
- Welcome to tugaland. Deveriam desenhar no cartaz e não escrever... ou usar hieroglifos... sei lá... tipo charada...
A senhora refilou o tempo todo e já no final, o rastejante vira-se e manda-a calar. acrescenta ainda um:
- Olhe, está mal???? Vá-se queixar!!!
E assim estamos em Tugaland... parece-me que, aos poucos, assim tipo cogumelos, se vão manifestando estes seres rastejantes, quais cromos acabadinhos de editar.... pelo menos que engravidassem, sempre serviam para algo de jeito, e passavam a poder ir para qualquer fila, passando à frente com uma razão plausível!.
Já não se fazem homens como antigamente!
Bom domingo!
Há uns dias, numa fila de supermercado, uma besta, bacamarte, tuga... pelos vistos pertencente a claque de futebol, disse-me a miúda da caixa, depois de eu ter barafustado bué... diz que vai aos jogos para andar à porrada, por aqui já se vê que a Natureza, apesar de caprichosa, anda descuidada e ainda vai permitindo que vinguem seres rastejantes... estava eu na fila e, à minha frente, um outro ser, menos rastejante. Ora o outro foi-se aproximando, meteu conversa e da fila ao lado passa para a minha frente. Eu, que estava em dia de«não-me-lixes-que-não-estou-para-aí-virada-ó-meu-sacana», perguntei-lhe em que fila estava, se na direita se na da esquerda e a besta responde:
- Na do meio!
É assim que se vive cá no burgo!
Hoje, noutra fila, daquelas onde apenas se pode estar com 10 artigos, estacionou um cromo com carrinho cheio- despesa mensal . uma senhora já de idade avançada refilou. O segurança apreciava o filme, o homem da caixa fazia o seu trabalho, e eu traduzia para a nina:
- Welcome to tugaland. Deveriam desenhar no cartaz e não escrever... ou usar hieroglifos... sei lá... tipo charada...
A senhora refilou o tempo todo e já no final, o rastejante vira-se e manda-a calar. acrescenta ainda um:
- Olhe, está mal???? Vá-se queixar!!!
E assim estamos em Tugaland... parece-me que, aos poucos, assim tipo cogumelos, se vão manifestando estes seres rastejantes, quais cromos acabadinhos de editar.... pelo menos que engravidassem, sempre serviam para algo de jeito, e passavam a poder ir para qualquer fila, passando à frente com uma razão plausível!.
Já não se fazem homens como antigamente!
Bom domingo!
É .... fazer as contas...
A utilização do computador e da Internet, os saltos tecnológicos dos últimos anos, viream , como se sabe ( cá vai uma verdade de La Palisse) ajudar na comunicação, na divulgação, no contacto, estreitando distâncias e diminuindo o tempo... podia ir por aqui e fazer uma tese. Mas não tenho tempo...
Lembram-se da história das cartas dirigidas ao senhor que mora aqui e eu não o conheço? As cartas das Finanças? Bueno, depois de enviar cerca de nove cartas e não sei quantos mails, dirigidos a diversas individualidades, porque se trata de uma penhora, apesar de nada ter a ver comigo ou com a minha toca... recebi uma catrefada delas a dizer o mesmo: «Este assunto não é por nós tratado, mas remetemos a quem de direito.», mais ou menos isto, por outras palavras. O cómico é que remetiam a quem eu também já havia enviado. Só cá!
Ora um belo dia, recebo as respostas:«A senhora não tem nada a ver com este caso. Esteja descansadinha, a morada dada pelo dito cujo senhor é a sua, mas não tem nada que se preocupar.»
Poderia ter respirado de alívio se a carta que abri, imediatamente a seguir, não fosse dirigida ao tal senhor que mora aqui, mas não mora, tratando do mesmo assunto... Afinal, quem paga aos correios para que entreguem cartas no sítio errado? Só mesmo em.... Tugaland.
Esta novela promete. O provedor de justiça europeu delegou noutro senhor a investigação deste caso... Tou a ficar cansada de viver aqui... mas a Lua também não é solução, porque o Apache diz que lá a amplitude térmica é de loucos e não quero morrar gelada!
Bom domingo!
Lembram-se da história das cartas dirigidas ao senhor que mora aqui e eu não o conheço? As cartas das Finanças? Bueno, depois de enviar cerca de nove cartas e não sei quantos mails, dirigidos a diversas individualidades, porque se trata de uma penhora, apesar de nada ter a ver comigo ou com a minha toca... recebi uma catrefada delas a dizer o mesmo: «Este assunto não é por nós tratado, mas remetemos a quem de direito.», mais ou menos isto, por outras palavras. O cómico é que remetiam a quem eu também já havia enviado. Só cá!
Ora um belo dia, recebo as respostas:«A senhora não tem nada a ver com este caso. Esteja descansadinha, a morada dada pelo dito cujo senhor é a sua, mas não tem nada que se preocupar.»
Poderia ter respirado de alívio se a carta que abri, imediatamente a seguir, não fosse dirigida ao tal senhor que mora aqui, mas não mora, tratando do mesmo assunto... Afinal, quem paga aos correios para que entreguem cartas no sítio errado? Só mesmo em.... Tugaland.
Esta novela promete. O provedor de justiça europeu delegou noutro senhor a investigação deste caso... Tou a ficar cansada de viver aqui... mas a Lua também não é solução, porque o Apache diz que lá a amplitude térmica é de loucos e não quero morrar gelada!
Bom domingo!
sábado, maio 10, 2008
Do campo... para a cidade...
Quem me conhece, sabe. Uma viagem, para onde quer que seja, é digna de diário de bordo, provoca hilariantes gritos e risota tremenda. Se no início, ficava um pouco atrapalhada e a achar uma maçada, agora sinto que... se não fosse assim, não seria eu!
É quase marca registada. Modelo único de mistura - Mary Poppins e Inspector Gadget no seu melhor.
Saímos por volta das duas da tarde, em direcção à Capital. A curiosidade despoletou em nós a vontade de ver, ao vivo e a cores, o novíssimo Museu - do Oriente, I mean!
Sobre a ponte, a ventania ameaçava fazer do bólide uma nave espacial e vi jeitos de ir ter com um avião que levantava voo, lá para os lados da Portela. Mal sabia eu que ia passar lá perto...
Muito atenta à estrada e sem pensar que a aventura me esperava, tomei a saída para o Parque Expo, porque sabia que, tendo o rio do meu lado, vá lá saber-se o porquê desta minha fixação pela água ( eu sei mas não digo, anyway), não me seria tão fácil a desgraça...
acontece que no primeirinho dos cruzamentos que se me depararam, pimba.... escolhi a direita...Bobadela, Sacavém, rais parta na sei mais quê, Moscavide... Portela.... Um semáforo vermelho teimoso que ficou para trás... uma buzinadela de algum cromo que não percebe nada de nada (porque é que teimam em apitar numa hora destas?)...
Assim que pude... e foi preciso tempo, inverti a marcha e procurei os locais que conheço... Assim está bem... melhorou.... zona portuária e tal.... Ai controlo de velocidade.... ui.... tsssss... bem... Quando estava perto da praça do comércio, novo vaipe e tungas... vira à direita. Não sei por que raio, mas hoje andava a virar para a direita de forma descontrolada. Dei comigo...a caminho da Sé... Aiiiiiiii! grito e manobra à doida , desta vez... para a esquerda e de novo... malditos sinais... direita e... ups... Praça! Uma praça com um cavalo e um homem. D. João qualquer-coisa... um parque Martim Moniz.... e inversão.... A certa altura, num semáforo, desato a dizer adeus a um casal, para que abrissem o vidro e lá saiu a frase da praxe:
- Perdi-me!!!! onde fica o museu do Oriente?
- Também nos perdemos! - (ÓOOOOOOOOOOOOOOOOOOOooo desgraçaaaaaaaaaaaaaaa!) mas é ali para os lados de bla... bla... bla... ( eu já nem ouvia).
- Vão para lá? - perguntei.
Acenaram com a cabeça e saiu um decidido:
- Vou atrás de vós! Mainada...
Depois de muitos «Segue-os, olha que os vais perder.... e coisa e tal...», leio em letras gigantescas (aposto que as puseram ali para mim): Museu do Oriente!
E agora? Aquilo fica do lado esquerdo, mas tem muros, traço continuo, linha de caminho-de-ferro... rais parta!!!! Que nojo! Odeio Lisboa!!!!!!!
Quando, finalmente, consigo chegar ao museu, a fila tem cerca de seis metros ( não sou boa com números) mas dava a volta ao edifício... estimativa de tempo de espera: pelo menos uma hora... Tava frio e vento.... Vamos a outro! Pode ser a Belém? Aos pastéis?. Mas... viramos aqui ... está ali o Museu da electricidade! Estacionar o bólide em Lisboa it's a piece of cake! Ufffffffffff! Primeiro alívio!
Museu, tralalá... fotos.... fixe... um painel inteirinho com o senhor engenheiro!!!! Blaghhhhhhhhhhhhhhhh...
Agora pastéis de Belém! Boa!... dei por mim por baixo da ponte 25 de Abril e os pastéis para trás.... depois de escolhas de ruas, novamente de forma estranha, lá encarreirei para Belém...
E agora? voltar?... a certa altura a viagem decorreu numa faixa só para bus, táxi e eléctricos... Não sei por que carga de água, os carros foram todos para a esquerda e eu... para a direita.... Bem reparei no olhar escandalizado dos motoristas, mas não havia nada a fazer... um lancil enorme separava-me da estrada para mim!!!! Atrás de mim uma voz repetia, de forma a deixar-me insana:
- Entraste! Agora tens que sair!!!
Arghhhhhhhhhhhh!!!!
Tudo o que era repertório nortenho saiu. Aliviada, voltei à estrada certa e ainda arrisquei uma ida à Expo. No fim do dia, quando já parecia que tinha completado a aventura, entro no sítio errado de regresso a casa, e marcho pela A1.
Procura-se administrador da Galp para financiar visitas a museus!
Nem pensem em sugerir um GPS!!!!!! Habilitem-se!!!!
Bom domingo e muita beijoca laroca
É quase marca registada. Modelo único de mistura - Mary Poppins e Inspector Gadget no seu melhor.
Saímos por volta das duas da tarde, em direcção à Capital. A curiosidade despoletou em nós a vontade de ver, ao vivo e a cores, o novíssimo Museu - do Oriente, I mean!
Sobre a ponte, a ventania ameaçava fazer do bólide uma nave espacial e vi jeitos de ir ter com um avião que levantava voo, lá para os lados da Portela. Mal sabia eu que ia passar lá perto...
Muito atenta à estrada e sem pensar que a aventura me esperava, tomei a saída para o Parque Expo, porque sabia que, tendo o rio do meu lado, vá lá saber-se o porquê desta minha fixação pela água ( eu sei mas não digo, anyway), não me seria tão fácil a desgraça...
acontece que no primeirinho dos cruzamentos que se me depararam, pimba.... escolhi a direita...Bobadela, Sacavém, rais parta na sei mais quê, Moscavide... Portela.... Um semáforo vermelho teimoso que ficou para trás... uma buzinadela de algum cromo que não percebe nada de nada (porque é que teimam em apitar numa hora destas?)...
Assim que pude... e foi preciso tempo, inverti a marcha e procurei os locais que conheço... Assim está bem... melhorou.... zona portuária e tal.... Ai controlo de velocidade.... ui.... tsssss... bem... Quando estava perto da praça do comércio, novo vaipe e tungas... vira à direita. Não sei por que raio, mas hoje andava a virar para a direita de forma descontrolada. Dei comigo...a caminho da Sé... Aiiiiiiii! grito e manobra à doida , desta vez... para a esquerda e de novo... malditos sinais... direita e... ups... Praça! Uma praça com um cavalo e um homem. D. João qualquer-coisa... um parque Martim Moniz.... e inversão.... A certa altura, num semáforo, desato a dizer adeus a um casal, para que abrissem o vidro e lá saiu a frase da praxe:
- Perdi-me!!!! onde fica o museu do Oriente?
- Também nos perdemos! - (ÓOOOOOOOOOOOOOOOOOOOooo desgraçaaaaaaaaaaaaaaa!) mas é ali para os lados de bla... bla... bla... ( eu já nem ouvia).
- Vão para lá? - perguntei.
Acenaram com a cabeça e saiu um decidido:
- Vou atrás de vós! Mainada...
Depois de muitos «Segue-os, olha que os vais perder.... e coisa e tal...», leio em letras gigantescas (aposto que as puseram ali para mim): Museu do Oriente!
E agora? Aquilo fica do lado esquerdo, mas tem muros, traço continuo, linha de caminho-de-ferro... rais parta!!!! Que nojo! Odeio Lisboa!!!!!!!
Quando, finalmente, consigo chegar ao museu, a fila tem cerca de seis metros ( não sou boa com números) mas dava a volta ao edifício... estimativa de tempo de espera: pelo menos uma hora... Tava frio e vento.... Vamos a outro! Pode ser a Belém? Aos pastéis?. Mas... viramos aqui ... está ali o Museu da electricidade! Estacionar o bólide em Lisboa it's a piece of cake! Ufffffffffff! Primeiro alívio!
Museu, tralalá... fotos.... fixe... um painel inteirinho com o senhor engenheiro!!!! Blaghhhhhhhhhhhhhhhh...
Agora pastéis de Belém! Boa!... dei por mim por baixo da ponte 25 de Abril e os pastéis para trás.... depois de escolhas de ruas, novamente de forma estranha, lá encarreirei para Belém...
E agora? voltar?... a certa altura a viagem decorreu numa faixa só para bus, táxi e eléctricos... Não sei por que carga de água, os carros foram todos para a esquerda e eu... para a direita.... Bem reparei no olhar escandalizado dos motoristas, mas não havia nada a fazer... um lancil enorme separava-me da estrada para mim!!!! Atrás de mim uma voz repetia, de forma a deixar-me insana:
- Entraste! Agora tens que sair!!!
Arghhhhhhhhhhhh!!!!
Tudo o que era repertório nortenho saiu. Aliviada, voltei à estrada certa e ainda arrisquei uma ida à Expo. No fim do dia, quando já parecia que tinha completado a aventura, entro no sítio errado de regresso a casa, e marcho pela A1.
Procura-se administrador da Galp para financiar visitas a museus!
Nem pensem em sugerir um GPS!!!!!! Habilitem-se!!!!
Bom domingo e muita beijoca laroca
sexta-feira, maio 09, 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)