Eu tou mais crescida...mas escusam de pensar que melhorei, porque a lua é o meu destino. Um degrau, de cada vez, sempre. Porque baralho sempre e não tenho emenda... é escusado. Nem com choques eléctricos... Também só mesmo assim posso saborear, aprendendo a ser sábia com a ajuda doce das fadas e duendes que me conhecem e amparam. Grata a quem me quer bem. Mil beijos e abraços(º_º)
O rio
quinta-feira, abril 10, 2008
Como somos... como fomos...
Tenho olhado para trás e mirado o presente. Típico da nossa História, a mania de tornar cíclicos os eventos... típico do ser Humano, mas particularmente acentuado no Tuga.
Para ir recordando como foi e como é... procurei e acabei nos momentos mais chegados a nós. A nina gostou de entrar na máquina do tempo e andámos por aqui:
Para ir recordando como foi e como é... procurei e acabei nos momentos mais chegados a nós. A nina gostou de entrar na máquina do tempo e andámos por aqui:
Um olhar diferente
O céu estava triste, e as gotas da chuva lembravam lágrimas perdidas na noite anterior. Notícias que chegam de longe e nos apertam o coração. ..
Olhei de novo o céu, a meio do trajecto e o arco-íris completo ali estava. Bem nítido. Seguro. Pintura com sabor a caramelos.
Apeteceu-me e o pensamento ganhou som. O arco-íris não é, hoje, fruto dos raios de luz e da água que cai do céu. Hoje são estrelas que caíram, brincalhonas, num campo cheio de flores da Primavera, cheias de cor e alegria. Banharam-se nelas e as andorinhas pegaram , docemente, pelo bico, e de novo as espalharam pelo céu, em forma de arco, como uma ponte entre o hoje e o amanhã.
Beijocas larocas e boa sexta
Olhei de novo o céu, a meio do trajecto e o arco-íris completo ali estava. Bem nítido. Seguro. Pintura com sabor a caramelos.
Apeteceu-me e o pensamento ganhou som. O arco-íris não é, hoje, fruto dos raios de luz e da água que cai do céu. Hoje são estrelas que caíram, brincalhonas, num campo cheio de flores da Primavera, cheias de cor e alegria. Banharam-se nelas e as andorinhas pegaram , docemente, pelo bico, e de novo as espalharam pelo céu, em forma de arco, como uma ponte entre o hoje e o amanhã.
Beijocas larocas e boa sexta
Desafio
A Lazycat desafiou. Eu, logo eu, uma tagarela de primeira, devo escrever em seis palavrinhas apenas, uma recordação. O Desafio veio de um outro blog que desafiou a Cat, o Resonant-enigma.
Cá vai então e segue a lista dos nomeados para dar continuidade ao dito cujo.
Mémoires:
On courrait et les champs avaient des pappillons...
Bem descobri que em francês leva mais palavras... que memória comprida.
Corríamos e os campos tinham borboletas...
Ora os felizes contemplados são:
Cá vai então e segue a lista dos nomeados para dar continuidade ao dito cujo.
Mémoires:
On courrait et les champs avaient des pappillons...
Bem descobri que em francês leva mais palavras... que memória comprida.
Corríamos e os campos tinham borboletas...
Ora os felizes contemplados são:
sábado, abril 05, 2008
PORTO é ... dragão!
Símbolo de uma Nobre, Invicta e SEMPRE Leal cidade, segura de si com a robustez do granito, a franqueza e transparência de alma que lhe conheço, o dragão revela-se enorme, colossal magnânimo.
- Segundo o "Worldwide Historical Clubs Ranking", o Futebol Clube do Porto é considerado o maior clube português, o 10º maior da Europa e o 20º maior do Mundo. [1]
- O FC Porto é o clube português com mais títulos internacionais, o 3º da Península Ibérica, o 9º da Europa e o 16º do Mundo (ver Ranking Mundial de Títulos).
I'm proud to be... PORTO...guese
Acabei de dizer há poucochinho que Tugaland não presta. Mas PORTO é uma nação à parte. Porto é... tipo isto:
O Futebol Clube do Porto (FCP) é o clube desportivo português mais representativo da cidade do Porto e um dos mais relevantes no panorama desportivo europeu e mundial. Famoso sobretudo pela sua equipa de futebol, o FC Porto encontra-se entre os melhores do mundo também em hóquei em patins e bilhar e entre os melhores de Portugal em todas as outras modalidades praticadas no clube.
Créditos: Wikipedia
O Futebol Clube do Porto (FCP) é o clube desportivo português mais representativo da cidade do Porto e um dos mais relevantes no panorama desportivo europeu e mundial. Famoso sobretudo pela sua equipa de futebol, o FC Porto encontra-se entre os melhores do mundo também em hóquei em patins e bilhar e entre os melhores de Portugal em todas as outras modalidades praticadas no clube.
Créditos: Wikipedia
Uma aula para funcionário de ministério das finanças
Isto mais parece um take two do post anterior ( aquele em que eu digo que Tugaland mete nojo etc, por causa do tal homem que vive cá em casa e eu não o vejo, não o sinto e não o oiço. Provavelmente é fantasma...)
Vamos então à aula:
1º - Receba as cartas que enviam para endereços errados e proceda à localização da morada actual dos indivíduos que pretende contactar efectivamente.
Difícil?
hum!? vejamos... para que serve o famigerado cruzamento de dados?
Em nome deste senhor não haverá uma viatura? Registada nas Finanças? E a viatura não estará registada da DGV???? E não é necessária morada para carta de condução?
Voilà!!! Une idée. Pode ser que em franciú funcione.
Outro caminho poderia ser o contacto com o Registo civil e pedir a informação acerca da morada do indivíduo ou indivíduos com este nome e blá blá blá....
Não esperem é que eu faça desenhos porque nunca fui lá muito jeitosa para essa arte. Portanto, meus senhores... é usar o neurónio.
E por hoje é tudo. Amanhã, se me lebrar de mais coisas, escrevo-vos. Não tarda, dou mestrado em funcionalismo público, vulgo ministérios do país.
Para já, para já, aviso o povo que o Estado, ou um fulano qualquer que para ele trabalha e que decidiu atrofiar-me o juízo, me deve catorze euros e quarenta e nove cêntimos das cartas registadas ( nove ao todo) que enviei para senhores que espero tenham a consciência e a decência necessárias para resolver esta situação. E não a repetirem nunca mais com nenhum cidadão deste país.
Bom resto de sábado e bom domingo com mil beijocas larocas para a malta doce e fixe!
Vamos então à aula:
1º - Receba as cartas que enviam para endereços errados e proceda à localização da morada actual dos indivíduos que pretende contactar efectivamente.
Difícil?
hum!? vejamos... para que serve o famigerado cruzamento de dados?
Em nome deste senhor não haverá uma viatura? Registada nas Finanças? E a viatura não estará registada da DGV???? E não é necessária morada para carta de condução?
Voilà!!! Une idée. Pode ser que em franciú funcione.
Outro caminho poderia ser o contacto com o Registo civil e pedir a informação acerca da morada do indivíduo ou indivíduos com este nome e blá blá blá....
Não esperem é que eu faça desenhos porque nunca fui lá muito jeitosa para essa arte. Portanto, meus senhores... é usar o neurónio.
E por hoje é tudo. Amanhã, se me lebrar de mais coisas, escrevo-vos. Não tarda, dou mestrado em funcionalismo público, vulgo ministérios do país.
Para já, para já, aviso o povo que o Estado, ou um fulano qualquer que para ele trabalha e que decidiu atrofiar-me o juízo, me deve catorze euros e quarenta e nove cêntimos das cartas registadas ( nove ao todo) que enviei para senhores que espero tenham a consciência e a decência necessárias para resolver esta situação. E não a repetirem nunca mais com nenhum cidadão deste país.
Bom resto de sábado e bom domingo com mil beijocas larocas para a malta doce e fixe!
sexta-feira, abril 04, 2008
Estou fartinha desta Tugaland
Eu tinha decidido não contar. Pensei até que estava tudo resolvido, para falar verdade. Mas não. Acabei por me tornar uma besta por culpa de um Estado sem rei nem roque que é o nosso. E só desejo que o mundo inteirinho saiba que não interessa viver cá. Não quero que se deixem enganar mais potenciais cidadãos que para cá fujam...
No dia 14 de Março, logo pela manhã, que é quando começa o dia, (desta vez começou mal, para variar), passei na caixa do correio antes do trabalhinho. Para espanto meu, cartita das Finanças. Eu que ainda nem sequer tinha feito o IRS estranhei, mas nem olhei o remetente e abri.
Assunto: Penhora!!!!!!!!
Gelei, estaquei, transi... li a carta e então apercebi-me que se tratava de uma situação de um homem, um tal de João Eduardo Tal e Coisa ( acho melhor não escarrapachar o nome todo do dito cujo). Arranquei para o meu destino e quase me esqueci da carta por momentos, porque entrando na escola a vida fica para trás.
A certa altura do dia, tagarelei com amigas e o conselho foi que entrasse em contacto com a minha repartição de finanças, uma vez que a carta vinha do Porto. Parece impossível... do meu Norte. Só pode ser castigo.
À tardinha, já em casa, liguei para o dito sítio: repartição de finanças de Gonçalo Cristóvão, Porto.
A resposta à minha aflição foi calma e pachorrenta: - Não se preocupe, esta carta nem deveria ter sido aberta. Se não conhece o senhor não tem nada a ver com ele, não há problema.
E eu insistia: - Mas a morada é minha e eu vivo aqui desde 2000.
- Esteja descansada. Nós não podemos fazer nada porque é o senhor que tem que actualizar a morada. Vai receber mais cartas mas devolva-as e não se preocupe.
Como o seguro morreu de velho e eu estou farta de acreditar nas pessoas e, volta e meia, saio lixada com o tal éfe muito grande, como costumo dizer, à boa maneira nortenha, enviei um mail, no próprio dia, para as finanças.
É verdade!!! Antes de telefonar e de enviar o mail, (até já tinha esquecido), fui a uma repartição de finanças próxima do local de trabalho, e expliquei a situação. isto à hora de almoço 12h e 25m - quando fui atendida.
(Funcionária, com uma calma que me fulminou o neurónio e a olhar para o relógio) - Pois, sabe, são quase 12h e 30m, já ninguém deve lá estar. Pensei para os meus botões que a malta aqui deve achar que Tugaland tem diferentes fusos horários em pleno continente. O meu olhar deve ter sido lindo, quando acompanhou a frase seca:
- Talvez fosse melhor tentar, se ainda faltam 5 minutos, não?
E aqui, enquanto a senhora olhava para o nº de telefone e marcava um a um, sincopadamente, os números, (olhava o número e marcava um nº, olhava o segundo, e lá o marcava...), eu tentava ligar do telelé... Nada. Escusado... Já ninguém atendia... Logo, Porto tem fuso horário diferente do de Lisboa.
Ainda lhe perguntei se me poderia resolver o assunto e a senhora, com pouca delicadeza respondeu-me que eu é que tinha que resolver isto. Nem digo o que me passou pela cabeça responder!!!
Voltando à altura em que enviei o mail. Fiquei sem qualquer resposta até hoje. O que eu queria é que alguém, em papel, me escrevesse: A Senhora não tem nada a ver com a máquina fiscal e muito menos com a forma descuidada com que se trata situação como esta. Esteja descansada que não lhe tocam na sua casa.
Como não recebi carta ou mail a dizer isto, fui pelo próprio pé a Gonçalo Cristóvão e coloquei a situação. Deixei lá a carta e o senhor repetiu tudo o que me tinham dito por telefone:
- Não se preocupe! Não lhe acontecerá nada... as cartas que receber devolva. Não podemos fazer nada ( gosto desta).
Ao mexer nos meus papéis de escrituras, verifiquei que o senhor talvez seja filho da senhora idosa que me vendeu a casa. Terá, provavelmente 50 a 60 anos de idade, mas nunca o vi.
Ontem, recebi nova carta. Por fora falava em IMI e penhora, salvo erro. E de novo o homem morava comigo. Sem eu dar conta., ainda por cima!!!!!!
Desloquei-me à repartição de Finanças e pedi o livro amarelo. Escrevi e descrevi a situação e falei com o funcionário. De novo, o "fique calma", "o senhor é que tem que mudar o endereço" e blá, blá, blá...
Fartinha de tudo e de todos ( todos não porque é só mesmo do ministério das Finanças, neste momento), escrevi hoje para as seguintes entidades:
Directores dos diversos serviços existentes no ministério das Finanças, Provedor de Justiça; Provedor de Justiça Europeu, DECO; e ainda mais uns mails para o ministério das finanças. Descobri que são tantas as pessoas a quem me queixar que desconfio que ainda não devo parar.
Como se vai ouvindo muita história de malta que vê os seus bens penhorados por causa de outros e a minha filha merece uma vida segura e digna, fica o mundo inteirinho a saber por aqui que eu ainda não sei se poderei vir a ser implicada numa penhora de um prédio do Porto que não me pertence, mas que o cavalheiro a quem pertence já morou em tempos remotos nesta casa...
Bem devia ter comprado uma autocaravana. Assim, estaria noutro país a esta altura e nãio teria vergonha de ser PORTUGUESA!
Bom fim-de-semana e beijocas larocas
No dia 14 de Março, logo pela manhã, que é quando começa o dia, (desta vez começou mal, para variar), passei na caixa do correio antes do trabalhinho. Para espanto meu, cartita das Finanças. Eu que ainda nem sequer tinha feito o IRS estranhei, mas nem olhei o remetente e abri.
Assunto: Penhora!!!!!!!!
Gelei, estaquei, transi... li a carta e então apercebi-me que se tratava de uma situação de um homem, um tal de João Eduardo Tal e Coisa ( acho melhor não escarrapachar o nome todo do dito cujo). Arranquei para o meu destino e quase me esqueci da carta por momentos, porque entrando na escola a vida fica para trás.
A certa altura do dia, tagarelei com amigas e o conselho foi que entrasse em contacto com a minha repartição de finanças, uma vez que a carta vinha do Porto. Parece impossível... do meu Norte. Só pode ser castigo.
À tardinha, já em casa, liguei para o dito sítio: repartição de finanças de Gonçalo Cristóvão, Porto.
A resposta à minha aflição foi calma e pachorrenta: - Não se preocupe, esta carta nem deveria ter sido aberta. Se não conhece o senhor não tem nada a ver com ele, não há problema.
E eu insistia: - Mas a morada é minha e eu vivo aqui desde 2000.
- Esteja descansada. Nós não podemos fazer nada porque é o senhor que tem que actualizar a morada. Vai receber mais cartas mas devolva-as e não se preocupe.
Como o seguro morreu de velho e eu estou farta de acreditar nas pessoas e, volta e meia, saio lixada com o tal éfe muito grande, como costumo dizer, à boa maneira nortenha, enviei um mail, no próprio dia, para as finanças.
É verdade!!! Antes de telefonar e de enviar o mail, (até já tinha esquecido), fui a uma repartição de finanças próxima do local de trabalho, e expliquei a situação. isto à hora de almoço 12h e 25m - quando fui atendida.
(Funcionária, com uma calma que me fulminou o neurónio e a olhar para o relógio) - Pois, sabe, são quase 12h e 30m, já ninguém deve lá estar. Pensei para os meus botões que a malta aqui deve achar que Tugaland tem diferentes fusos horários em pleno continente. O meu olhar deve ter sido lindo, quando acompanhou a frase seca:
- Talvez fosse melhor tentar, se ainda faltam 5 minutos, não?
E aqui, enquanto a senhora olhava para o nº de telefone e marcava um a um, sincopadamente, os números, (olhava o número e marcava um nº, olhava o segundo, e lá o marcava...), eu tentava ligar do telelé... Nada. Escusado... Já ninguém atendia... Logo, Porto tem fuso horário diferente do de Lisboa.
Ainda lhe perguntei se me poderia resolver o assunto e a senhora, com pouca delicadeza respondeu-me que eu é que tinha que resolver isto. Nem digo o que me passou pela cabeça responder!!!
Voltando à altura em que enviei o mail. Fiquei sem qualquer resposta até hoje. O que eu queria é que alguém, em papel, me escrevesse: A Senhora não tem nada a ver com a máquina fiscal e muito menos com a forma descuidada com que se trata situação como esta. Esteja descansada que não lhe tocam na sua casa.
Como não recebi carta ou mail a dizer isto, fui pelo próprio pé a Gonçalo Cristóvão e coloquei a situação. Deixei lá a carta e o senhor repetiu tudo o que me tinham dito por telefone:
- Não se preocupe! Não lhe acontecerá nada... as cartas que receber devolva. Não podemos fazer nada ( gosto desta).
Ao mexer nos meus papéis de escrituras, verifiquei que o senhor talvez seja filho da senhora idosa que me vendeu a casa. Terá, provavelmente 50 a 60 anos de idade, mas nunca o vi.
Ontem, recebi nova carta. Por fora falava em IMI e penhora, salvo erro. E de novo o homem morava comigo. Sem eu dar conta., ainda por cima!!!!!!
Desloquei-me à repartição de Finanças e pedi o livro amarelo. Escrevi e descrevi a situação e falei com o funcionário. De novo, o "fique calma", "o senhor é que tem que mudar o endereço" e blá, blá, blá...
Fartinha de tudo e de todos ( todos não porque é só mesmo do ministério das Finanças, neste momento), escrevi hoje para as seguintes entidades:
Directores dos diversos serviços existentes no ministério das Finanças, Provedor de Justiça; Provedor de Justiça Europeu, DECO; e ainda mais uns mails para o ministério das finanças. Descobri que são tantas as pessoas a quem me queixar que desconfio que ainda não devo parar.
Como se vai ouvindo muita história de malta que vê os seus bens penhorados por causa de outros e a minha filha merece uma vida segura e digna, fica o mundo inteirinho a saber por aqui que eu ainda não sei se poderei vir a ser implicada numa penhora de um prédio do Porto que não me pertence, mas que o cavalheiro a quem pertence já morou em tempos remotos nesta casa...
Bem devia ter comprado uma autocaravana. Assim, estaria noutro país a esta altura e nãio teria vergonha de ser PORTUGUESA!
Bom fim-de-semana e beijocas larocas
terça-feira, abril 01, 2008
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