Eu tou mais crescida...mas escusam de pensar que melhorei, porque a lua é o meu destino. Um degrau, de cada vez, sempre. Porque baralho sempre e não tenho emenda... é escusado. Nem com choques eléctricos... Também só mesmo assim posso saborear, aprendendo a ser sábia com a ajuda doce das fadas e duendes que me conhecem e amparam. Grata a quem me quer bem. Mil beijos e abraços(º_º)
O rio
domingo, maio 20, 2007
Abismar...já só falta que nos leiam o cérebro. Será que conseguem?
19.05.2007 - 10h09 Mariana Oliveira - ultimahora.publico.clix
Um professor de Inglês, que trabalhava há quase 20 anos na Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), foi suspenso de funções por ter feito um comentário – que a directora regional, Margarida Moreira, apelida de insulto – à licenciatura do primeiro-ministro, José Sócrates.
A directora regional não precisa as circunstâncias do comentário, dizendo apenas que se tratou de um "insulto feito no interior da DREN, durante o horário de trabalho". Perante aquilo que considera uma situação "extremamente grave e inaceitável", Margarida Moreira instaurou um processo disciplinar ao professor Fernando Charrua e decretou a sua suspensão. "Os funcionários públicos, que prestam serviços públicos, têm de estar acima de muitas coisas. O sr. primeiro-ministro é o primeiro-ministro de Portugal", disse a directora regional, que evitou pormenores por o processo se encontrar em segredo disciplinar. Numa carta enviada a diversas escolas, Fernando Charrua agradece "a compreensão, simpatia e amizade" dos profissionais com quem lidou ao longo de 19 anos de serviço na DREN (interrompidos apenas por um mandato de deputado do PSD na Assembleia da República).
No texto, conta também o seu afastamento. "Transcreve-se um comentário jocoso feito por mim, dentro de um gabinete a um "colega" e retirado do anedotário nacional do caso Sócrates/Independente, pinta-se, maldosamente de insulto, leva-se à directora regional de Educação do Norte, bloqueia-se devidamente o computador pessoal do serviço e, em fogo vivo, e a seco, surge o resultado: "Suspendo-o preventivamente, instauro-lhe processo disciplinar, participo ao Ministério Público"", escreve.
A directora confirma o despacho, mas insiste no insulto. "Uma coisa é um comentário ou uma anedota outra coisa é um insulto", sustenta Margarida Moreira. Sobre a adequação da suspensão, a directora regional diz que se justificou por "poder haver perturbação do funcionamento do serviço". "Não tomei a decisão de ânimo leve, foi ponderada", sublinha. E garante: "O inquérito será justo, não aceitarei pressões de ninguém. Se o professor estiver inocente e tiver que ser ressarcido, será."
Neste momento, Fernando Charrua já não está suspenso. Depois da interposição de uma providência cautelar para anular a suspensão preventiva e antes da decisão do tribunal, o ministério decidiu pôr fim à sua requisição na DREN. Como o professor, que trabalhava actualmente nos recursos humanos, já não se encontrava na instituição, a suspensão foi interrompida. O professor voltou assim à Escola Secundária Carolina Michäelis, no Porto. O PÚBLICO tentou ontem contactá-lo, sem sucesso.
No entanto, na carta, o professor faz os seus comentários sobre a situação. "Se a moda pega, instigada que está a delação, poderemos ter, a breve trecho, uns milhares de docentes presos políticos e outros tantos de boca calada e de consciência aprisionada, a tentar ensinar aos nossos alunos os valores da democracia, da tolerância, do pluralismo, dos direitos, liberdade e garantias e de outras coisas que, de tão remotas, já nem sabemos o real significado, perante a prática que nos rodeia."
Porque o Homem tem direito a reflectir e decidir, a escolher e opinar em liberdade

Dez Prolegómenos editáveis, em forma de conselhos, para toda a Blogosfera Futura
Há séculos atrás, um povo juntou forças e tomou uma bastilha.
Até então não lhe era dado o direito de pensar e de escolher.
Gritou bem alto: Liberté- Solidarité! Fraternité!Egalité!
Ao longo da História da Humanidade muitas tentativas de tomada de poder para usufruto próprio ficaram registadas.
O Ser Humano actual, felizmente não na generalidade, manifesta instintos de crueldade, prepotência e selvajaria a diversos níveis. Apenas por um quinhão de poder, que, visto bem, é sempre perene. Tudo o que cá está, cá fica.
Não se trata de uma questão de sobrevivência. Não é luta pelo pão.
Hoje, deparo-me por uma luta por silêncio. Querem silenciar um povo que pretende apenas manifestar desagrado por medidas mesquinhas, insanas, cheias de pretensiosismo e autistas.
A Blogosfera é um local de bem, pelo menos para quem a quer manter saudável. Pretende-se um lugar sem veleidades de sabichonice, de partilha de ideias e, acima de tudo um espaço com liberdade de expressão.
sábado, maio 19, 2007
Recebi este mail. Gostava muito de saber se é verdade o que aqui vem relatado, e a sê-lo...
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos seus clientes
mais modestos uma circular que deveria fazer corar de vergonha
os administradores - principescamente pagos - daquela
instituição bancária.
A carta da CGD começa, como mandam as boas regras de marketing,
por reafirmar o empenho do Banco em oferecer aos seus clientes
as melhores condições de preço/qualidade em toda a gama de
prestação de serviços, incluindo no que respeita a despesas de
manutenção nas contas à ordem.
As palavras de circunstância não chegam sequer a suscitar
qualquer tipo de ilusões, dado que após novo parágrafo sobre
racionalização e eficiência da gestão de contas, o estimado/a
cliente é confrontado com a informação de que, para continuar a
usufruir da isenção da comissão de despesas demanutenção, terá
de ter em cada trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter
crédito de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à
respectiva conta. Ora sucede que muitas contas da CGD,
designadamente de pensionistas e reformados, são abertas por
imposição legal. É o caso de um reformado por invalidez e quase
septuagenário, que sobrevive com uma pensão de EUR243,45 - que
para ter direito ao piedoso subsídio diário de EUR 7,57 (sete
euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi forçado a abrir conta na
CGD por determinação expressa da Segurança Social para receber a
reforma.
Como se compreende, casos como este - e muitos são os
portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza - não
podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela CGD e tão
pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de manutenção de uma
conta que foram constrangidos a abrir para acolher a sua
miséria. O mais escandaloso é que seja justamente uma
instituição bancária que ano após ano apresenta lucros fabulosos
e que aposenta os seus administradores, mesmo quando efémeros,
com «obscenas» pensões (para citar Bagão Félix), a vir exigir a
quem mal consegue sobreviver que contribua para engordar os seus
lautos proventos. É sem dúvida uma situação ridícula e
vergonhosa, como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem
a pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade. Esta é
a face brutal do capitalismo selvagem que nos servem sob a capa
da democracia, em que até a esmola paga taxa. Sem respeito pela
dignidade humana e sem qualquer resquício de decência, com o
único objectivo de acumular mais e mais lucros, eis os
administradores de sucesso.
*Medita e divulga. . .*
*Cidadania é fazê-lo, é demonstrar esta pouca vergonha que nos
atira para a miserabilidade social. *
*Este tipo de comentário não aparece nos jornais, tv's e
rádios....Por que será?! *
A arte de cavalgar em toda a sela...
Hoje atirei-me às pinturas.
Inicialmente a coisa era interessante.
Uma corzita aqui, outra ao lado ( às tiras), experimentemos agora esta e depois, por fim, esta.
A Fruta cores, o desalinho, o ai que a tinta na vai chegar, os pincéis que teimavam em largar pêlos ( já na se fazem pincéis como antigamente)...a meio do serviço, a angústia instalou-se. Não se podia cozinhar...
Bazámos de casa.
Primeiro pensamento: " Não, aquilo até tá giro, os olhos é que não estão habituados".
Eheheheheheheeh. Uma amiga veio dar apoio e entrou em estado de choque permanente.
Os braços mal se mexem. Olho as paredes e o inevitável ocorre-me:
- Mas porque carga de água me ponho a fazer as coisas se ...mas por outro lado, afinal, isto ainda vai é ficar liiiiiiiiiiiiiiiiiinndo.
A nina diz que vamos sair nas revistas de design e arquitectura. Eu acho que nunca mais poderei convidar ninguém para comer cá em casa.
Moral da história: Não sou artista para cavalgar nesta sela.
P.S. Na sela de escrever com letras gordas também não, porque era suposto escrever com as letras pequenas e não consigo encurtar isto. Tá lindo.
sexta-feira, maio 18, 2007
Porque nem todos têm direito à mesma prioridade nos media, vá-se lá saber pk;
Porque já ando há que tempos para o fazer;
Porque acredito que temos algo de bom a fazer aqui...
este link leva-vos à página da PJ - Pulícia Judiciária, onde podem encontrar fotos de pessoas desaparecidas. Pode valer a pena...
http://www.policiajudiciaria.pt/htm/pessoas.htm
Não sei se é permitido fazê-lo. A intenção é ajudar.
É Sextaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa tra vex

Para três amigas do coração.
Um recuerdo que nos sabe bem, quando vamos ao volante. Certo? Há um ano cantávamos isto.
Era domingo e a princesa estava bela.
O conto de fadas era lindo.
E eu e tu, no teu bólide, de janelas bem abertas, cantávamos em português:
Ó Poceirão! Ó Poceirão! Ó Poceirão! Lala la la la la laaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
James -SIT DOWN
Pois. Hoje decidi deixar tributo ao René.
